MAURO RIBEIRO LOPES

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Nome: LOPES, Mauro
Nome Completo: MAURO RIBEIRO LOPES

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
LOPES, MAURO

LOPES, Mauro

*dep. fed. MG 1995-1999; 1999-2003; 2003-2007; 2007-2011; 2011-.

 

Mauro Ribeiro Lopes nasceu na cidade de Entre Folhas (MG) no dia 24 de maio de 1936, filho de Geraldo Lopes Badaró e de América Ribeiro.

No período de 1960 a 1980, freqüentou vários cursos ligados à prática policial civil e militar: de aperfeiçoamento na área de policiamento ostensivo, ministrado pela Polícia Militar de Minas Gerais, em 1960; de primeiros-socorros, relações humanas, combate a incêndio e prova de tiro e armamento, todos pelo Instituto de Pesquisas Rodoviárias no ano de 1966; de sistema de operações de radares, em 1970, pela Autotrol; outro de aperfeiçoamento ministrado pela Polícia Especial do Exército Brasileiro, no Rio de Janeiro, em 1972; e de solo e pavimentação, em 1980, pela Sociedade Mineira de Engenheiros.

Na Polícia Rodoviária Federal de Belo Horizonte ocupou, nos anos de 1980 a 1982, o cargo de chefe de núcleo; de 1982 a 1985, o de chefe de operações e, neste último ano, o de serviço, no qual permaneceria até 1991. Nesse período, entre 1982 e 1986, fez o curso de direito na Faculdade de Direito da cidade de Conselheiro Lafaiete (MG), e filiou-se, em 1986, ao Partido da Frente Liberal (PFL). De 1991 a 1993, esteve à frente da superintendência da Polícia Rodoviária Federal de Belo Horizonte e, no biênio 1993-1994, ocupou o cargo de diretor-geral da mesma instituição, em Brasília.

No pleito de outubro de 1994, elegeu-se deputado federal tendo como base eleitoral a grande Belo Horizonte e a cidade de Caratinga (MG). Empossado em fevereiro do ano seguinte, Mauro Lopes integrou como titular a Comissão de Viação e Transportes, da qual foi o segundo vice-presidente, e as comissões especiais sobre a modificação da estrutura policial e sobre a restrição da criação de municípios em época de eleições. Em 1995, ajudou a aprovar as diversas emendas constitucionais enviadas pelo Executivo federal neste ano, pronunciando-se a favor da abolição do monopólio estatal nas telecomunicações e na exploração do petróleo, e dos governos estaduais na distribuição de gás canalizado. Também votou a favor da abertura da navegação de cabotagem à concorrência internacional, pelo fim de todas as diferenciações legais entre empresas brasileiras e estrangeiras e, finalmente, pela prorrogação do Fundo Social de Emergência (FSE), cujo nome foi modificado para Fundo de Estabilização Fiscal (FEF), que concedeu ao Executivo federal uma margem de autonomia na alocação de recursos, autorizando-o a aplicar em outras áreas verbas inicialmente previstas para os ministérios da Saúde e da Educação.

Em julho de 1996, Mauro Lopes votou contra a criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), imposto cuja finalidade era garantir uma fonte suplementar de receita para o Ministério da Saúde.

No ano legislativo de 1997, declarou-se favorável à emenda constitucional que permitiu que o presidente da República, os governadores e os prefeitos disputassem um mandato consecutivo, e à emenda que pôs fim à estabilidade no serviço público. Ainda em 1997, Mauro Lopes deixou o PFL e filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).

Reelegeu-se deputado federal no pleito de outubro de 1998 na legenda do PMDB mineiro. No mês seguinte, votou a favor da reforma da Previdência, que fixou um teto salarial para a aposentadoria dos servidores públicos e estabeleceu idade e tempo de contribuição mínima para os trabalhadores do setor privado.

Iniciou seu novo mandato em fevereiro de 1999, quando se licenciou do cargo para assumir a Secretária de Segurança Pública do Estado de Minas Gerais, na qual permaneceu até dezembro de 2000.

Nas eleições de 2002 reelegeu-se deputado federal. No novo mandato, integrou a Comissão de Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional e também a Comissão de Viação e Transportes, da qual inclusive foi presidente.

Em 2006, concorreu a um novo mandato de deputado e foi reeleito com 92.352 votos. Nesta legislatura 2007-2011, passou também a integrar a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Votou favoravelmente, em Setembro de 2007, à prorrogação, até 2011, da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), taxa cobrada sobre movimentações bancárias destinada à área de saúde e extinta no mesmo ano, depois que o Senado Federal não aprovou sua continuidade. E, em Junho de 2008, votou a favor da criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), que, segundo a oposição ao governo Lula seria uma tentativa de recriar a CPMF.

Renovou seu mandato nas eleições de Outubro de 2010, e, como parte de suas atividades parlamentares na legislatura 2011-2015, integrou e presidiu a Comissão de Desenvolvimento Urbano, assumiu titularidade no Conselho de ética da Câmara. Foi também presidente da Frente Parlamentar do Transporte Público. 

 

FONTES: Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em: <http://www2.camara.leg.br>. Acesso em 11/03/2014; Portal Folha de S. Paulo. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em 11/03/2014; Portal do Tribunal Superior Eleitoral. Disponível em <http://www.tse.jus.br>. Acesso em 11/03/2014.

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