ALZIRA VALDELICE PIRES EWERTON

Ajuda
Busca

Acervos
Tipo
Verbete

Detalhes

Nome: EWERTON, Alzira
Nome Completo: ALZIRA VALDELICE PIRES EWERTON

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
EWERTON, ALZIRA

EWERTON, Alzira

*dep. fed. AM 1995-1999.

Alzira Valdelice Pires Ewerton nasceu em Guajará-Mirim (RO) no dia 15 de julho de 1952, filha de Odocil Pires de Almeida e de Francisca Emiliana de Paula.

Advogada e professora, ingressou em 1975 na Faculdade de Direito do Estado do Amazonas, em Manaus. No ano seguinte, matriculou-se na Faculdade de Administração, também na capital amazonense. Em 1978, bacharelou-se em direito e abandonou o curso de administração.

Entre 1979 e 1980, foi professora da Fundação Universidade do Amazonas (FUA) e chefe do serviço jurídico da Legião Brasileira de Assistência (LBA), ambas na capital amazonense. De 1980 a 1981, foi assessora jurídica da Companhia de Desenvolvimento Agrícola de Rondônia (Codaron), em Porto Velho, e da Associação Territorial e Extensão Rural de Roraima (Aster), em Boa Vista. Em 1984, tornou-se juíza de direito do Tribunal de Justiça (TJ) e juíza eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), ambos em Manaus. Diretora cultural da Associação dos Magistrados do Amazonas em 1991, dois anos depois deixou o TJ e o TRE. Ainda em 1993, filiou-se ao Partido Progressista Reformador (PPR).

Nas eleições de outubro de 1994, elegeu-se deputada federal pelo Amazonas numa coligação formada, além do PPR, pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido da Frente Liberal (PFL) e Partido Progressista (PP). Tomando posse em fevereiro de 1995, passou a integrar, como titular, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados. Em agosto, ingressou no Partido Progressista Brasileiro (PPB), resultante da fusão do PPR com o PP.

Entre as principais votações ocorridas na Câmara ao longo desse ano, votou a favor da emenda que prorrogava por 18 meses a vigência do Fundo Social de Emergência (FSE), rebatizado de Fundo de Estabilização Fiscal (FEF), ausentando-se das demais votações.

Em 1996, após deixar a Comissão de Ciência e Tecnologia, passou a integrar como titular a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Em março desse ano, apresentou emenda ao projeto de lei das telecomunicações, defendendo a manutenção, até 31 de dezembro de 2002, do limite do capital estrangeiro proposto pelo governo. Em novembro, mudou mais uma vez de legenda, ingressando no Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Entre as principais votações ocorridas na Câmara em 1996, votou a favor da reforma da previdência e da recriação do imposto do cheque, que deixou de ter o nome de Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF) e passou a se chamar Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), entre outros.

Em janeiro de 1997, votou a favor do projeto de emenda constitucional que permitia aos integrantes do Poder Executivo concorrerem à reeleição, ratificando sua posição no mês seguinte, quando foi aprovado no segundo turno de votação na Câmara dos Deputados. Em novembro, manifestou-se a favor do projeto de reforma administrativa do governo que, ao ser aprovado, acabou com a estabilidade do servidor público.

No pleito de outubro de 1998, concorreu à reeleição na legenda da coligação integrada pelo PSDB, mas só obteve uma suplência. No mês seguinte, votou a favor do projeto do governo de reforma da previdência que fixou um valor máximo para aposentadorias no setor público, bem como a idade mínima e o tempo de contribuição no setor privado. Permaneceu na Câmara dos Deputados até o fim de janeiro de 1999, quando se encerraram o seu mandato e a legislatura.

Teve cinco filhas.

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1995-1999); Estado de S. Paulo (28/11/97); Folha de S. Paulo (10/3/96 e Especial 6/11/98); Globo (29/1/97); Olho no Congresso/Folha de S. Paulo (14/1/96 e 30/1/97) TRIB. REG. ELEIT. AM. Relação (1998).

 

Para enviar uma colaboração ou guardar este conteúdo em suas pesquisas clique aqui para fazer o login.

CPDOC | FGV • Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil
Praia de Botafogo, 190, Rio de Janeiro - RJ - 22253-900 • Tels. (21) 3799.5676 / 3799.5677
Horário da sala de consulta: de segunda a sexta, de 9h às 16h30
© Copyright Fundação Getulio Vargas 2009. Todos os direitos reservados