Armando Alves Junior

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Nome: CORONEL ALVES
Nome Completo: Armando Alves Junior

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:

CORONEL ALVES

*dep. fed. AP 2003-2005, 2006-2007


 Armando Alves Junior nasceu em Belém no dia 2 de setembro de 1959, filho de Armando Alves e de Ana Maria Alves.

Tornou-se policial militar, tendo recebido uma medalha de dedicação à Polícia Militar de Macapá em 1990. Foi diretor do Complexo Penitenciário de Macapá entre 1991 e 1992. No ano seguinte, tornou-se subchefe e, em 1994, chefe da Casa Militar de Macapá. Entre 2001 e 2003 foi presidente da Associação dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do ex-território Federal do Amapá.

Em 2002 filiou-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), elegendo-se deputado federal neste mesmo ano por sua legenda. Iniciou o mandato em fevereiro de 2003, e pouco depois, trocou de legenda e tornou-se membro do Partido Liberal (PL), do qual foi vice-líder até 2005, cargo que voltaria a exercer em 2006. Também foi, entre 2003 e 2004, vice-líder do bloco que reuniu o PL e o Partido Social Liberal (PSL). Ainda n esta legislatura foi primeiro vice-presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, e titular da Comissão Permanente de Relações Exteriores e Defesa Nacional. Foi ainda representante titular na convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) contra a corrupção. Participou também das seguintes frentes parlamentares: em defesa da vida contra o aborto; da legítima defesa; em defesa da regularização fundiária dos estados da Amazônia; em defesa dos portadores de necessidades especiais; em defesa do voto aberto.

Em 2004, na ação deflagrada pela Polícia Federal denominada Operação Pororoca, foi investigado por suposto envolvimento em um esquema de fraudes em obras públicas no Amapá. No ano seguinte, licenciou-se da Câmara para exercer o cargo de secretário extraordinário de governo do estado do Amapá em Brasília, na gestão de Valdez Góis (2003-2007).

Em Junho de 2006, a Comissão Parlamentar de Inquérito que ficou conhecida como CPI das Sanguessugas investigou um esquema fraudulento de compra de ambulâncias com superfaturamento propiciado por emendas orçamentárias individuais de deputados federais, entre as quais quatro de sua autoria. Nada contra si foi comprovado.

Nas eleições de Outubro daquele ano, tentou obter novo mandato de deputado federal, mas obteve apenas uma suplência. Deixou a Câmara dos Deputados em fevereiro de 2007, ao final da legislatura.

Em Abril de 2008, o Ministério Público Federal no Amapá arquivou o processo da Polícia Federal que o investigou por fraude quatro anos antes.

Não voltou a candidatar-se para cargos eletivos.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (2003-2007); Portal do Ministério Público Federal. Notícias do MPF (07/08/2007). Disponível em: <http:// noticias.pgr.mpf.gov.br>. Acesso em 15/10/2009.

 

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