MATARAZZO, FRANCISCO

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Nome: MATARAZZO, Francisco
Nome Completo: MATARAZZO, FRANCISCO

Tipo: BIOGRAFICO


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MATARAZZO, FRANCISCO

MATARAZZO, Francisco

*pres. CIESP 1928-1931.

 

Francisco Matarazzo nasceu em Castelabate, província de Salerno, na Itália, em 9 de março de 1854. Foi o primogênito dos nove filhos de Costabile Matarazzo, advogado e proprietário de prestígio local, e de Mariangela Jovane. No Brasil, seu prenome foi usualmente aportuguesado.

Decidido a ingressar na Escola de Guerra, foi enviado para a casa de um tio a fim de cursar o Liceu de Salerno, mas a morte do pai, ocorrida em 1872, associada às dificuldades financeiras da família, forçou-o a abandonar os estudos e os planos. Retornou a Castelabate, comunidade baseada na economia agrária, onde permaneceu até o início da década de 1880.

Segundo José de Sousa Martins, sua decisão de emigrar para o Brasil, tomada nessa época, decorreu dos problemas que os proprietários enfrentavam com as crises econômicas ocorridas depois da unificação italiana. No entanto, Donald Rust, técnico inglês que trabalhou para Matarazzo durante muito tempo, e C. D’Agostino interpretaram o mesmo fato como resultado natural de suas aspirações de crescimento.

Acompanhado da mulher e de dois filhos, Matarazzo chegou ao Brasil em 1881 pretendendo atuar no comércio. Trazia consigo apenas um milhar de liras e esperava iniciar os negócios com uma carga de toucinho que lhe foi enviada da Itália. Com o naufrágio da embarcação que a conduzia, dirigiu-se para Sorocaba (SP), onde recebeu ajuda de um conterrâneo, “misto de sapateiro e conselheiro municipal”, abrindo então, em maio de 1882, uma pequena casa comercial.

A partir daí dedicou-se ao comércio rural, trabalhando com tropa de carga e percorrendo toda a região para negociar com os fazendeiros. Verificando que o Brasil importava banha de porco, decidiu abrir uma fábrica desse produto em Sorocaba e, pouco depois, outra em Capão Bonito de Paranapanema, hoje Capão Bonito (SP), na mesma região como desdobramento de sua atividade comercial no campo. Adquiria pessoalmente a matéria-prima nos locais de criação de Itapetininga (SP), o que, junto com seu pioneirismo, permitiu que estabelecesse uma competição desigual com seus rivais, quando estes surgiram. Antecipando-se a eles e contando com a lealdade dos fornecedores, comprava a matéria-prima a preços mais baratos, conseguindo assim uma posição vantajosa frente aos competidores.

A indústria da banha foi o ponto de partida para o sucesso de Matarazzo. Após a súbita paralisação na importação do produto norte-americano, que chegava em barris de madeira, fundou uma terceira fábrica em Porto Alegre e, segundo suas próprias palavras, “inundou” o Brasil com uma novidade: a banha em lata, já utilizada nos Estados Unidos.

Em 1890 associou-se a seus dois irmãos José (Giuseppe) e Luís (Luigi), que já se encontravam no Brasil, fundando a Matarazzo & Irmãos, com o objetivo de expandir suas atividades. Era a época do “encilhamento”, crise decorrente da política financeira instituída no governo provisório de Deodoro da Fonseca, que conduziu a um surto febril de negócios, especialmente financeiros, os quais resultaram em muitas empresas de vida efêmera, além de inflação incontrolável e comprometimento do crédito do país no exterior. Seguindo orientação contrária à tendência dominante entre os investidores paulistas, que adquiriam grande número de estabelecimentos industriais e bancários, Matarazzo desmobilizou parte de seu capital industrial para aplicá-lo no comércio.

Em setembro do mesmo ano transferiu-se para São Paulo, encarregando seu irmão André (Andrea), que chegara há um mês ao Brasil e a quem não se associara, de liquidar os negócios em Sorocaba. Manteve sua fábrica de banha em Capão Bonito e estabeleceu-se em uma casa na rua 25 de Março, na praça do Mercado, que registrou como sendo de comissões e consignações. Em 1891, com o nome de F. Matarazzo e Companhia Limitada, este passou a ser seu principal estabelecimento.

Em março desse ano organizou-se a Companhia Matarazzo, sociedade anônima composta por 43 acionistas que adquiriu as empresas da Matarazzo & Irmãos, então dissolvida. Dessa época até 1895 a empresa desenvolveu suas características comerciais sem contudo extinguir seu ramo industrial, passando a ser predominantemente importadora até 1900. Trabalhou em larga escala com farinha de trigo dos Estados Unidos e arroz da Cochinchina (atualmente parte do Vietnã), beneficiado no Brasil.

No ano de 1898 sobreveio a Guerra Hispano-Americana, que dificultou a importação de farinha de trigo dos Estados Unidos. Valendo-se da situação de escassez do produto, Matarazzo fretou um navio e importou farinha argentina, com a qual abasteceu durante muito tempo o mercado nacional.

A situação de desequilíbrio no balanço de pagamentos e o elevado montante da dívida externa no país também criaram dificuldades à importação e propiciaram estímulo ao desenvolvimento de indústrias locais. Nesse contexto, Matarazzo, que já era membro da diretoria da Associação Comercial de São Paulo, decidiu iniciar a construção de um moinho, conseguindo os créditos necessários para esse empreendimento junto a um banco inglês que possuía filial na capital do estado. Em 1899, adquiriu na Inglaterra o equipamento mais moderno da época, inaugurando em 15 de março do ano seguinte seu moinho no Brás, experiência pioneira em São Paulo.

Em maio de 1900 Matarazzo participou da fundação e se tornou um dos cinco diretores do banco Commerciale Italiano di São Paulo, constituído por 116 acionistas, na maioria imigrantes italianos. Em 1901 comprou novos equipamentos, dobrando a capacidade produtiva de seu moinho. Por esta época, segundo José de Sousa Martins, Francisco Matarazzo “já era um homem rico e possuía seu palacete na recém-aberta avenida Paulista”, onde residiam grandes fazendeiros, comerciantes e industriais.

A partir da fabricação da farinha de trigo no Brasil, os negócios de Matarazzo experimentaram notável expansão, observando uma integração vertical que os tornaria cada vez mais interdependentes e aumentaria em escala crescente sua auto-suficiência em relação a outros fornecedores de bens ou serviços. Decidindo fabricar a sacaria para a sua farinha, abriu um cotonifício. Mais adiante, observando que as mulheres do campo utilizavam os sacos para confeccionar roupas, comprou máquinas para estampar o tecido, criando depois a Tecelagem de Algodão Mariangela. Segundo Warren Dean, talvez tenha sido Matarazzo a primeira pessoa a “empregar essa inovação em São Paulo, e sua estamparia foi a única paulista que operou lucrativamente antes da Primeira Guerra Mundial”.

O desenvolvimento das atividades têxteis levou à compra de algodão em rama e de máquinas para beneficiá-lo, o que forneceu a matéria-prima para a montagem de uma fábrica para extração de óleo de caroço do algodão. Essa operação inspirou a manufatura de outro subproduto da semente, aparecendo uma fábrica de sabão para lavagem. O sebo, a estearina e a glicerina envolvidos na produção do sabão propiciaram a criação de uma empresa de velas, e, para suprir a necessidade de encaixotamento de todos estes produtos, foram montadas serrarias em São Paulo e Paraná, que por sua vez criaram as condições para o início de uma indústria de móveis e a produção própria de pregos. Os óleos exigiam latas. Assim, a oficina mecânica que pertencia a Matarazzo desde 1901, depois de transformada em uma pequena fábrica metalúrgica em 1902, deu origem à Metalúrgica Matarazzo, dotada de equipamento de litografia para todos os tipos de invólucros metálicos.

Além disso, como os negócios da farinha de trigo dependessem de matérias-primas importadas, Matarazzo comprou alguns navios de cabotagem e passou a fazer o transporte desses produtos por conta própria.

Em meio a esse processo foi organizado, em novembro de 1905, o banco Italiano del Brasile, de composição semelhante ao anterior mas com o preço da ação reduzido à metade para tornar sua compra mais acessível aos pequenos investidores. Francisco Matarazzo foi eleito para a sua presidência, onde permaneceu pouco tempo. Segundo José de Sousa Martins, a “provável competição pelos capitais” decorrente da crise bancária em curso, e a disputa entre Matarazzo, Giuseppe Pugliese (do moinho Santista) e Egídio Pinotti Gamba (dos moinhos Gamba e secretário da diretoria do banco) no setor da moagem de trigo, levariam à organização de um terceiro banco italiano em 1910.

Nesse ano, a firma F. Matarazzo & Cia. foi transformada na Sociedade Anônima Indústrias Reunidas Fábrica Matarazzo (IRFM), continuando porém a existir a “potentíssima casa comercial que tem relações de negócios em todo o mundo”, como afirmou Antônio Piccarolo. Matarazzo dissociou-se de Pugliese e organizou nas IRFM uma seção bancária com a concessão do monopólio das remessas de vendas dos imigrantes italianos fixados em São Paulo para seu país de origem.

 

Matarazzo e o movimento operário

Em 1912, a elevação do custo de vida provocou manifestações em São Paulo. No dia 1º de maio, várias organizações operárias promoveram comícios, e duas semanas depois eclodiu uma greve que paralisou o setor têxtil. Entre as fábricas atingidas encontravam-se as duas maiores do ramo, a Mariangela e a Santana (dirigida por Jorge Street) que, segundo jornais da época, contavam respectivamente com três e dois mil operários, o que não confere com os dados do Boletim do Departamento Estadual do Trabalho (São Paulo, 1912), que indica 1.900 trabalhadores na primeira e 2.700 na segunda. Os operários exigiam aumento salarial de 25% e redução da jornada diária de trabalho de dez horas e meia para nove horas, mas não tiveram suas reivindicações atendidas.

Em 1915, Matarazzo montou novos moinhos em Antonina (PR), e em 1917 adquiriu a Companhia Metal Gráfica Aliberti. Nesse mesmo ano, em reconhecimento aos serviços e contribuições prestadas à Itália durante a Primeira Guerra Mundial, recebeu do rei Vítor Emanuel o título de conde.

Ainda em 1917, a suspensão das exportações de trigo argentino para o Brasil, o aumento contínuo do custo de vida e as denúncias feitas contra os intermediários e açambarcadores de mercadorias contribuíram para produzir um ambiente de tensão. Os Matarazzo eram alguns dos acusados, pela imprensa e por deputados, de desviar produtos para a exportação e estocar gêneros alimentícios com fins especulativos. Em meados do ano, eclodiu uma greve no Cotonifício Crespi, que se amplicou a partir da morte do sapateiro anarquista Martinez em julho às portas da Tecelagem Mariangela, para onde se dirigira o piquete grevista. O movimento se generalizou, forçando Matarazzo, Alexandre Siciliano, Jorge Street, Rodolfo Crespi (que antes se negara a atender às reivindicações operárias), Pinotti Gamba e outros industriais a concederem 20% de aumento salarial.

Em 1919 foi fundado o Centro Industrial de Fiação e Tecelagem de Algodão de São Paulo (CIFTSP) para “tomar precauções contra uma possível competição perniciosa”. Matarazzo já possuía nessa época grande influência sobre os demais industriais. Em outubro desse ano, nova greve generalizou-se em São Paulo. Em face da reivindicação da jornada de oito horas de trabalho, a que se opunham muitos empregadores, inclusive o “paternalista” Jorge Street, Matarazzo observou em reunião no CIFTSP que os prejuízos advindos da redução da produção seriam compensados pelo conseqüente aumento dos preços.

 

Matarazzo e o fascismo

Em 1920, dois anos depois do início das atividades de frigorificação e exportação de carne brasileira pelas empresas norte-americanas Swift e Armour, Matarazzo fundou o frigorífico de Jaguariaíva (PR). Segundo José de Sousa Martins, a única empresa nova legalmente separada do grupo foi a Sociedade Paulista de Navegação Matarazzo Ltda., composta de navios fretados para o transporte de trigo da Argentina a Santos (SP).

Segundo Dean, a partir de 1923 iniciou-se a identificação de Matarazzo com o fascismo, que ascendera ao poder na Itália no ano anterior. Voltou de uma viagem à Europa impressionado com o novo regime, afirmando à imprensa ter encontrado uma nova Itália e destacando “a consciência e disciplina patriótica” dos operários, além “dos trens, que sempre correm no horário”. Sua admiração por Mussolini, que o recebeu duas vezes, também era intensa: “A impressão que de pronto nos vem é a de estarmos diante de um homem cuja força de vontade tem o dom de saber penetrar tudo aquilo a que é dirigida.”

Seu entusiasmo redobrou após as viagens feitas nos dois anos seguintes, quando reafirmou sua admiração pelo Duce e se declarou orgulhoso de ser fascista. Apesar disso, Matarazzo não se deixou envolver pelo incipiente Partido Fascista que começou a atuar em São Paulo subsidiado pelo consulado italiano, principalmente porque sua penetração entre os imigrantes foi reduzida e o apoio popular diminuto. Depois de sondado para aderir ao partido, ele manteve sua oposição “a qualquer campanha fascista ou agitação de qualquer natureza no Brasil. Isto só serviria para produzir um resultado contrário. Nossa atitude deve ser a seguinte: trabalhar, trabalhar bastante, apenas, trabalhar.”

Em 1926, o governo de Mussolini concedeu a Matarazzo a Ordem da Coroa da Itália, a Grã-Cruz e o Cordão, além de dar caráter hereditário a seu título de conde. Nesse ano, seu nome foi lembrado para o Senado italiano, sem que a nomeação se tenha efetivado. Entretanto, seu irmão André obteve esse cargo.

 

A consolidação do grupo

Devido ao prestígio que possuía em todo o país, Matarazzo chegou a ser “representante do governo italiano no Brasil”, atuando como intermediário em transações entre os dois países. Entregou pessoalmente um memorial a Mussolini solicitando a liberação da emigração para o Brasil, que estava interrompida devido às informações sobre as precárias condições de trabalho nas fazendas. Sousa Martins ressalta que este assunto o interessava sobremaneira, visto que o volume das remessas de dinheiro dos imigrantes para a Itália variava na razão direta do seu número, e essas quantias passavam obrigatoriamente pela seção bancária do grupo Matarazzo.

Em 1926 renunciou à presidência do CIFTSP em protesto contra uma proposta de que seus membros limitassem a produção para manter artificialmente o nível dos preços. No ano seguinte, recebeu a Medaglia d’Oro di Benemerenza dell’Opera Nazionale Balila, acompanhada de uma carta do duce, e a Tessera d’Onore Fascista, em reconhecimento ao donativo de um milhão de liras (51 mil dólares) feito à Opera Nazionale Balila, órgão integrante do Movimento da Juventude Fascista.

Em janeiro de 1928 houve uma cisão na Associação Comercial de São Paulo, com a apresentação de uma chapa dissidente encabeçada por Jorge Street e composta exclusivamente por industriais. Pouco depois estes fundaram sua própria associação, o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), do qual Matarazzo foi o primeiro presidente, cargo que ocupou até 1931, tendo Roberto Simonsen como vice. Durante sua gestão, o CIESP apoiou a candidatura do conservador Júlio Prestes à presidência da República, combatendo o programa da Aliança Liberal formada em 1929.

Nessa época, quando se discutia o problema da revisão tarifária, Matarazzo declarou que uma das razões dos altos preços dos artigos brasileiros era o custo da mão-de-obra, pois “o Brasil... sempre adotou todas as conquistas liberais em favor do proletariado”. Matarazzo, em cujas fábricas os inspetores de trabalho haviam encontrado máquinas com a metade do tamanho das normais para uso das crianças operárias, tentou persuadir o público a aceitar a elevação das tarifas como meio de preservar os empregos dos “amimalhados” trabalhadores brasileiros.

Em 1929, a empresa principal do grupo passou a se chamar S.A. Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, concretizando a separação entre os interesses do conde e os de seu irmão André. A solidez de seus negócios ficou mais uma vez evidenciada durante a crise que em 1930 atingiu as indústrias paulistas. Recebendo a visita de dois emissários de bancos ingleses, Matarazzo declinou da oferta que lhe fizeram de concessão de crédito ilimitado, abrindo ainda duas filiais na Argentina.

Em 1934, durante o governo de Vargas, com quem, segundo Sousa Martins, “não manteve as mesmas relações que estabelecera com o governo de Washington Luís”, Matarazzo perdeu os monopólios do raiom e de um sistema de desodorização do óleo do caroço do algodão para o grupo Votoratim. Tentou replicar baixando os preços dos tecidos sintéticos de 45 para dez mil réis, no que foi obstado pelo governo, que o ameaçou com uma lei antitruste. Na mesma época, não obteve as facilidades que foram dadas ao grupo Klabin-Lafer — o monopólio do papel —, através do Banco do Brasil.

Ainda em 1934, construiu uma destilaria de petróleo em Cubatão (SP), formando a Indústria Matarazzo de Energia, IMÊ S.A. No ano seguinte, adquiriu duas empresas nacionais atingidas pela crise: a Santa Celina S.A., instalada em 1932 no Rio de Janeiro, e a S.A. Tecelagem de Seda Ítalo-Brasileira, fundada em 1907. Nessa fábrica, Matarazzo diminuiu os salários dos operários em 20% e aumentou para nove horas a jornada de trabalho.

No início de 1937 doou outro milhão de liras ao governo italiano, que sofria então um boicote imposto pela Liga das Nações devido à guerra de conquista contra a Abissínia (1935-1936).

Francisco Matarazzo faleceu em São Paulo no dia 10 de fevereiro de 1937. No dia seguinte, o Jornal do Comércio publicava no seu necrológio: “Deixa, em pleno grau de florescimento, uma vasta organização que se estende por todo o país, dispondo de vagões e navios próprios e abrangendo inúmeros ramos da indústria e comércio, possuindo cerca de 40 estabelecimentos fabris e mais de duzentas propriedades imobiliárias, inclusive fazendas, todas elas cedidas às suas indústrias. Nos meios financeiros calcula-se que o patrimônio total de suas indústrias ascende a setecentos mil contos.”

Casado com Filomena Sansivieri, teve 14 filhos.

Contendo textos de sua autoria, foram publicados Memoriale del conte Francesco Matarazzo presentato a S. E. Mussolini, capo del gabinetto italiano e Scelta di discorsi e intervista del conte Francesco Matarazzo, por Vincenzo S. Blancato (1926).

Sobre ele constam, entre outras, as seguintes obras: Vincenzo S. Blancato, Conte Francesco Matarazzo (1925); Donald H. Rust, “O conde Matarazzo e sua obra”, em O conde Matarazzo aos 80 anos (1934); In memoriam, conde Francisco Matarazzo (1937), Horácio Rodrigues da Costa; “Notas genealógicas da família Matarazzo de São Paulo (Brasil), originária de Castelabate (Itália) e do ramo estabelecido em Buenos Aires (Argentina)”, no Anuário genealógico latino, edição da Revista Genealógica Latina (1951); Roberto Moreira, Um grande pioneiro (o conde Francisco Matarazzo), discursos comemorativos do centenário do conde Francisco Matarazzo (1954) e Al conte Francesco Matarazzo, gloria dell’ingegno e del lavoro (1954); C. D’Agostino, Matarazzo, in memoriam; J. Oliveira Filho, O conde Matarazzo, e José de Sousa Martins, Conde Matarazzo, o empresário e a empresa: estudo de sociologia do desenvolvimento (2ª ed. 1974; 1ª edição intitulada: Empresário e empresa na biografia do conde Francisco Matarazzo, 1967).

Sônia Dias

 

 

FONTES: CONSULT. MAGALHÃES, B.; DEAN, W. Industrialização; Efemérides paulistas; Encic. Mirador; FAUSTO, B. Trabalho; Grande encic. Delta; Jornal do Comércio, Rio (10 e 11/2/37); LEITE, A. História; LEME, M. Ideologia; LEVINE, R. Vargas; MARTINS, J. Conde; OLIVEIRA, C. CIESP; SCHLESINGER, H. Encic.

 

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