DILMAR ROSA DE VASCONCELOS

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Nome: ROSA, Dilmar de Vasconcelos
Nome Completo: DILMAR ROSA DE VASCONCELOS

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
ROSA, Dilmar de Vasconcelos

ROSA, Dilmar de Vasconcelos

* militar; comte. II DN 1979-1982.

 

Dilmar Rosa de Vasconcelos nasceu em Campos (RJ) no dia 23 de dezembro de 1923, filho de Demerval de Vasconcelos Rosa e de Dejanira de Vasconcelos Rosa.

Ingressou na Escola Naval como aspirante em março de 1942, sendo declarado guarda-marinha do corpo de Armada em fevereiro de 1945 e segundo-tenente em janeiro de 1947. Em fevereiro foi encaminhado para o navio-escola  Minas Gerais na função de ajudante de Divisão. Em julho foi designado ajudante de encarregado do contratorpedeiro Bracuí.

Em novembro de 1948 foi indicado para fazer o curso no Centro de Instrução de Tática Anti-Submarina. Promovido a primeiro-tenente em fevereiro de 1949, assumiu em março a função de encarregado de comunicação e adjunto da Divisão do mesmo órgão, a bordo do mesmo contratorpedeiro. Permaneceu nessa função até o mês de setembro, quando foi indicado para encarregado de comunicação da embarcação. Foi promovido ao posto de capitão-tenente em março de 1952.

Em fevereiro de 1956 foi promovido a capitão-de-corveta. Apresentou-se ao Arsenal da Marinha do Rio de janeiro (AMRJ) em maio de 1956 para servir no contratorpedeiro Ajuricaba, na função de encarregado do Departamento de Máquinas. Em maio de 1958 foi designado para o comando da Superitendência de Eletrônica. Em junho de 1959, apresentou-se ao grupo de manutenção do NE Duque de Caxias. Ainda em junho apresentou-se à Comissão de Recebimento de Navios, em Bremeton, Estados Unidos. Em dezembro assumiu a chefia do departamento de máquinas do contratorpedeiro Paraíba.

Em fevereiro de 1961 foi designado inspetor auxiliar de Inspeção de Eficiência do contratorpedeiro Araguari. Em maio foi indicado para fazer o curso de Tática Anti-Submarina Para Comandantes e Imediatos, concluindo-o em julho. Em janeiro do ano seguinte foi dispensado do contratorpedeiro Paraíba, permanecendo adido até março junto à Patrulha Costeira do Nordeste. No mesmo mês foi nomeado comandante da corveta Ipiranga.

Em julho de 1962 assumiu interinamente o comando da Força da Patrulha Costeira do Nordeste. Em outubro seguinte foi promovido a capitão-de-fragata, sendo designado para exercer as funções de adjunto técnico do Departamento de Instalações. Em fevereiro de 1963 serviu no navio mercante Lóide Colômbia, a fim de constituir parte de sua guarnição militar. No mês seguinte assumiu o comando da embarcação. Foi dispensado de suas funções de adjunto técnico do Departamento de Instalações, assumindo ainda as atribuições de encarregado da Divisão de Serviços  Industriais.

Em janeiro de 1964 recebeu a nomeação para o cargo de chefe do Departamento de Instalações, cumulativamente com as funções que já vinha exercendo. Em agosto matriculou-se no curso de Comando e Estado-Maior de Guerra da Escola de Guerra Naval (EGN), concluindo-o em fevereiro de 1965, mês também em que foi indicado para o cargo de encarregado da Divisão de Manutenção e Reparos. Em março recebeu a designação para constituir o grupo de trabalho, que tinha por objetivo estudar um Plano de Melhoramento Logístico para a Marinha do Brasil.

Por ter concluído o curso da EGN, requereu, nesta escola, indicação para o curso Superior de Comando, concluindo-o em julho de 1967. Assumiu posteriormente as funções de encarregado de Bases de Instalações Fixas, ficando dispensado das funções de encarregado da Divisão de Manutenção e Reparos. Em outubro foi promovido ao posto de capitão-de-mar-e-guerra, sendo no mês de dezembro nomeado para o cargo de capitão dos Portos do Estado da Bahia. Em janeiro do ano seguinte fez o curso de Controle e Tráfego Marítimo.

Em fevereiro de 1970 assumiu a vice-diretoria da Diretoria da Aeronáutica da Marinha. Permaneceu neste cargo apenas cinco meses, pois foi nomeado adido naval da embaixada do Brasil no Panamá. Exerceu o cargo até setembro de 1972, data da sua extinção. Passou então a adido das Forças Armadas no Panamá. Em setembro, embarcou  no cruzador Tamandaré, como comandante.

Em março de 1974 foi nomeado diretor de Máquinas da Marinha. Dois meses depois foi designado oficial de gabinete do ministro da Marinha, almirante Geraldo de Azevedo Henning. Porém, neste mesmo mês foi indicado para diretoria interina do Centro de Informação da Marinha (Cenimar), em Brasília. No mês de julho foi promovido ao posto de contra-almirante, sendo em consequência efetivado na diretoria do Cenimar.

Em janeiro de 1975 foi nomeado, novamente, chefe de gabinete do ministro da Marinha, ainda o almirante Henning. Em novembro de 1977 foi promovido ao posto de vice-almirante. Em fevereiro de 1979 passou a exercer o cargo de comandante do II DN, sediado em Salvador, entrando no lugar de Gabriel de Araújo Bastos. Em fevereiro de 1982, foi nomeado para a diretoria de Obras Civis da Marinha, sendo exonerado do comando do II DN, que foi então ocupado por Bernard David Blower

Em julho de 1983, Dilmar Rosa passou para a reserva remunerada, deixando então a vida pública.

Casou-se com Carlota Lídia Lobo de Vasconcelos Rosa, com quem teve um casal de filhos.

 

Mirian de Aragão

 

FONTES: ARQ. MAR.; INF. BIOG.

 

 

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