Antônio Milton Cardias

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Nome: CARDIAS, Milton
Nome Completo: Antônio Milton Cardias

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:

CARDIAS, Milton

*dep. fed. RS 2003-2005, 2006-2007


 

Antônio Milton Cardias nasceu em Guarapuava (PR) no dia 5 de maio de 1948, filho de Custódio Cardias e de Guilhermina de Souza Cardias.

Pastor evangélico, em 1984, filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), tornando-se membro do Diretório Municipal da agremiação em Coronel Bicaco (RS). Ainda na década de 1980, foi secretário municipal de Obras e secretário municipal de Agricultura desta cidade. Em 1987 deixou o PDT para filiar-se, no ano seguinte, ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), legenda na qual permaneceu até 1992. Formou-se em 1998 como técnico em teologia pelo Curso Teológico Elohim, em São Paulo, e ainda neste ano, tornou-se diretor social da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Panambi (RS).

Em 2001, filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), pelo qual concorreu a uma vaga de deputado federal pelo Rio Grande do Sul no pleito de outubro de 2002. Com 40.804 votos, obteve apenas uma suplência. Exerceu o mandato de fevereiro de 2003 a novembro de 2005, e de 28 de novembro seguinte até o término da legislatura. Integrou como titular a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados e, em agosto de 2003, votou favoravelmente ao Projeto de Emenda Constitucional (PEC) enviado ao Congresso pelo governo federal que previa, entre outras medidas, a adoção da contribuição dos inativos e a instituição de um teto salarial para aposentadorias dos futuros servidores públicos. Foi autor, entre outros, de um projeto de lei na Câmara obrigando todas as rádios e televisões do país a dedicar, no mínimo, três horas por dia a programas religiosos. A proposta foi rejeitada pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.

Nas eleições de outubro de 2006, candidatou-se à reeleição e não conseguiu eleger-se. Deixou o mandato federal em 31 de janeiro de 2007, quando findou a legislatura.

Afastado da vida pública, passou a se dedicar à atividade religiosa na Igreja Evangélica Assembleia de Deus, da qual tornou-se pastor e presidente.

Marcia Gomes

 

FONTES: Jornal Folha de São Paulo (10/08/2003. 27/08/2003, 21/01/2004 e 21/07/2005); Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em: <http://www2.camara.gov.br>. Acesso em 08/03/2009; Portal da Convenção das Igrejas Evangélicas e Pastores da Assembleia de Deus no Estado do Rio Grande do Sul. Disponível em: <http://www.ciepadergs.com.br>. Acesso em 02/09/2013; Portal do Tribunal Regional Eleitoral-RS. Disponível em: <http://www.tre-rs.gov.br>. Acesso em 08/03/2009; Portal Tribunal Superior Eleitoral. Disponível em: <http://www.tse.gov.br>. Acesso em 08/03/2009.

 

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