ANTONIO JOSE MIGUEL FEU ROSA

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Nome: ROSA, Feu (1)
Nome Completo: ANTONIO JOSE MIGUEL FEU ROSA

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
ROSA, FEU (1)

ROSA, Feu

*dep. fed. ES 1967-1971 e 1979-1983.

Antônio José Miguel Feu Rosa nasceu em Vitória no dia 25 de fevereiro de 1934, filho de Pedro Feu Rosa e de Leonor Miguel Feu Rosa. Seu irmão João Miguel Feu Rosa foi deputado federal pelo Espírito Santo na legislatura 1995-1999, quando iniciou novo mandato.

Em 1954, Feu Rosa concluiu o curso de administração pública da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, e, em 1956, bacharelou-se em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito do Espírito Santo.

Iniciou sua carreira política elegendo-se em novembro de 1962 deputado à Assembléia Legislativa do Espírito Santo na legenda da União Democrática Nacional (UDN). Assumiu sua cadeira em fevereiro do ano seguinte e, após o movimento político-militar de março de 1964, com a extinção dos partidos políticos pelo Ato Institucional nº 2 (27/10/1965) e a posterior instauração do bipartidarismo, filiou-se ao partido do governo, a Aliança Renovadora Nacional (Arena).

No pleito de novembro de 1966 elegeu-se deputado federal por seu estado, já na legenda da Arena, assumindo sua cadeira em fevereiro de 1967, após deixar a Assembléia capixaba. Membro da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, permaneceu nessa casa até o final do mandato, em janeiro de 1971. Candidatou-se mais uma vez a deputado federal pelo Espírito Santo em novembro de 1974, mas obteve apenas uma suplência, não chegando a exercer o mandato. Conseguiu eleger-se novamente em novembro de 1978, ainda na legenda da Arena, e assumiu sua cadeira na Câmara Federal em fevereiro de 1979. Em maio desse ano defendeu na tribuna o chefe do Gabinete Civil da Presidência da República, general Golberi do Couto e Silva, das acusações que lhe eram feitas por alguns parlamentares. Com a extinção do bipartidarismo em 29 de novembro de 1979 e a conseqüente reformulação partidária, filiou-se ao partido governista, o Partido Democrático Social (PDS). Nessa legislatura foi membro das comissões de Constituição e Justiça e de Relações Exteriores e suplente da Comissão de Economia, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados.

No pleito de novembro de 1982 concorreu ao cargo de vice-governador de seu estado na legenda do PDS, cuja chapa era encabeçada por Carlos von Schilgen, mas foi derrotado pelo candidato do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Deixou a Câmara ao final de seu mandato, em janeiro de 1983.

Abandonando a carreira política, Feu Rosa ingressou na magistratura, vindo a ocupar as funções de desembargador. Posteriormente, tornou-se presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

Exerceu ainda a atividade de jornalista, tendo sido diretor-superintendente de A Tribuna, da capital de seu estado.

Casou-se com Valéria Balillari Valls Feu Rosa, com quem teve dois filhos.

Publicou diversos trabalhos na área de direito constitucional e direito penal.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados; CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (6 e 9); Estado de S. Paulo (10/8/82); Jornal do Brasil (11/5/79); NÉRI, S. 16; Perfil (1980); TRIB. SUP. ELEIT. Dados (6 e 8).

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