Vilson Luís Covatti

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Nome: COVATTI, Vilson
Nome Completo: Vilson Luís Covatti

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
COVATTI, Wilson

COVATTI, Vilson

*dep. fed. RS 2007-2011, 2011-

 


Vilson Luís Covatti nasceu em Palmitinho (RS) no dia 26 de janeiro de 1957, filho de Ivalino Covatti e de Maria Alice Rozzo Covatti.

Formou-se em administração pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) no campus de Frederico Westphalen (RS). Também diplomou-se em ciências jurídicas pela Universidade de Cruz Alta (Unicruz) e em ciências e em matemática pela Universidade de Passo Fundo (UPF).

Filiado ao Partido Progressista (PP), em 1982 elegeu-se vereador em Frederico Westphalen. Em 1994 foi eleito deputado estadual pelo mesmo partido, sendo reeleito em 1998 e em 2002. Foi presidente da Assembleia Legislativa gaúcha em 2003.

Em 2006, candidatou-se a deputado federal e foi eleito com 2,86% dos votos. Assumiu o mandato em fevereiro de 2007. Neste ano, na ocasião da votação da PEC que propunha a prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011, posicionou-se favoravelmente à proposta, que, porém, acabou rejeitada no Senado Federal. No ano seguinte, em Junho, também votou pela criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), que, segundo a oposição ao governo Lula seria uma tentativa de recriar a CPMF. Ainda em 2008, foi autor do Projeto de Lei n°3001/08, que propunha que os médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) fossem considerados isentos na declaração do Imposto de Renda, mas teve sua proposta rejeitada pela Comissão de Finanças e Tributação em Maio de 2009.

Em 2008, depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir a prática do nepotismo nos três poderes, exonerou dois cunhados que trabalhavam em seu gabinete e contratou suas esposas para substituí-los. As novas contratações se beneficiariam de uma brecha na lei, que não considerava concunhados como parentes diretos. As críticas às novas contratações o fizeram exonerar posteriormente as duas funcionárias. Foi também indiciado pelo Ministério Público por compra de votos e abuso do poder econômico. Segundo a denúncia, teria usado os albergues que possuía para hospedar pessoas do interior do Rio Grande do Sul que precisavam de tratamento de saúde em Porto Alegre. A hospedagem nos albergues foi considerada fonte de captação de votos na campanha eleitoral de 2006. Em março de 2009, porém, foi absolvido das acusações pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em abril de 2009, participou da primeira sessão de trabalho da Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em São Tomé e Príncipe. A CPLP tinha como principal objetivo consolidar a cooperação entre os países de língua portuguesa. Participou ainda da Frente Parlamentar pela Modernização da Aduana Brasileira e da comissão sobre estiagem no Rio Grande do Sul, que tinha entre seus objetivos formular políticas públicas permanentes que auxiliassem os agricultores contra os prejuízos da estiagem no Sul do país.

Como membro da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), foi relator do Projeto de Lei n°2971/04, aprovado pela Câmara, que instituiu a figura do pai social, com as mesmas características, direitos e deveres já existentes para a mãe social (funcionária de abrigo responsável pelo atendimento em período integral de crianças e adolescentes em situação de risco). Integrou também a comissão parlamentar de inquérito para apurar a violência urbana.

Em 2010, embora cotado para candidato a vice-governador do Rio Grande Sul na chapa tucana que teria a governadora Yeda Crusius como principal nome, concorreu por um novo mandato parlamentar. Na ocasião do pleito, foi reeleito com 125 mil votos. Empossado na nova legislatura em Fevereiro de 2011, passou a integrar, além da CCJC, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, no qual atuou também como relator no processo de cassação do mandato da deputada Jacqueline Roriz, rejeitado em Agosto, em concordância com o parecer do relator. No mês de Setembro, inicialmente candidato à uma vaga de ministro do Tribunal de Contas da União, retirou seu nome e desistiu de pleitear o cargo às vésperas da sessão de votação.

Foi ainda membro da executiva nacional do PP.

Casado com Silvana Covatti, deputada estadual pelo Rio Grande do Sul, teve três filhos.

 

 

FONTES: Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em: <www.camara.gov.br>. Acesso em 08/10/2009; Portal Congresso em Foco. Disponível em: <http://www.congressoemfoco.uol.com.br/>. Acesso em 01/12/2014; Portal Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Disponível em: <http://www.cplp.org/Default.aspx>. Acesso em 08/10/2009; Portal Folha de S. Paulo. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 08/10/2009; Portal pessoal do dep. fed. Vilson Covatti. Disponível em: <http://www. vilsoncovatti.com.br/>. Acesso em 08/10/2009; Portal do PP. Disponível em: <http://www.pp.org.br/>. Acesso em  8/10/2009; Portal do Tribunal Superior Eleitoral. Disponível em: <http://www.tse.jus.br/>. Acesso em 01/12/2014; Portal Zero Hora. Disponível em: <http://www.zh.clicrbs.com.br/>. Acesso em 04/12/2014;

 

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