BARROS, GENESIO DE

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Nome: BARROS, Genésio de
Nome Completo: BARROS, GENESIO DE

Tipo: BIOGRAFICO


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BARROS, Genésio de

*dep. fed. GO 1979-1987, 1989-1990.

Genésio Vieira de Barros nasceu em Morrinhos (GO) em 2 de setembro de 1941, filho de Herculano Vieira de Barros e Levinda Cândida de Barros.

Ingressou na vida pública em 1961 como chefe do Serviço de Pessoal e chefe de gabinete dos secretários de Viação e Obras Públicas e de Administração da Prefeitura de Goiânia. Em 1965 tornou-se chefe de gabinete do diretor-geral do Departamento de Telecomunicações de Goiás.

Formou-se bacharel em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás em 1966. Nesse mesmo ano, tornou-se secretário particular do governador Otávio Lage de Siqueira (1966-1971).

Em novembro de 1966 elegeu-se deputado estadual na legenda da Aliança Renovadora Nacional (Arena), agremiação de apoio ao regime militar vigente desde abril de 1964. Assumiu o mandato em fevereiro de 1967 e, durante esse ano, foi líder da bancada. Em novembro de 1970, reelegeu-se e em novembro de 1974 conseguiu o terceiro mandato consecutivo. Durante essa legislatura, tornou-se líder do governo.

Em novembro de 1978, elegeu-se deputado federal e integrou a Comissão de Minas e Energia.

Com a extinção do bipartidarismo, em 29 de novembro de 1979, e a conseqüente reformulação partidária, ingressou no Partido Democrático Social (PDS), que deu seguimento à linha de atuação da Arena. Em 1979 foi suplente da comissão de Saúde, em 1980, ocupou a presidência da Comissão de Minas e Energias, permanecendo ligado a ela até o ano seguinte [informação que encontrei no site é que participou da comissão em 1979, 1981 e 1983]. Ainda Em 1981, viajou a Washington para participar de um estágio sobre a política internacional americana e foi membro da Delegação Parlamentar Brasileira no 51º Congresso Mundial de Asta, no Havaí. Em novembro de 1982, reelegeu-se, já filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Em 1983 foi suplente da comissão de Educação e cultura.

Em 25 de abril de 1984 votou a favor da emenda Dante de Oliveira, que, apresentada na Câmara, propôs o restabelecimento das eleições diretas para presidente da República em novembro daquele ano. Como a emenda não obteve o número de votos indispensáveis à sua aprovação — faltaram 22 para que o projeto pudesse ser enviado à apreciação pelo Senado —, no Colégio Eleitoral, reunido em 15 de janeiro de 1985, votou no candidato oposicionista Tancredo Neves, eleito presidente da República pela Aliança Democrática, união do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) com a dissidência do PDS abrigada na Frente Liberal, que derrotou o candidato do regime militar, Paulo Maluf. Tancredo não chegou a tomar posse, vindo a falecer em 21 de abril de 1985. Seu substituto foi o vice José Sarney, que já vinha exercendo interinamente o cargo desde 15 de março desse ano.

Em novembro de 1986, Genésio de Barros candidatou-se à reeleição, mas não foi bem- sucedido, alcançando apenas a segunda suplência. Permaneceu na Câmara até 13 de janeiro de 1987, quando renunciou ao mandato para assumir o cargo de diretor de Operações da Companhia de Financiamento da Produção (CFP) do Ministério da Agricultura. Na legislatura 1987-1991, ocupou uma cadeira na Câmara entre 16 de fevereiro de 1989 e 9 de janeiro de 1990, na vaga do deputado Fernando Cunha e se afastou em.

Em outubro de 1990 candidatou-se novamente, mas de novo não foi eleito. Cinco anos depois, tornou-se presidente da Companhia de Armazéns e Silos do estado. Permaneceu nesse cargo até 1997, quando assumiu a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional no governo de Maguito Vilela (1995-1998). Em 1999, passou a dedicar-se exclusivamente ao escritório de advocacia.

Em 2006 tornou-se vice-presidente do diretório do PMDB de Goiânia. Foi também membro do diretório municipal de Morrinhos, delegado do Diretório Regional à Convenção Nacional do partido e do Diretório Municipal à Convenção Regional, foi chefe do Serviço de Pessoal e chefe de gabinete dos secretários municipais de Viação e Obras Públicas e de Administração da Prefeitura Municipal de Goiânia, diretor-geral do Departamento de Telecomunicações do Estado, além de professor e proprietário do Colégio 5 de Julho em Goiânia.

Casou-se com Lindalva Milhomem de Barros, com quem teve quatro filhos.

 

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertórios (1979-1983, 1983-1987); Estado de S. Paulo (3/12/80); Folha de S. Paulo (13/1/85); INF. BIOG.; Jornal do Brasil (11/11/81); TRIB. REG. ELEIT. GO.

 

http://www.assembleia.go.gov.br/conheca_assembleia/parlamentares/1947_2002/GENESIO_VIEIRA_DE_BARROS.htm

http://www.seplan.go.gov.br/

http://www2.camara.gov.br/deputados/index.html/loadFrame.html

http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Bastidores&subsecao=Politica&idjornal=190

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