LOURES, Rocha

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Nome: LOURES, Rocha
Nome Completo: LOURES, Rocha

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
Rodrigo Rocha Loures nasceu no dia em 13 de novembro de 1966 em Curitiba, filho de Rodrigo Costa da Rocha Loures e Vera Lilia Santos da Rocha Loures

LOURES, Rocha

* dep. fed PR 2007-

 

Rodrigo Santos da Rocha Loures nasceu em Curitiba no dia em 13 de novembro de 1966, filho de Rodrigo Costa da Rocha Loures e da artista plástica Vera Lilia Santos da Rocha Loures. Seu pai foi importante líder empresarial no Paraná, tendo sido fundador e proprietário da empresa Nutrimental, e presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) a partir de 2003.

Frequentou o curso primário e secundário no Colégio Dante Alighieri, em São Paulo, cidade onde também concluiu seu curso superior formando-se em administração de empresas na Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 1988. Durante o período universitário, exerceu por um ano a presidência do Diretório Acadêmico do curso entre 1986 e 1987.

De 1989 a 2002 atuou como executivo e diretor na empresa Nutrimental, de propriedade de seu pai, tendo sido um dos responsáveis pelo projeto de criação da linha de barras de cereais Nutry, de grande sucesso comercial e considerado o primeiro projeto brasileiro de desenvolvimento sustentável utilizando produtos da Amazônia. Na empresa, também foi um dos idealizadores da idéia de aplicar parte da receita obtida com o produto nas comunidades daquela região, em projetos sociais administrados pelo Instituto de Estudos Amazônicos (IEA).

Sua atuação política teve início em 2002 quando participou ativamente na campanha ao governo do Paraná de Roberto Requião, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Com a vitória de Requião, Rocha Loures foi nomeado seu chefe de gabinete, função que exerceu até julho de 2004. Nesse período elaborou um programa de geração de emprego e renda de apoio às pequenas e micro-empresas denominado “Troque impostos por emprego”, uma combinação de redução e isenção de tributos para estimular a criação de postos de trabalho. Deixou o governo para coordenar o movimento “Nós Podemos Paraná”, cujo objetivo era propor programas que permitissem ao estado paranaense a antecipação para 2010 das metas do Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, da Organização das Nações Unidas (ONU), previstas para 2015. Os pontos eram erradicação da extrema pobreza, implantação de ensino básico universal, promoção da igualdade entre os sexos, redução da mortalidade infantil, melhoria da saúde materna, combate ao HIV e a outras doenças infecciosas, sustentabilidade ambiental e o estabelecimento de uma parceria mundial para o desenvolvimento sustentável.

Filiou-se ao PMDB em 2005 e tornou-se diretor-superintendente do Instituto Paraná Desenvolvimento (IPD), exercendo o cargo até julho do ano seguinte. Foi também titular do Conselho de Administração do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e membro do Conselho de Tecnologia e Política Industrial, e do Conselho da Micro, Pequena e Média Indústria, ambos órgãos vinculados à FIEP.

No pleito de outubro de 2006 candidatou-se a deputado federal pelo Paraná na legenda do PMDB, tendo sido eleito com 89.204 votos. Assumiu o mandato em fevereiro do ano seguinte e foi eleito vice-líder do partido na Câmara dos Deputados, tendo sido ainda suplente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, e membro titular das Comissões de Finanças e Tributação atuando também na Comissão de Legislação Participativa.

Na Câmara dos Deputados, coordenou o Grupo de Trabalho de Mudanças Climáticas e foi um dos principais articuladores da aprovação da Medida Provisória que concedeu incentivos para a indústria de confecção, de calçado e de cerâmica. Foi também membro da comissão parlamentar de inquérito (CPI) da Crise do Sistema de Tráfego Aéreo, também conhecida como “CPI do apagão aéreo”, que investigou as causas dos acidentes aéreos ocorridos no Brasil durante os anos anteriores e foi responsável pela elaboração do projeto do novo Código Civil de Aviação. Nesse período, manifestou-se favorável a uma reforma tributária que simplificasse os impostos e desonerasse os pequenos e médios empresários, e à realização de uma ampla reforma política que instituísse o voto distrital misto, o voto facultativo e o fim das votações secretas em todas as instâncias de representação política.

Em junho de 2008, disputou na convenção do PMDB a vaga de candidato do partido à prefeitura de Curitiba. Concorreu com outras lideranças da agremiação, tais como o ex-prefeito Rafael Greca e o deputado estadual Reinhold Stephanes Júnior, e o preferido do ex-governador Requião, o ex-reitor da UFPR Carlos Augusto Moreira. Apesar de pouco conhecido dentro do partido, Moreira, graças ao apoio de Requião, ganhou por 84 votos. Rocha Loures obteve 16 votos. Na ocasião, acusou o governador de possuir um rígido controle sobre o partido, inibindo o surgimento de novas lideranças na capital do estado.

Teve dois filhos.

 

FONTES: http://www.rochaloures.com/ (último acesso em 12/11/2009), http://www2.camara.gov.br/ (último acesso em 12/11/2009); http://www.tse.gov.br/ (último acesso em 12/11/2009); http://www.parana-online.com.br/ (último acesso em: 12/11/2009); http://www.vigilantesdademocracia.com.br/ (último acesso em: 14/10/2009).

 

 

 

 

 

 

 

 

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