ROBERTO SOBRINHO

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Nome: ROBERTO SOBRINHO
Nome Completo: ROBERTO SOBRINHO

Tipo: BIOGRAFICO


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ROBERO SOBRINHO

ROBERTO SOBRINHO

*pref. Porto Velho 2005-.

 

Roberto Eduardo Sobrinho nasceu em São Paulo no dia 22 de julho de 1959.

Em 1983, mudou-se para Porto Velho (RO) e começou a militar no movimento sindical. Em 1998 tornou-se consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), nas áreas de Educação e Reforma Agrária. Em 2002, deixou a função para se dedicar à carreira de docente do ensino superior, na União das Escolas Superiores de Rondônia (UNIRON).

Filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), em 2004 candidatou-se à prefeitura de Porto Velho e disputou o segundo turno com Mauro Nazif Rasul, candidato do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Roberto Sobrinho venceu as eleições com 54,3% dos votos válidos e assumiu o cargo em janeiro de 2005.

Sua gestão na prefeitura de Porto Velho foi marcada por constantes embates políticos entre ele e o governador do estado, Ivo Cassol, governador de Rondônia de 2003 a 2007 e reeleito nas eleições de 2006, para o mandato de 2007 a 2011. Roberto Sobrinho queixava-se da ausência de obras do governo Ivo Cassol na capital de Rondônia e afirmava que só conseguia empreender obras e ações em Porto Velho graças ao apoio do presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva (2003-2011), dos senadores Valdir Raupp, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), e Fátima Cleide, do PT, e dos deputados federais Eduardo Valverde, do PT, e Marinha Raupp, do PMDB, e que desejava ter mais parcerias com o governo Cassol em benefício da cidade. Por sua vez, o então governador de Rondônia, Ivo Cassol, criticava a falta de iniciativa do governo Lula em asfaltar rodovias federais no estado e acusava o prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, de não realizar obras que seriam de sua responsabilidade, e não do governo do estado.

Em dezembro de 2007, Porto Velho foi apontada como a capital brasileira que mais recebeu recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo Lula, para obras de urbanização e saneamento. Segundo as declarações da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o critério para distribuição do dinheiro do PAC era o “tamanho do problema”, especialmente o déficit nos sistemas de água e esgoto e o índice de mortalidade infantil. Entretanto, um levantamento realizado pelo jornal Folha de S. Paulo, mostrou que as capitais administradas por aliados do governo federal receberam mais recursos. A esse respeito, Roberto Sobrinho argumentou que sua administração fazia jus aos recursos recebidos do Estado, que cumpria todos os requisitos exigidos pelo PAC, como transparência administrativa, bons projetos para aplicação dos recursos, além de estar articulado com a bancada governista, e que, portanto, não se tratava de qualquer tipo de privilégio.

Nas eleições de 2008, candidatou-se à reeleição para a prefeitura de Porto Velho, sempre na legenda do PT, e venceu a disputa ainda no 1º turno, com 59,51% dos votos válidos, contra os 18,47% recebidos por seu principal concorrente, Lindomar Garçom, do Partido Verde (PV).

Formou-se em psicologia, com especialização em Gestão Escolar e mestrado em engenharia da profissão.

Casou-se com Lucilene Peixoto dos Reis, com quem teve cinco filhos.

 

FONTES: Folha de S.Paulo (online). Disponivel em : <http://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em : 09 dez. 2009; G1. Portal de Notícias da Globo (2/10/06). Disponível em : <http://g1.globo.com>. Acesso em : 09 dez. 2009; Portal Foco em Notícia (7/5/08). Disponível em : <http://www.focoemnoticia.com>. Acesso em : 08 dez. 2009.

 

 

 

 

 

 

 

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