LEVI GONCALVES TAVARES

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Nome: TAVARES, Levi
Nome Completo: LEVI GONCALVES TAVARES

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
TAVARES, Levi

TAVARES, Levi 

* religioso; dep. fed. SP 1963-1971.

 

Levi Gonçalves Tavares  nasceu em Juiz de Fora (MG) no dia 30 de agosto de 1932, filho de Levi Airlie Tavares e de Abiael Gonçalves Tavares.

Fez seus primeiros estudos nos colégios Piracicabano e Caetano de Campos, ambos em Piracicaba (SP). Cursou dois anos de química industrial e em 1956 doutorou-se pela Facul­dade de Teologia de São Paulo.

Ministro evangélico, foi favorável ao  reata­mento, em novembro de 1961, das relações diplomáticas e comerciais com a União Sovié­tica, rompidas, desde fins de outubro de 1947. Nas eleições de outubro de 1962 elegeu-se de­putado federal por São Paulo na legenda do Partido Social Democrático (PSD). Assumiu sua cadeira na Câmara em fevereiro de 1963, tornando-se suplente da Comissão de Finan­ças.  Durante a legislatura apoiou uma  refor­ma constitucional que propiciasse uma reforma agrária com assistência plena do Estado aos lavradores e experiências coletivistas; uma reforma bancária, com a criação dos bancos dos municípios e do Banco Agrário Nacional, que também facilitasse a reforma agrária, e uma reforma tributária com medidas que re­duzissem a evasão tributária que vinha ocorrendo no país. Defendeu ainda a criação de um órgão de planejamento e a unificação das pastas militares.

Após o movimento político-militar de 31 de março de 1964, que depôs o presidente João Goulart (1961-1964), com a extinção dos partidos políticos pelo Ato Institucional nº. 2 (27/10/1965) e a posterior instauração do bipartida­rismo, filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao regime militar. Vice-líder de seu partido na Câmara dos Deputados a partir de maio de 1966, foi reeleito nas eleições de novembro desse ano, atuando na nova legislatura como membro da Comissão de Relações Exteriores e vice-presidente da Comissão de Transportes. Nas eleições de novembro de 1970 obteve uma suplência de deputado federal, sempre na legenda da Arena, e em janeiro de 1971, ao final da legislatura, deixou a Câmara dos Deputados. Com a extinção do bipartidarismo em novembro de 1979 e a conseqüente reformulação partidá­ria, em 1983 filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). Abandonando a vida pública, reassumiu suas atividades como pastor evangélico da Igreja Metodista do Brasil.

Casou-se com Maria do Carmo Lino Tava­res, com quem teve três filhos.

Publicou Minha pátria para Cristo.

 

FONTES: CÂM. DEP. Deputados; CÂM.  DEP. Deputados brasileiros.  Repertório (1967-1971, 1975-1979 e 1979-1983); CÂM. DEP. Relação nominal dos senhores; CAMPOS, Q. Fichário; INF. BIOG.

 

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