ADELSON ANTONIO SALVADOR

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Nome: SALVADOR, Adelson
Nome Completo: ADELSON ANTONIO SALVADOR

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
SALVADOR, ADELSON

SALVADOR, Adelson

*dep. fed. ES 1995-1999.

Adelson Antônio Salvador nasceu em Colatina (ES) no dia 12 de outubro de 1954, filho de Américo Salvador e de Santina Altoé Salvador.

Com 22 anos, tendo completado apenas o curso colegial no Colégio Dom Daniel Camboni, em Nova Venécia (ES), tornou-se gerente comercial na Cooperativa Agropecuária do Norte do Estado, função que exerceria até 1981.

Filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) em 1980, membro do seu diretório municipal, foi eleito prefeito de Nova Venécia no pleito de 1982, assumindo o mandato em fevereiro de 1983. Nesse mesmo ano ascendeu ao diretório estadual do partido, mantendo-se no cargo até 1986. Presidiu a Associação de Prefeitos e Vereadores do Estado do Espírito Santo, entre 1987 e 1988.

Deixou a prefeitura em dezembro de 1988 e um ano depois foi nomeado diretor do Departamento Estadual de Transportes (Detran). Em outubro de 1990, filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), concorreu a vice-governador do Espírito Santo na chapa encabeçada por Albuíno Azeredo. Eleito, tomou posse no cargo em março de 1991 e, concomitantemente, na Secretaria de Agricultura.

Conselheiro do Banco do Desenvolvimento do Espírito Santo, da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola e da Companhia de Armazenamento do Estado, coordenou a Câmara Setorial de Abastecimento, durante o Fórum Nacional de Secretários da Agricultura, e representou o estado no Encontro Técnico Cultural realizado em Sevilha, na Espanha.

Em julho de 1993 deixou a pasta da Agricultura e desligou-se do PDT, ingressando no Partido Socialista Brasileiro (PSB).Tendo como reduto eleitoral o município de Nova Venécia, concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados, em outubro de 1994, e foi eleito. Assumindo o mandato em fevereiro de 1995, tornou-se membro da Comissão de Agricultura e Política Rural. Em novembro, desligou-se do PSB, retornando no mês seguinte às fileiras do PMDB.

Nas votações das emendas constitucionais propostas pelo governo Fernando Henrique Cardoso em 1995, votou contra a mudança do conceito de empresa nacional e a quebra do monopólio nos setores de telecomunicações, exploração de petróleo, distribuição de gás canalizado e navegação de cabotagem. E a favor da prorrogação do Fundo Social de Emergência (FSE), rebatizado de Fundo de Estabilização Fiscal (FEF), que permitia ao governo gastar até 20% da arrecadação vinculada às áreas de saúde e de educação.

Em junho de 1996 votou a favor da criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) — que substituiu o Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF) — fonte suplementar de recursos destinados à saúde — e em janeiro de 1997, já como integrante da Comissão de Finanças e Tributação, pela aprovação da emenda que previa a reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos. Em novembro de 1997 também deu seu voto à quebra da estabilidade do servidor público, item da reforma administrativa.

Candidato à reeleição no pleito de outubro de 1998, na legenda do Partido Social Cristão (PSC), não obteve êxito. Antes de encerrar o mandato, votou contra o teto de 1.200 reais, para aposentadorias no setor público, e do estabelecimento de idade mínima e tempo de contribuição, para o setor privado, itens que definiram a reforma da previdência. Deixou a Câmara em janeiro de 1999, ao término da legislatura.

Adelson Salvador presidiu a Federação Ítalo-Capixaba de entidades culturais.

Casou-se com Maria Helena Salvador, com quem teve dois filhos.

 

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1995-1999); Olho no Congresso/Folha de S. Paulo (31/1/95, 14/1/96, 30/1/97 e 5/2/98); Olho no voto/Folha de S. Paulo (29/9/98).

 

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