Benedito Dias de Carvalho

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Nome: DIAS, Benedito
Nome Completo: Benedito Dias de Carvalho

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:

DIAS, Doutor Benedito

*dep. fed. AP 1999-2007

 

Benedito Dias de Carvalho nasceu em Chaves (PA) no dia 1 de dezembro de 1957, filho de Elpidio Magalhães de Carvalho e Adair Dias de Carvalho.

Formou-se em Medicina pela Faculdade Estadual de Medicina do Pará em 1981, e trabalhou em diversas clínicas e hospitais da rede pública e privada nos estados do Pará, Amapá e São Paulo.

Em 1994, filiou-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), no qual permaneceu até 1998, quando ingressou no Partido da Frente Liberal (PFL), por cuja legenda elegeu-se deputado federal pelo estado do Amapá. No anos seguinte, porém, já no exercício do mandato, Neste ano, transferiu-se para o Partido Progressista Brasileiro (PPB)

Reelegeu-se em 2002, pela legenda do PPB, que, no ano seguinte, foi substituída pela do novo Partido Progressista (PP), ao qual o deputado manteve-se filiado.

Ao longo dos dois mandatos, integrou as Comissões Permanentes da Amazônia e de Desenvolvimento Regional, do Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, da qual, inclusive, foi primeiro vice-presidente, em março de 2005), da Seguridade Social e Família, que presidiu entre março de 2005 e março de 2006, e da Comissão do Turismo e Desporto. Participou ainda das Comissões especiais do Recurso da Seguridade Social ao Sistema Único de Saúde (SUS), , entre outras.

Em junho de 2006, foi acusado de envolvimento no esquema da compra superfaturada de ambulâncias que se tornou conhecido como “Máfia dos sanguessugas”. Negou qualquer participação no esquema das ambulâncias, embora tenha confirmado o recebido R$ 40 mil da empresa Planam, implicada no caso, e que teriam sido destinados ao financiamento de sua campanha para reeleição em 2002. O valor teria sido repassado em duas parcelas, depositadas na conta de sua mulher e assessora, Márcia Barifaldi Hirs, em abril de 2002 Em sua defesa alegou que não havia ligação entre os dois depósitos e as emendas para compra de ambulâncias. Cerca de oito meses depois, investigado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que se formou para apurar o caso, foi denunciado e indiciado pela Polícia Federal.

Tentou a reeleição para a Câmara em outubro de 2006, mas não teve sucesso. Em 2007 foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por crime de peculato e falsidade ideológica. Segundo a acusação, teria cadastrado sua empregada doméstica como secretária de seu gabinete parlamentar e apropriado do salário que esta teria direito como secretária. 

Afastado da atividade política, voltou a dedicar-se à medicina.

Casou-se com Márcia Barifaldi Hirs.

 


FONTES: Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em <http://www2.camara.gov.br/>. Acesso em 26/10/2009; Portal do jornal Folha de São Paulo. Disponível em: <http://www.folha.uol.com.br>. Acesso em 14/09/2009; Portal da Procuradoria da República no Amapá. Disponível em <http://www.prap.mpf.mp.br>. Acesso em 26/08/2013.

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