LUCIANO DE SOUSA CASTRO

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Nome: CASTRO, Luciano
Nome Completo: LUCIANO DE SOUSA CASTRO

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:

CASTRO, Luciano

*dep. fed. RR 1993-

Luciano de Sousa Castro nasceu em Fortaleza no dia 22 de agosto de 1949, filho de Luís Alves de Castro e de Maria José de Sousa.

Transferindo-se para o Rio de Janeiro, cursou a Faculdade de Ciências Econômicas entre 1969 e 1973. Dois anos depois, estabelecendo-se em Brasília (DF), ingressou no curso de administração pública da Faculdade Católica. Formando-se em 1977, nesse mesmo ano acumulou os cargos de assessor e diretor financeiro do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Reforma Agrária com o de membro do conselho de administração da Comissão Executiva do Plano de Recuperação Econômico-Rural da Lavoura Cacaueira (Ceplac), onde permaneceu até 1984. Nesse período, durante o ano de 1978, fez curso na Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).

Em 1984 mudou-se para Roraima, onde se tornou secretário de Planejamento do município de Boa Vista. Por força do cargo, presidiu a Comissão Especial para Assuntos Fundiários e o conselho deliberativo do Centro Gerencial à Empresa (Ceag) até 1985. Nesse ano, no início do governo do presidente José Sarney, chegou a ser nomeado governador por três dias do então território de Roraima. Contudo, teve sua indicação vetada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Ulisses Guimarães. Ainda durante o governo Sarney, de 1986 a 1987 foi assessor da Secretaria Especial de Ação Comunitária (SEAC), ligada ao gabinete pessoal do presidente da República.

Em 1988 filiou-se ao Partido da Frente Liberal (PFL), e em novembro de 1990 candidatou-se a deputado federal por Roraima, que se tornaria estado a partir da posse de seu primeiro governador, a ser eleito no mesmo pleito. Na ocasião obteve uma suplência. Em 1991 desligou-se do PFL e ingressou no Partido Liberal (PL), mas retornou em seguida ao PFL, tornando-se seu vice-presidente regional em Roraima até 1993. Em 4 de janeiro desse ano foi empossado e efetivado na Câmara dos Deputados, ocupando a vaga de Teresa Jucá, do Partido Democrático Social (PDS), que se elegera prefeita de Boa Vista. Ainda em 1993, filiou-se ao Partido Progressista Reformador (PPR), fruto da fusão do PDS com o Partido Democrata Cristão (PDC), e manteve a vice-presidência regional do partido no estado de Roraima. Na Câmara, participou das comissões de Economia, Indústria e Comércio, e da especial sobre sociedades indígenas. Em 1994, integrou a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática como terceiro-vice-presidente, e a Mista (Câmara dos Deputados e Senado) Especial sobre Maloca Haximu, região da reserva dos índios ianomâmis, limítrofe entre o estado de Roraima e a Venezuela. Votou a favor do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF), de 0,25% sobre transações bancárias, criado como fonte complementar de recursos para a saúde, e do Fundo Social de Emergência (FSE), que permitiria que o governo gastasse 20% da arrecadação de impostos sem que essas verbas ficassem obrigatoriamente vinculadas aos setores de saúde e educação. Foi contra o fim do voto obrigatório.