ANTONIO FLORENCIO DE QUEIROS

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Nome: FLORÊNCIO, Antônio
Nome Completo: ANTONIO FLORENCIO DE QUEIROS

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
FLORÊNCIO, ANTÔNIO

FLORÊNCIO, Antônio

*dep. fed. RN 1971-1987.

 

Antônio Florêncio de Queirós nasceu em Pau dos Ferros (RN) no dia 21 de março de 1926, filho de João Florêncio de Queirós e de Francisca Alzira do Rego.

Formou-se contador pela Escola Técnica de Comércio Cândido Mendes, da Academia de Comércio do Rio de Janeiro, em 1952, e em economia pela Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro, em 1956. Industrial, foi vice-presidente do Sindicato da Indústria de Extração do Sal do Rio Grande do Norte e representante da indústria salineira desse estado no grupo de trabalho criado junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE). Foi membro dos conselhos de administração dos Terminais Salineiros do Rio Grande do Norte e deliberativo da Sociedade de Transportes do Rio Moçoró (RN). Realizou viagens de estudos sobre métodos de produção e transporte de sal, visitando a Europa em 1962, os Estados Unidos em 1964, as Bahamas em 1967, e ainda a França e a Tunísia. Em 1968 tornou-se membro do conselho fiscal da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No pleito de novembro de 1970 foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Norte na legenda da Aliança Renovadora Nacional (Arena), assumindo o mandato em fevereiro de 1971. Nesse ano deixou o conselho da CNI e durante a legislatura foi vice-presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, membro da Comissão de Transportes, Comunicações e Obras Públicas e suplente da Comissão de Fiscalização Financeira e Tomada de Contas da Câmara.

Em 1974 seu nome figurou numa lista de 12 possíveis candidatos a governador do Rio Grande do Norte na legenda da Arena. Mas o escolhido foi Tarcísio Maia (1975-1979), que não constava da lista. Durante a campanha para reeleger-se à Câmara, naquele mesmo ano, rompeu, em companhia de mais quatro deputados, com o ex-governador Dinarte Mariz (1956-1961), que tinha grande influência política no estado. Isso não impediu, contudo, que obtivesse novamente o mandato no pleito de novembro. Durante a nova legislatura, foi quarto suplente da mesa da Câmara, mais uma vez vice-presidente da Comissão de Ciências e Tecnologia e suplente da Comissão de Finanças.

Reeleito em novembro de 1978 na legenda da Arena, com a extinção do bipartidarismo em 29 de novembro de 1979 e a conseqüente reformulação partidária, filiou-se ao Partido Democrático Social (PDS). Nessa legislatura, foi novamente vice-presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia e suplente da Comissão de Finanças. No pleito de novembro de 1982, voltou a ser reeleito para mais um período legislativo.

Foi diretor-presidente da Indústria Química Alcanorte.

Faleceu no Rio de Janeiro no dia 11 de abril de 1991.

Era casado com Neusa Casares de Queirós, com quem teve dois filhos.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados; CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1971-1975, 1975-1979 e 1979-1983); Estado de S. Paulo (19/12/82); NÉRI, S. 16; Perfil (1972 e 1980); Veja (17/4/91).

 

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