FRANCISCO REGIS MONTE BARROSO

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Nome: BARROSO, Régis
Nome Completo: FRANCISCO REGIS MONTE BARROSO

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
BARROSO, Régis

BARROSO, Régis

* dep. fed.  CE 1967-1971.

 

Francisco Régis Monte Barroso nasceu em Fortaleza no dia 4 de agosto de 1941, filho de José Parsifal Barroso e de Raimunda Olga Monte Barro­so. Seu pai foi deputado Federal pelo Ceará (1951-1955), ministro da Agricultura (1956) e do Trabalho (1956-1958), senador (1955-­1959), governador do estado (1959-1963) e novamente deputado federal (1971-1979). Seu avô paterno, Hermínio Barroso,  foi deputado federal pelo Ceará de 1918 a 1920, e seu avô materno, Francisco Monte, foi constituinte de 1946 e deputado fe­deral pelo Ceará entre 1946 e1963.

Em 1959, aos 18 anos, Régis foi nomeado por seu pai oficial-de-gabinete do governo do esta­do do Ceará. No ano seguinte formou-se em inglês no English Language Institut, da Universidade de Michigan (EUA). Em 1961, tor­nou-se chefe da Casa Civil do governo esta­dual, cargo em que permaneceu até o fim do mandato paterno (1963). Ainda em 1962 assumiu o cargo de diretor superintendente de Monteiro Refrigerantes S. A. e foi nomeado inspetor fazendário para assuntos de exportação da Secretaria da Fazenda do Ceará.

Bacharel pela Faculdade de Direito do Ceará em 1965, um ano depois concluiu o doutorado em direito público e privado pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFCE), e tornou-se in­dustrial.

Procurador efetivo da Companhia de Água e Esgoto do Estado do Ceará em 1966, no pleito de novembro deste ano elegeu-se deputado federal por seu esta­do na legenda da Aliança Renovadora Nacio­nal (Arena), partido de sustentação ao regime militar vigente no país desde abril de 1964.  Assumindo o mandato em fevereiro de 1967, foi membro titular das comissões de Legislação Social, de Transportes e de Educação. Não candidatou-se à reeleição em novembro de 1970, deixando a Câmara em janeiro de 1971, ao final da legislatura.

                Não retornando à política, passou a se dedicar exclusivamente a atividades empresariais. Ainda em 1971 assumiu a direção da Distribuidora de Bebidas Ltda. (Disbrel), e da Companhia de Desenvolvimento da Pesca (Cepesca), permanecendo neste último cargo até 1975. Diretor gerente da Corretora Verdes Mares entre 1971 e 1977, foi vice-presidente da Fundação Educacional Edson Queirós (Unifor) de 1971 a 1975. Entre 1972 e 1974, foi diretor da Estamparia e Esmaltação do Nordeste S/A (Esmaltec), e diretor da Téco-mecânica Nordeste S/A (Tecnorte). 

                Vice-presidente da Bolsa de Valores do Ceará entre 1973 e 1975, nesse último ano assumiu a presidência do órgão, na qual permaneceria até 1977.

                Paralelamente a essas atividades, exerceu cargos de direção em entidades de representação da classe empresarial cearense e em órgãos do governo estadual. Em  1973 tornou-se vice-presidente e delegado do Sindicato das Indústrias de Bebidas, Águas Minerais e Cervejas  do Estado do Ceará. Entre 1975 e 1979 foi diretor de Crédito do Banco de Desenvolvimento do Estado do Ceará. Em 1983, tornou-se presidente do Sindicato, aí permanecendo até 1988. Vice-presidente da Federação das Indústrias do Ceará no período de 1978 a 1984,  foi também seu diretor entre 1992 e 1994. Foi também diretor da seção cearense do Serviço Nacional da Indústria entre 1978 e 1984 e do Centro Industrial do Ceará entre 1981 e 1987, retornando ao cargo no período 1994-1996.

                Em fevereiro de 2000, era diretor de três empresas do setor de bebidas, de uma empresa de mineração  e de uma empresa agropecuária.

Foi casado com Mara Queirós, com quem teve um filho.  Casou-se pela segunda vez com Heloísa Nóbrega, de quem teve uma filha. Viúvo, casou-se com Teresa Cristina Ferreira Barroso.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados; CÂM. DEP. Deputados brasileiros.  Repertório (1967-1971); CURRIC. BIOG.; INF. FAM.

 

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