PASTOR AMARILDO

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Nome: PASTOR AMARILDO
Nome Completo: PASTOR AMARILDO

Tipo: BIOGRAFICO


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PASTOR AMARILDO

PASTOR AMARILDO

*dep. fed. TO 1999-2007

 

Amarildo Martins da Silva nasceu em Hidrolândia (GO) no dia 22 de agosto de 1962, filho de Etelvino Batista da Silva e Geralda Martins da Silva.

Trabalhou como office-boy e auxiliar de escritório em Goiânia (GO) até 1984, quando entrou na Escola de Educação Teológica das Assembléias de Deus (EETAD), na mesma cidade, e cursou Teologia até 1988. No final desse ano mudou-se para Palmas (TO). Foi empresário do setor papeleiro entre 1990 e 1996. Atuou também como Capelão da Associação de Homens de Negócios do Evangelho Pleno (ADHONEP), entre 1992 e 93, além de Presidente-Fundador da Associação Beneficente da Assembléia de Deus (ABEADEP), de 1994 a 1998, e da Associação Beneficente Evangélica Assembléia de Deus (ABEADETINS) de 1994 a 1998.

Em 1989 exerceu seus primeiros cargos públicos, como assessor técnico de Miracema (TO) e diretor administrativo e financeiro da Agência de Desenvolvimento de Tocantins. Posteriormente, em 1991, tornou-se assessor técnico da Secretaria da Agricultura do Estado de Tocantins, cargo que ocupou até o ano seguinte, quando assumiu a Coordenação de Arrecadação da Prefeitura Municipal de Palmas (1992 a 1994). Entre 1995 e 1996 foi diretor-geral do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN)/ TO.

Em 1994, filiou-se ao Partido Progressista Brasileiro (PPB), em cuja legenda elegeu-se vereador de Palmas, no pleito de 1996. Durante seu mandato (1997-1999), foi Presidente da Câmara Municipal. Também foi delegado do Diretório Regional do partido, em Tocantins, no ano de 1997.

 Em 1998, pela legenda do PPB, concorreu ao cargo de deputado federal, elegendo-se para o mandato de 1999-2003. Ao longo de seu primeiro mandato afastou-se do cargo por duas vezes. Na primeira, entre março e novembro de 2000, para ser Secretário de Esportes e Turismo do Estado de Tocantins e, entre novembro de 2001 a abril de 2002, quando foi Secretário de Indústria e do Comércio do Estado de Tocantins, na gestão do governador José Wilson Siqueira Campos (1999-2003), do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Ainda nesta legislatura, participou como titular, entre outras, das Comissões Permanentes de Direitos Humanos e Legislação Participativa.

Nas eleições de 2002 foi reeleito para o cargo de deputado federal (2003-2007), pelo PPB. Em 2003 filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) e, ainda no mesmo ano, deixou-o para ingressar no Partido Social Cristão (PSC). Foi líder do PSC na Câmara entre 2003 e 2007. Atuou também, nesta legislatura, como titular de comissões como as de Educação, Cultura e Desporto, Constituição, Justiça e Cidadania, Minas e Energia, Amazônia e Desenvolvimento Regional. Também foi titular da Comissão Parlamentar de Inquérito da Privatização do Setor Elétrico, instalada em 2005, destinada a investigar o processo de privatização das empresas do setor elétrico brasileiro e o papel nele desempenhado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Foi autor da Lei Complementar 79/2004, que propunha uma atualização da regulamentação da profissão de jornalista, introduzindo novas funções para o ofício, e exigindo o diploma de curso superior em jornalismo também para o exercício das funções específicas de repórter fotográfico, repórter cinematográfico, diagramador e ilustrador, conforme discussão encaminhada pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ). Algumas das principais associações de comunicação brasileiras (Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Associação Nacional de Jornais (ANJ), Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e o Conselho Federal das Relações Públicas (CONFERP) posicionaram-se de forma veemente contra esta proposta em diversos veículos de comunicação. Após aprovação no Senado Federal, o Projeto de Lei Complementar 79/04, foi vetado, integralmente, pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva, em 2006.

Neste mesmo ano, a Polícia Federal deflagrou uma investigação denominada Operação Sanguessuga, destinada a investigar um esquema de fraudes em licitações para compra de ambulâncias, que contava com a participação tanto de funcionários das prefeituras as quais se destinavam às ambulâncias, quanto de parlamentares com mandato em exercício. Como conseqüência desta investigação foi instalada, no Congresso Nacional, uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, que denunciou o Pastor Amarildo como um dos 67 deputados suspeitos de envolvimento neste esquema de fraudes. Acusado por Luiz Antonio Vedoin, um dos donos da Planam, empresa que teria sido beneficiada por este esquema de corrupção, Pastor Amarildo negou todas as acusações.

Foi também membro do Conselho de Desenvolvimento do Estado do Tocantins (1997-1998).

 

FONTES: Agência Câmara (16/11/06). Disponível em : <http://www2.camara.gov.br/ internet/homeagencia/materias.html?pk=94954&pesq=pastor amarildo>. Acesso em : 23 mar. 2009; CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1999-2003, 2003-2007); Folha de S.Paulo (online) 25 nov. 2002; 06 set. 2006; 27 nov. 2008. Disponível em : <http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u42771.shtml>,<http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u82572.shtml>,<http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u472402.shtml>. Acesso em : 18 ago. 2009; Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em : <http://www2.camara.gov.br/deputados/index.html/loadFrame.html>. Acesso em : 23 mar. 2009; Portal Imprensa (18/7/06). Disponível em: <http://portal imprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2006/07/18/imprensa7885.shtml>. Acesso em : 18 ago 2009; Portal Observatório da Imprensa (25/7/06). Disponível em: <http:// www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=391JDB007>. Acesso em : 18 ago. 2009.

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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