ROLLEMBERG, Rodrigo

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Nome: ROLLEMBERG, Rodrigo
Nome Completo: ROLLEMBERG, Rodrigo

Tipo: BIOGRAFICO


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ROLLEMBERG, Rodrigo

ROLLEMBERG, Rodrigo

* dep. fed. DF 2007-2011; sen. DF 2011-2015; gov. DF 2015-.

 

Rodrigo Sobral Rollemberg nasceu no Rio de Janeiro, no dia 13 de julho de 1959. Filho de Teresa Sobral Rollemberg e Armando Leite Rollemberg, que foi deputado federal por Sergipe entre 1955 e 1963 e ministro do Superior Tribunal Federal. 

Formou-se em história pela Universidade de Brasília (UnB) em 1983. Filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) em 1985, tornou-se coordenador nacional da Juventude Socialista Brasileira em 1989.

Em 1995 assumiu o primeiro mandato de deputado distrital em Brasília. Sua atuação em defesa do turismo e de Brasília fez o então governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque, do Partido dos Trabalhadores (PT), convidá-lo a assumir a Secretaria de Turismo, posteriormente transformada em Secretaria de Turismo, Lazer e Juventude. Esteve à frente da secretaria de 1996 a 1998, e em abril desse último ano desincompatibilizou-se para disputar a reeleição em outubro. Reeleito deputado distrital na legenda do PSB, em 1999 iniciou novo mandato e assumiu a liderança do partido na Câmara Legislativa. Ainda nesse ano foi eleito presidente do PSB no Distrito Federal. Nas eleições de outubro de 2002, candidatou-se a governador do Distrito Federal na legenda do PSB, mas não conseguiu se eleger. Nessa legislatura integrou a comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigou a grilagem de terras públicas no Distrito Federal.

Membro da executiva nacional do PSB em 2003, com o início do governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva em janeiro desse ano, assumiu a Secretaria Nacional de Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia. Nessa condição integrou o Comitê Consultivo de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social, o Grupo de Trabalho instituído para elaborar propostas de integração entre o Ministério da Ciência e Tecnologia e as Organizações do Terceiro Setor, e o Grupo Interministerial para o fortalecimento do Programa Nacional de Atividades Espaciais. Em 2005, participou do Fórum Social Mundial e coordenou o Grupo de Trabalho para a implementação da 1ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, integrou o Conselho Nacional da Juventude e o Comitê Executivo do Projeto Casa Brasil. Participou também da I Conferência de Financiamento aos Programas de Inovação Tecnológica como Instrumento de Luta contra a Pobreza e Promoção Social; do 49º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), e da 57ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Em 2006, exerceu as funções de representante do Ministério da Ciência e Tecnologia e presidente do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Agronegócio.

Desincompatibilizou-se em abril de 2006 e, no pleito de 2006, foi eleito deputado federal pelo Distrito Federal na legenda do PSB, tendo sido empossado na Câmara dos Deputados em fevereiro de 2007. Neste primeiro ano da legislatura, votou a favor da prorrogaçãeiro de 2007 e, noo Provisiria de Movimentada prorrogaeiro de 2007 e, no pleito de 2006, foi eleito deputadça do bloco composto por PSB, PCdoB, PMN e PRB. Em maio seguinte, tornou-se líder do PSB na Câmara. Além disso, como parte de suas atividades parlamentares, integrou a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.

Nas eleições de 2010 candidatou-se ao cargo de senador, tendo sido eleito com 738.575 votos. No Senado Federal, presidiu a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle e a Comissão Especial de Modernização do Código de Defesa do Consumidor. Em 2013, passou a conciliar a função de líder do PSB no Senado com a de Coordenador da bancada do DF no Congresso Nacional.

No pleito de outubro de 2014 concorreu pela segunda vez ao governo do Distrito Federal. Votado por 43, 25% eleitores, disputou o segundo turno Jofran Frejat, do Partido Republicano (PR), que obteve 27, 97% dos votos. Durante sua campanha eleitoral, frisou que, se eleito, teria como metas estabelecer educação integral e abertura de postos de saúde 24 horas, além da criação de políticas visando o desenvolvimento da economia e do turismo em Brasilia. Na segunda fase da disputa eleitoral, Rollemberg foi eleito com 55, 56% dos votos  válidos.

Renunciou no Senado e tomou posse como governador do DF em janeiro de 2015. No decorrer de sua gestão empreendeu uma série de medidas visando o ajuste das contas públicas, dentre as quais a redução do número de secretarias e de cargos comissionados, aumento de impostos e a venda direta de bens imóveis sem uso, assim como a alienação de parte de ações das estatais do Distrito Federal. Em sua mensagem à Assembleia Legislativa, apresentada aos deputados em fevereiro de 2017, o governador ressaltou aspectos que considerou positivos de sua atuação desde a posse, destacando a entrega de milhares de moradias à população pobre, contratação de professores e profissionais da área de assistência social, aumento do número de transplantes e construção de novas unidades de saúde, ações voltadas à reorganização fundiária e apoio a projetos para agricultura familiar, além de investimentos em transporte público e nas áreas de segurança e                  infra-estrutura.

Em fevereiro, Rollemberg assinou decreto que reconheceu a identidade de gênero de travestis, transexuais e transgêneros em todos os órgãos da administração pública local, dando 90 dias para que fossem realizadas as adaptações necessárias para que os trabalhadores e o público atendido passassem a ser identificados pelo nome e o gênero escolhidos.

Casado com Márcia Rollemberg, teve três filhos.

 

               

 

FONTES: Portal da Câmara dos Deputados. Disponível em: <http://www2.camara.gov.br>. Acesso em 14/05/2009 e 09/12/2013; Portal G1. Disponível em: <http://g1.globo.com/>. Acesso em 03/02/2017; Portal do jornal Correio Brasiliense. Disponível em: <http://www.correiobraziliense.com.br/>. Acesso em 03/02/2013; Portal de Rodrigo Rollemberg. Disponível em: <http://www.rollemberg.com.br>. Acesso em 09/12/2013 e em 03/02/2017; Portal do Senado. Disponível em: <http://www.senado.gov.br>. Acesso em 09/12/2013 e em 03/02/2017; Portal do Tribunal Superior Eleitoral. Disponível em: <http://www.tse.jus.br>. Acesso em 09/12/2013.

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