Marcelo Costa e Castro

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Nome: CASTRO, Marcelo
Nome Completo: Marcelo Costa e Castro

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
CASTRO, MARCELO

CASTRO, Marcelo

*dep. fed. PI 1999-

 

Marcelo Costa e Castro nasceu em São Raimundo Nonato (PI), no dia 9 de junho de 1950, filho de José Dias de Castro e de Clotilde Costa e Castro. Seu pai foi prefeito de sua cidade natal.

Em 1969, iniciou sua vida profissional como professor de física na Escola Técnica Federal do Piauí, em Teresina, função que exerceria até 1989. Formou-se em medicina na Universidade Federal do Piauí (UFPI) em 1974. No ano seguinte, transferiu-se para Salvador e especializou-se em psiquiatria na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Mudou-se para o Rio de Janeiro e, entre 1977 e 1978, fez residência em psiquiatria na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 1977 trabalhou nas clínicas psiquiátricas Casa de Saúde Dr. Eiras e Mayer Gross.

Iniciou-se na política filiando-se à Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido de sustentação do regime militar instaurado no Brasil em 1964. No pleito de novembro de 1978, concorreu sem sucesso a uma vaga de deputado estadual no Piauí. Voltou ao Rio de Janeiro e, ainda em 1978, tornou-se professor de psiquiatria e de residência médica em psiquiatria na Universidade Federal Fluminense (UFF), onde permaneceria até 1980. Em 1979, coordenou o curso de psicopatologia e o internato da UFF e coordenou o plantão médico da clínica psiquiátrica Sanatório Santa Juliana. Com o fim do bipartidarismo nesse mesmo ano, filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Em 1980 retornou a Teresina e, aprovado por concurso, tornou-se professor da UFPI e médico do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps).

Nas eleições de novembro de 1982 elegeu-se deputado estadual na legenda peemedebista. Nos pleitos de 1986 e 1990 voltou a garantir uma vaga na Assembleia Legislativa do Piauí. Em 1995, foi nomeado presidente do Instituto de Assistência e Previdência do Estado do Piauí (Iapep) pelo governador Mão Santa (1995-1999). Desligou-se do cargo em abril de 1998.

No pleito realizado em outubro desse ano, concorreu a uma vaga de deputado federal pelo Piuaí na legenda do PMDB. Eleito com a maior votação do estado, foi empossado em fevereiro de 1999 e em março votou a favor da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). No ano seguinte, licenciou-se ao ser nomeado secretário da Agricultura do Piauí, na gestão do governador Mão Santa (1995-2001). Retornou à Câmara dos Deputados em 2001 e posicionou-se novamente a favor da prorrogação da CPMF. Nas eleições de outubro de 2002, reelegeu-se deputado federal pelo Piauí na legenda do PMDB. Na proposta de mudança constitucional defendida pelo governo Luís Inácio Lula da Silva (2003-), votou a favor da reforma da previdência.

Em outubro de 2006 reelegeu-se deputado federal pelo Piauí na legenda peemedebista. Participou como titular da Comissão Permanente de Agricultura e Política Rural; de Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; de Legislação Participativa; de Minas e Energia; de Seguridade Social e Família; de Trabalho, Administração e Serviço Público e de Viação e Transportes.  Presidiu ainda a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo.

Reelegeu-se deputado federal, no pleito de 2010, pelo PMDB. Segundo o jornal  Globo, teve o seu nome cotado para assumir o Ministério do Turismo, em 2011, sob indicação do  líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves.

Atuou, como membro titular, nas Comissões de Fiscalização Financeira e Controle, de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Foi, também, membro titular da Comissão Especial que tratou do projeto de lei (PL) 0323/07, sobre a aplicação dos royalties do petróleo, e da Comissão que debateu a emenda constitucional (EC) 196/12, acerca do voto aberto em sessões que tratassem sobre a perda de mandato parlamentar.

Reeleito em Outubro de 2014 com 111 mil votos, foi empossado em seu quinto mandato na Câmara em Fevereiro seguinte. Atuou, em 2015, como relator na Comissão Especial que discutiu a Reforma Política, na qual defendeu a adoção do sistema eleitoral distrital misto. No relatório, porém, cedeu à maioria e propôs o sistema estritamente majoritário, o financiamento misto de campanha, mandatos de cinco anos para todos os cargos eletivos, além do fim da prerrogativa de reeleição para poder Executivo.

No mês de Setembro, na eminência de uma reforma ministerial visando a reorganização da base de apoio ao governo federal, esteve cotado para assumir o Ministério da Saúde.

Casou-se com Savina Amália Marinho Magalhães, com quem teve quatro filhos.

 

Carolina Gonçalves

 


FONTES: Portal da Assembléia Legislativa do Estado do Piauí. Disponível em: <http: //www.alepi.pi.gov.br>. Acesso em 01/10/2009; Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em: <http://www2.camara.leg.br>. Acesso em 01/12/2009 e 28/10/2013; Portal Jornal O Globo. Disponível em: <http://oglobo.globo.com>. Acesso em 28/10/2013; Portal do TRE – PI. Disponível em: <http://www.tre-pi.gov.br>. Acesso em 01/12/2009. 

  

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