GEMINIANO HANNEQUIM DANTAS

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Nome: DANTAS, Hannequim
Nome Completo: GEMINIANO HANNEQUIM DANTAS

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
DANTAS, Hannequim

DANTAS, Hannequim

* militar; dep. fed. BA 1959-1962 e 1967-1975.

 

Geminiano Hannequim Dantas nasceu em Aracaju no dia 4 de agosto de 1900 (ou 1899, segundo o Almanaque do Exército de 1944), filho de Idalino Rodrigues Dantas e de Maria Hannequim Dantas.

Assentou praça no Exército em fevereiro de 1914, tornando-se aspirante em dezembro de 1925, segundo-tenente em janeiro de 1926 e primeiro-tenente em janeiro de 1928. Lota­do no Serviço de Intendência do Exército, ser­via na Bahia quando foi nomeado para o cargo de secretário de Segurança do estado, durante o primeiro governo de Juraci Magalhães (1931-1937).

Promovido a capitão em maio de 1937, passou para a reserva em 1945 (ou 1946).  In­dustrial, em outubro de 1958 candidatou-se a deputado federal pela Bahia na legenda da União Democrática Nacional (UDN), obtendo a quinta suplência.  Ocupou uma cadeira na Câmara de outubro de 1959 a fevereiro de 1960, de julho a agosto de 1960 e de dezem­bro de 1960 a julho de 1962.  No pleito de ou­tubro de 1962, tornou a candidatar-se na le­genda da UDN, ficando na quarta suplência.  Entretanto, não chegou à Câmara na legislatu­ra de 1963-1967.

Em conseqüência da extinção dos parti­dos políticos pelo Ato Institucional nº. 2 (27/10/1965) e da posterior instauração do bipartidarismo, filiou-se à Aliança Renovado­ra Nacional (Arena), em cuja legenda voltou a se candidatar à Câmara no pleito de 1966.  Eleito, assumiu o novo mandato em fevereiro de 1967.  Reeleito em novembro de 1970, no ano seguinte tornou-se membro efetivo da Co­missão de Segurança Nacional e suplente da Comissão de Agricultura e Política Rural da Câmara. Com o fim do mandato em janeiro de 1975, deixou a Câmara dos Deputados, a ela não mais retornando.

Faleceu em Salvador em 11 de agosto de 1983.

Foi casado com Herondina Mascarenhas Dantas, com quem teve dois filhos.

Publicou Manual do reservista (1924), O armamento do Exército brasileiro, sua nomen­clatura (1924) e O tiro de guerra como fator de integração entre civis e militares.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados; CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (6 e 7); Jor­nal do Brasil (12/8/83); MIN. GUERRA. Al­manaque (1944); NÉRI, S. 16; Perfil (1972); TRIB. SUP. ELEIT. Dados (4, 6, 8 e 9).

 

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