RAIMUNDO MENESES DINIZ

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Nome: DINIZ, Raimundo
Nome Completo: RAIMUNDO MENESES DINIZ

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
DINIZ, Raimundo

DINIZ, Raimundo

*  dep. fed.  SE 1967-1983.

 

                Raimundo Meneses Diniz nasceu em Ara­caju no dia 7 de março de 1928, filho de Go­dofredo Diniz Gonçalves, deputado federal por Sergipe (1947-1951 e 1953-1954) e duas vezes prefeito da capital sergipana (1935-1941 e 1963-1967), e de Dulce Me­neses Diniz.

Estudou no Colégio Salesiano, no Colé­gio Estadual de Sergipe e, após transferir-se para São Paulo, no Colégio São Bento, na ca­pital paulista.  Ingressou em seguida na Fa­culdade de Direito da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro (então Distrito Federal), pela qual se bacharelou.

Após formar-se, foi nomeado chefe de gabinete do secretário de Segurança do es­tado do Rio de Janeiro, e em seguida retornou a Aracaju, onde se elegeu vereador à Câmara Municipal em 1951 na legenda da União Democrática Nacional (UDN).  Abriu banca de advogado na capital sergipana e foi desig­nado procurador-geral do município.  Pro­curador do Instituto do Açúcar e do Álcool e advogado ativo no Rio de Janeiro e em Ser­gipe, no pleito de novembro de 1966 ele­geu-se deputado federal por seu estado na legenda da Aliança Renovadora Nacional (Arena).  Assumindo o mandato em feve­reiro do ano seguinte, tornou-se membro da Comissão de Constituição e Justiça da Câ­mara.

Reeleito em novembro de 1970, em 1971 tornou-se suplente da Comissão de Orçamen­to, continuou membro efetivo da Comissão de Constituição e Justiça e foi escolhido pre­sidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.  Ainda em 1971 fez o curso da Associação dos Diplomados da Escola Su­perior de Guerra (ADESG), a partir de maio de 1973 tornou-se vice-líder da Arena na Câ­mara e em 1974 foi escolhido membro da Co­missão Mista de Orçamento.  Ainda em 1974, teve seu nome cogitado para candidatar-se à sucessão sergipana, figurando na lista formada por Augusto Franco, mas foi preterido e reele­geu-se deputado federal no pleito de novem­bro.

Na legislatura iniciada em fevereiro de 1975, foi suplente da Comissão de Finanças e continuou a integrar a Comissão de Rela­ções Exteriores da Câmara.  Em setembro, com a criação pela Arena da Fundação Mílton Campos para Pesquisas e Estudos Políticos, tornou-se membro do conselho deliberativo da nova entidade.  Novamente reeleito em novembro de 1978, iniciou seu quarto mandato em fevereiro do ano se­guinte, continuando a integrar a Comissão de Relações Exteriores da Câmara.  Após a extinção dos partidos políticos em novem­bro de 1979, filiou-se ao Partido Democrá­tico Social (PDS), agremiação situacionista que sucedeu à Arena.  Encerrou seu mandato em janeiro de 1983.

Radicado em Brasília, entre 1983 e 1995 foi chefe de gabinete do Serviço Social da Indústria (SESI) na capital federal. Em janeiro de 2000, atuava no ramo da advocacia.

Casou-se com Amélia Franco Diniz, com quem teve sete filhos

 

FONTES:  CÂM.  DEP.  Deputados; CÂM. DEP.  Deputados brasileiros.  Repertório (1967-1971, 1971-1975 e 1975-1979); CÂM.  DEP.  Relação nominal dos se­nhores; INF. BIOG.;  NÉRI, S. 16; Perfil (1972 e 1980); Política.

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