MINC, Carlos
* min. Meio Ambiente
2008-2010.
Carlos Minc Baumfeld
nasceu no Rio de Janeiro no dia 12 de julho de 1951, filho de Luís
Baumfeld e de Fanny Minc Baumfeld, ambos de ascendência
judaica.
Começou na vida política aos 15 anos,
como líder estudantil do grêmio do Colégio de Aplicação da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (Cap-UFRJ). Um ano mais tarde, assumiu a
vice-presidência da Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas (Ames).
No dia 31 de março de 1969, aos 18
anos, integrando o grupo guerrilheiro Comando de Libertação Nacional (Colina),
participou do assalto ao Banco Andrade Arnaud, quando foram roubados 45
milhões de cruzeiros, no bairro da Gávea, no Rio de Janeiro. Posteriormente,
com a fusão do Colina com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), o novo
grupo passou a chamar-se Vanguarda Armada-Palmares – VAR-Palmares. Este grupo
liderou, em 18 de julho desse mesmo ano, outro assalto, com a participação de
Minc, à mansão de Ana Benchimol Capriglione, amante do ex-governador de São
Paulo Ademar de Barros. Quase três milhões de dólares teriam sido roubados do
cofre da casa, localizada em Santa Teresa, no Rio de Janeiro, no episódio que
ficou conhecido como “Roubo do cofre do Ademar”.
Ainda
em 1969, foi preso por
sua participação nesses
e em outros atos da esquerda armada contra o regime
militar. Minc ficou preso durante um ano e, em junho de 1970, foi libertado juntamente com outros 39
prisioneiros políticos libertados em troca do embaixador da então Alemanha
Ocidental, Ehrenfried von Holleben, que fora seqüestrado por um comando
guerrilheiro integrado por membros da VPR e da Ação Libertadora Nacional (ALN), sendo banido para a
Argélia. Posteriormente,
transferiu-se para o México e Cuba, onde fez cursos de guerrilha, e mais
tarde para o Chile. Com o golpe militar do general Augusto Pinochet, em setembro
de 1973, que derrubou o presidente socialista Salvador Allende, refugiou-se no
prédio da embaixada da Argentina em Santiago. Posteriormente, mudou-se para a
França e desembarcou em Portugal após a Revolução dos Cravos, ocorrida em
abril de 1974 e que pôs fim a mais de 50 anos de ditadura no país.
Em 1978, Minc terminou o curso de mestrado em Planejamento Urbano e Regional, pela Universidade Técnica de Lisboa. Na capital
portuguesa, conheceu sua futura esposa, a economista Margarida Galamba
Oliveira.
Após
a decretação da lei da anistia,
ocorrida em agosto de 1979, retornou ao Brasil. De acordo com matéria publicada na
revista Época em maio de 2009, a exemplo de outros exilados, Carlos
Minc fora influenciado pela revisão de conceitos promovida pela esquerda
europeia na década de 1970, sobretudo do pensador alemão Rudolph Bahro, para
quem a questão ecológica transcendia a oposição capitalismo-socialismo e era
muito mal resolvida pelos dois sistemas. Assim, em sua volta ao país, já era
um crítico dos métodos da esquerda tradicional e um entusiasta das ideias do
movimento ecológico europeu. Ao lado de Alfredo Sirkis e Fernando Gabeira,
foi um dos líderes da revolução de costumes que, no Brasil, ocorreu
paralelamente ao processo de redemocratização. Matriculou-se numa escola de
dança moderna, passou a frequentar rodas de samba e desfilou em blocos de
Carnaval. Incorporou essa disposição festiva à sua atividade política. [VER ONDE E QUANDO SE GRADUOU EM
GEOGRAFIA]
[VER
EM QUE CIRCUNSTÂNCIAS E QUANDO RETORNOU À EUROPA]
[VER
QUANDO SE TORNOU PROFESSOR DA UFRJ E QUANDO SE LICENCIOU]
Em 1984, doutorou-se em economia do desenvolvimento
na Universidade de Paris I - Sorbonne.
Em
janeiro de 1987, juntamente com Gabeira e Sirkis, fundou o
Partido Verde (PV), inspirado
no Partido Verde alemão e no Partido Radical italiano. Apresentando-se como
alternativa à ação política meramente institucional, o PV brasileiro definia-se
como um grupo de cidadãos dispostos a participar de um movimento ecológico,
pacifista e alternativo. Ainda sem registro oficial, o partido teve sua
primeira participação eleitoral expressiva nas eleições para o governo do
estado do Rio de Janeiro, em novembro de 1986. Nessas eleições, seu
candidato, Fernando Gabeira, concorrendo oficialmente pelo Partido dos Trabalhadores
(PT), obteve mais de 500 mil votos, ficando em terceiro lugar no pleito. Nessa
ocasião, Carlos Minc elegeu-se para a Assembléia Legislativa com quase 25 mil
votos. Durante a campanha eleitoral, Minc chamou a atenção da imprensa ao
enfiar batatas em canos de descarga de ônibus para protestar contra a emissão
de gases poluentes. Suas aparições lhe valeram o apelido de “Carlos Mídia”.
Deputado estadual
Empossado na Assembléia Legislativa fluminense no início de 1987, Minc
deu então início a trajetória parlamentar em foi autor de inúmeras leis aprovadas pela, das quais muitas são
voltadas para a defesa do meio ambiente e à defesa da cidadania. Em 1987,
aprovou a lei que estabeleceu a obrigatoriedade de realização do teste para
detecção de anticorpos anti-HIV em todos os estabelecimentos hemoterápicos.
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Em
1989, recebeu o Prêmio Global 500, concedido pela ONU às pessoas que se destacaram na defesa
do meio ambiente em âmbito mundial. Em 1990, filiou-se ao PT, quando concorreu
novamente ao cargo de deputado estadual, sendo eleito, de forma sucessiva em 1994, 1998, 2002.
Minc
foi autor de inúmeras leis aprovadas pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, das
quais muitas são voltadas para a defesa do meio ambiente enquanto outras são
relacionadas à cidadania. A Lei 2889, de 1998,
extinguiu o privilégio de deputados poderem se aposentar aos oito anos de
mandato.
Em 1999, criou a lei
que estabelecia normas para a livre circulação de pessoas nas unidades de
edifícios, proibindo a discriminação de qualquer empregado nos elevadores
sociais. No ano de
2000, a lei 3406 definiu graves penalizações a estabelecimentos que dessem tratamento diferenciado e
discriminatório a homossexuais. Foi a
primeira lei da América Latina contra a discriminação e humilhação de pessoas
por sua orientação sexual.
Em 2001, criou um decreto que aumentava a reparação econômica para
ex-perseguidos políticos que haviam sido torturados pela ditadura militar. Em 2002, criou a lei da pensão para parceiros de servidores
homossexuais. Em 2003, aprovou a lei que determinava o tempo máximo de 20
minutos para o atendimento nas agências bancárias e também a lei que obrigava
empresas com mais de 30 funcionárias disponibilizarem o serviço de creche
para seus filhos com até seis anos. Em 2005, criou a lei que obrigava os
médicos de hospitais públicos e privados e demais serviços de atendimento,
como clínicas de saúde, a notificar os casos de violência contra mulheres que
procurassem atendimento. No mesmo ano, aprovou também a lei que obrigava que
empresas públicas e privadas, fundações e serviços públicos concedidos
oferecessem serviço de tele-atendimento gratuito para dúvidas, reclamações e
sugestões dos consumidores. A lei 4815, aprovada em julho de 2006, determinou
a proibição de atos que discriminassem pessoas por seu estilo ou aparência
física.
Além das leis, Minc também auxiliou na criação de órgãos em defesa dos
direitos humanos. Em 1999, ajudou na criação, junto a Secretaria de Estado de
Segurança Pública e de grupos de defesa dos direitos dos homossexuais, o
Projeto Disque Defesa Homossexual - resultado da agenda comum de trabalho
estabelecida entre parlamento, executivo e movimento social. Em 2004,
participou da formação da Frente
Parlamentar pela Livre Expressão Sexual, que reunia
parlamentares de diferentes partidos comprometidos com direitos humanos, o
combate à discriminação e ao preconceito.
Segundo denúncia do jornal O
Estado de São Paulo de 15 de maio de 2008, Carlos Minc teria se
aposentado em 2003, aos 51 anos. Ele teria conseguido o benefício após
participar do movimento que acabou com as aposentadorias especiais para
deputados estaduais do Rio de Janeiro. Carlos Minc teria se aproveitado de
brechas na legislação que ajudara a aprovar para ganhar pensão vitalícia no
valor de 42% do salário de parlamentar.
Em março de 2006, Minc participou de
ato realizado na Praia de Ipanema, contra a
agressão sofrida por um casal de homossexuais que se beijava na areia, em
frente à Rua Farme de Amoedo. Um dos rapazes foi espancado, sendo arrastado
pela areia. Já no chão, foi ferido com pontapés na cabeça. A manifestação foi
noticiada pela imprensa como um “beijaço” de hetero e homossexuais pela paz,
pelos direitos afetivos e em repúdio à violência contra homossexuais, com a
distribuição de flores e falas contra a impunidade e pela união civil.
Nas
eleições de outubro de 2006,
reelegeu-se para o sexto mandato consecutivo de deputado estadual, somando
78.311 votos, o segundo mais votado da legenda petista. Porém, não chegou a iniciar
o mandato, pois foi nomeado secretário estadual do Meio Ambiente pelo
recém-eleito governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho. O suplente
Roberto Medeiros, do PSB, assumiu seu cargo na Assembléia Legislativa
fluminense.
Na
Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Rio
Como
secretário do Meio Ambiente, Minc elaborou o decreto que se transformou em
projeto de lei, regulando o uso das sacolas plásticas. A lei obrigava o supermercado a dar
descontos a quem não usasse saco plástico, e sim bolsa reutilizável. O
consumidor poderia ainda trocar 50 sacos por um quilo de feijão ou arroz. Foi criado também o “Corredor Verde
do Pan-americano”, que consistiu na plantação de 40 hectares (equivalente a 40
campos de futebol) de árvores características da Mata Atlântica, na região de
Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, onde ocorreram muitos dos eventos esportivos
do Pan-americano de 2007.
Nos quase 17 meses sob a
administração de Carlos Minc, a Secretaria do Ambiente do Rio licenciou em
tempo recorde obras de grande impacto ambiental e de interesse direto do
governo federal. Entre elas, o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de
Janeiro (Comperj), que a Petrobras planejava construir na proximidade dos
manguezais de Guapimirim, única área preservada da baía de Guanabara. As novas
estrutura e metodologia aceleraram a emissão de licenças. Segundo a
secretaria, foram emitidas 2.068 licenças desde fevereiro de 2007 até maio de
2008. Foi aproximadamente, segundo o órgão, a mesma quantidade emitida nos
três anos anteriores (2004 a 2006).
Com
o pedido de demissão da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em 13 de maio de 2008, foi convidado para assumir o
ministério, já que o ex-governador do Acre pelo PT, Jorge Vianna, havia
recusado o convite. O convite foi anunciado oficialmente no dia seguinte. Minc
foi empossado no cargo em 27 de
maio, sendo
substituído na secretaria por Marilene Ramos.
Ministro
do Meio Ambiente
A saída de Marina e a nomeação de Minc foram vistas por muitos como um
enfraquecimento da defesa da natureza, e sinônimo de agilização dos processos
para a construção de hidrelétricas e maior exploração da Amazônia. Assim, embora
sempre tenha defendido as causas ecológicas, foi visto nesse momento como o
homem que não colocaria obstáculos à industrialização, ao avanço da
agricultura na Amazônia e à construção de novas hidroeléctricas na região.
Logo antes de assumir a pasta, Minc, envolveu-se em uma polêmica. Em entrevista concedida em Paris no
dia 14 de maio de 2008, afirmou que Blairo Maggi, governador do Mato Grosso, plantaria
soja até nos Andes. O governador, em nota oficial no dia 15 de maio: “Foram
descabidas, inoportunas, extemporâneas e impróprias para um ministro de
Estado as declarações do futuro titular do Ministério do Meio Ambiente.”
Com 100 dias de sua administração, Carlos Minc divulgou na imprensa um
balanço de sua atuação à frente da pasta. Nesse período, o presidente Lula assinou dez decretos elaborados
pelo ministério do Meio Ambiente. O Fundo Amazônia, criado em 1º de agosto de
2008, tinha o objetivo de promover projetos para a prevenção e o combate ao
desmatamento e também para a conservação e o uso sustentável das florestas no
bioma amazônico. O Fundo Clima visava assegurar recursos para apoio
a projetos ou estudos e financiamento de empreendimentos que buscassem à
mitigação da mudança do clima e à adaptação aos seus efeitos. Minc
assinou também outras três portarias que definiram: maior agilidade para o
acesso de cientistas à biodiversidade, com co-responsabilidade; abertura da
Câmara de Compensação Ambiental (com direito a voto) às ONGs, universidades, Ação
Nascente Maquiné (Anama), Associação Brasileira de Entidades Estaduais de
Meio Ambiente (Abema) e empresários; e incentivo à criação de Reservas
Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), unidades de conservação da
diversidade biológica em área privada.
Foram
assinados cinco acordos públicos com setores produtivos e ONGs, como a
Moratória da Soja, que prorrogou o período de proibição do plantio da soja em
áreas desflorestadas da Amazônia, e o Pacto pela Madeira Legal e Sustentável,
esforço comum entre os signatários para promover a produção, o uso e o
consumo sustentável dos produtos madeireiros da Floresta Amazônica,
especialmente os produzidos e consumidos no estado do Pará.
Com
o Ibama, o ministério do Meio Ambiente agilizou o processo de licenciamento
ambiental, aumentando o rigor e as compensações – como Minc havia feito no
Rio de Janeiro. De acordo com o site pessoal do ministro, prazos e burocracias
foram reduzidos, por meio da informatização dos processos. Com critérios mais
rigorosos, descartando empreendimentos inviáveis, obrigaram os proponentes a
investir no saneamento local, no custeio de parques nacionais e de reservas
indígenas.
Em janeiro de 2009, Minc e o ministro da Agricultura Reinhold Stephanes foram
chamados a atenção pelo presidente Lula por tornarem públicas suas
discordâncias sobre determinados temas relativos à exploração dos recursos
naturais. Minc colocou-se contra a plantação
de cana-de-açúcar na região conhecida como Planalto Pantaneiro, em Mato
Grosso e Mato Grosso do Sul, pois significaria uma ameaça às espécies do
Pantanal; já Stephanes, em entrevista concedida a O Globo de 25 de
janeiro, afirmava que o projeto do governo previa a ampliação da lavoura
canavieira numa região mais elevada da Bacia do Alto Paraguai, sem causar
danos à natureza. Os ministros divergiam também sobre a revisão do Código
Florestal que, dentre outros pontos, estabelecia que na região de Mata
Atlântica cada propriedade rural teria de proteger uma área de 20%; Minc e
Stephanes não se entenderam sobre uma eventual redução desse percentual ou
uma compensação pelo uso de toda a propriedade.
Em maio, Minc, ao discursar para 4.000
agricultores familiares que marchavam em frente ao Congresso na manifestação
do “Grito da Terra”, chamou os ruralistas de “vigaristas”. A fala do ministro
gerou reação no Congresso, obrigando-o a se retratar, por intermédio do líder
do governo, Henrique Fontana (PT-RS). No mês seguinte, em evento na cidade de
Alta Floresta (MT), em que discursava sobre as novas medidas de regularização
ambiental e fundiária na Amazônia, foi bastante vaiado pela platéia, composta
basicamente por agricultores e pecuaristas. A presidente da Confederação
Nacional de Agricultura (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), protocolou uma
denúncia contra Minc na Procuradoria-Geral da República, por crime de
responsabilidade. A senadora afirmou, por meio de uma nota, que o ministro
Minc mostrava-se “desqualificado para o cargo” que ocupava.
No mês de junho, foi aprovada em
definitivo pelo Senado a Medida Provisória 458, que regularizava terras
fundiárias de até 1.500 hectares na Amazônia, a fim de conter a devastação da
floresta. Entretanto, a bancada ruralista no Congresso conseguiu inserir
emendas no projeto original que possibilitaram a regularização das terras de
ocupantes indiretos das terras e empresários.
Minc se colocou contra tais emendas, argumentando que o objetivo inicial do
projeto não era beneficiar empresários, uma vez que as terras eram patrimônio
público, e a regularização de sua ocupação visava diminuir a violência e
permitir o controle do desmatamento.
No dia 7 de julho, O Globo
publicou matéria que acusava Carlos Minc da prática de nepotismo cruzado –
emprego de parentes em gabinetes diferentes. Segundo a denúncia, a esposa de
Minc, Margarida Galamba de Oliveira, teria sido contratada, em abril, para o
gabinete da deputada federal Cida Diogo (PT-RJ) que, por sua vez, cedeu ao
ministério a servidora Flávia Martins Marques, que seria parente da deputada.
Em nota de esclarecimento
divulgada pela internet, Carlos Minc criticou a
reportagem e justificou a contratação das duas funcionárias, afirmando que
não havia nenhum laço de parentesco entre Flávia e a deputada.
Em setembro, foi divulgado na
internet, no site youtube.com, um vídeo com Minc defendendo a
descriminalização do uso da maconha durante um show de reggae da banda
maranhense Tribo de Jah, na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, durante o
feriado da independência. O vídeo teve grande repercussão na mídia, e o
ministro reafirmou sua opinião sobre o tema. No mesmo mês, durante um
encontro com empresários, o governador do Mato Grosso do Sul, André
Puccinelli (PMDB) criticou o projeto de zoneamento agroecológico da
cana-de-açúcar do Ministério do Meio Ambiente, atacando pessoalmente seu
autor, Minc, tendo se referido a ele como “veado e fumador de maconha”. Tal
postura também teve imenso destaque na imprensa, e o governador pediu
desculpas pelo “tom de ofensa” atribuído às críticas feitas por ele
ao ministro.
Em março de 2010 deixou o Ministério e nas eleições do mesmo ano concorreu novamente ao cargo de deputado estadual. Reelegeu-se, pelo PT, com 87.210 votos. Em janeiro de 2011, no entanto, após tomar posse na ALERJ, licenciu-se para assumir o posto de secretário do ambiente do Rio de Janeiro, onde ficou até fevereiro de 2014, sendo substituído por Indio da Costa (PSD).
Do seu casamento com Margarida
Galamba Oliveira, teve dois filhos.
Publicou Como fazer movimento ecológico (1985), A reconquista da Terra (1986), Ecologia e política no Brasil
(1987),
Despoluindo a política (1994) e Ecologia e cidadania (1997).
Luisa Lamarão
Fontes:
http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL469346-5601,00-EXGUERRILHEIRO+CARLOS+MINC+FOI+PRESO+E+EXILADO+DURANTE+A+DITADURA.html
(Data de acesso: 24.10.2009)
http://www.eco21.com.br/textos/textos.asp?ID=1759
(Data de acesso: 24.10.2009)
http://veja.abril.com.br/150103/p_036.html (Data de acesso: 24.10.2009)
http://www.minc.com.br/ (Data de acesso: 24.10.2009)
http://www.athosgls.com.br/noticias_visualiza.php?contcod=16792
(Data de acesso: 24.10.2009)
http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1000059
(Data de acesso: 24.10.2009)
http://www.tvcanal13.com.br/noticias/para-se-candidatar-em-201017-dos-35-ministros-devem-entregar-cargo-59235.asp
(Data de acesso: 24.10.2009)
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/05/28/minc-chama-ruralistas-de-vigaristas-pt-se-desculpa-190384.asp
24.10.2009 (Data de acesso: 24.10.2009)
http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1315363-5601,00.html
(Data de acesso: 24.10.2009)
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT4475-15223-4475-3934,00.html
(Data de acesso: 24.10.2009)
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u591779.shtml
(Data de acesso: 26.10.2009)
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/conteudo_283848.shtml
(Data de acesso 26.10.2009)
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