ALEKSANDRO, José

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Nome: ALEKSANDRO, José
Nome Completo: ALEKSANDRO, José

Tipo: BIOGRAFICO


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ALEKSANDRO, José

ALEKSANDRO, José

*dep. fed. AC 1999-2002.

               

José Aleksandro da Silva nasceu em Pereiro (CE) no dia 6 de julho de 1965, filho de Domiciniano Severino da Silva e de Aldenora Alves e Silva.

Ingressou na política em 1990, ao filiar-se ao Partido Popular Brasileiro (PPB), no qual permaneceu até 1996. Nesse período, já em Rio Branco, no estado do Acre, foi administrador da Santa Casa de Misericórdia até 1992, quando foi nomeado chefe de gabinete da Secretaria de Transportes e Obras Públicas do município. Elegeu-se vereador em Rio Branco em 1992 e em 1996, dessa vez já na legenda do Partido da Frente Liberal (PFL).  Também em 1996 iniciou o curso de filosofia na Faculdade de Teologia de Manaus.

No pleito de 1998 elegeu-se deputado federal na legenda do PFL. Assumiu o mandato na Câmara em fevereiro de 1999, e em 2000 filiou-se ao Partido Social Liberal (PSL). Nesse mesmo ano, o então governador do Acre, Jorge Viana (1999-2007), do Partido dos Trabalhadores (PT), solicitou ao Ministério Público Federal que apurasse sua participação em um suposto plano para matá-lo. Ainda em 2000, foi indiciado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Narcotráfico por envolvimento com crime organizado, sonegação fiscal e falso testemunho prestado à CPI. O relatório foi encaminhado ao governo federal e ao Ministério Público.

Em 2001, participou da comitiva da CPI da Grilagem, que colheu depoimentos em Manaus para a investigação sobre a ocupação de terras públicas na Amazônia. No mesmo ano, retirou sua assinatura do requerimento de criação da CPI da Corrupção, desejada pela oposição para apurar denúncias contra o governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), tornando-se um dos responsáveis por sua não instalação. Ainda em 2001, o ministro Sydney Sanches, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou à Câmara pedido de licença para processá-lo devido à acusação do Ministério Público Federal de que ajudara o irmão, Alexandre Alves, a fugir de um presídio no Acre. O STF já havia solicitado à Câmara licença para instaurar dois processos criminais contra Aleksandro, com base em acusações de sonegação, falsificação e extravio de documentos, e fraude em licitação. Na ocasião alegou inocência, atribuiu as acusações à perseguição política e questionou juridicamente a obtenção das provas.

Em 2002, a Procuradoria Geral da República o acusou perante o STF de ameaça de assassinato do governador Jorge Viana. No mesmo ano, seu mandato foi cassado pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados.

 

FONTES: Folha de S.Paulo (online) 16 jul., 18 nov. e 05 dez. 2000; 15 mar., 11 maio e 12 dez. 2001; 03 abr. 2002; 07 jun. 2003. BRASIL. Disponível em : <http://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em : 04 nov. 2009; Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em : <http://www.camara.gov.br

/intert/deputado/DepNovos_Detalhe.asp?id=100721&leg=51>. Acesso em : 06 nov. 2009; STJ. 

 

 

 

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