WAINER, SAMUEL

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Nome: WAINER, Samuel
Nome Completo: WAINER, SAMUEL

Tipo: BIOGRAFICO


Texto Completo:
WAINER, SAMUEL

WAINER, Samuel

*jornalista.

 

Samuel Wainer nasceu na cidade de São Paulo no dia 16 de janeiro de 1912, filho de Jaime Wainer e de Dora Wainer, imigrantes judeus de origem romena.

Fez os estudos primários e secundários no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, ingressando em seguida na Faculdade de Farmácia da Universidade do Rio de Janeiro. Ainda estudante, teve suas primeiras experiências como repórter no Diário de Notícias. Uma vez formado como farmacêutico, não chegou a exercer a profissão.

Através de Antônio Batista Pereira, genro de Rui Barbosa e editor da Revista Brasileira, começou a trabalhar nesse periódico, tornando-se em 1934 secretário e chefe de redação. No ano seguinte lançou, apoiado por um grupo editorial liderado por Caio Prado Júnior, a Revista Contemporânea, que circulou apenas por alguns meses. Sua atividade mais efetivamente profissional na imprensa só se iniciou em 1938, logo após a decretação do Estado Novo (10/11/1937), quando, juntamente com Maurício Goulart, fundou Diretrizes, revista mensal de “política, economia e cultura”. Dedicando-se em sua primeira fase a assuntos variados, Diretrizes transformou-se em 1941 em jornal semanal, adotando uma linha de oposição ao regime ditatorial liderado por Getúlio Vargas. O jornal teve diversas edições apreendidas pela polícia e sofreu intensa pressão por parte do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) do governo. Em 1944, Diretrizes publicou uma entrevista concedida a Francisco de Assis Barbosa por Lindolfo Collor, na qual o ex-ministro do Trabalho declarava esperar que o fim da guerra contra o nazismo na Europa fosse acompanhado pelo término da ditadura no Brasil. Em conseqüência dessa entrevista o DIP suspendeu o suprimento de papel ao jornal, que foi forçado a sair de circulação.

Com o fechamento de Diretrizes, Samuel Wainer buscou asilo na embaixada do México, partindo depois para o Chile e Estados Unidos, onde, vigiado de perto por agentes do corpo diplomático brasileiro, trabalhou como correspondente do jornal O Globo. Com a extinção do Estado Novo em 1945, retornou ao Brasil e reabriu Diretrizes. Logo em seguida viajou para a Europa, onde cobriu o julgamento dos criminosos de guerra nazistas, em Nuremberg, na Alemanha. Único latino-americano dentre os 450 jornalistas credenciados, conseguiu burlar proibições e entrevistar Joachim von Ribbentrop e o almirante Karl Doenitz, integrantes da cúpula do regime nazista e importantes prisioneiros de guerra alemães.

 

A volta de Vargas

Em 1947 Wainer vendeu Diretrizes a um grupo nominalmente representado pelo vereador João Alberto Lins de Barros, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), eleito naquele mesmo ano presidente da Câmara Municipal do Distrito Federal. Em seguida foi contratado por Francisco de Assis Chateaubriand, fundador e proprietário da cadeia dos Diários Associados, onde passou a ser um dos repórteres de maior projeção.

Em fevereiro de 1949 viajou ao Rio Grande do Sul com o objetivo de realizar uma série de reportagens demonstrando a inutilidade do esforço do governo brasileiro no sentido de incentivar a produção do trigo. Estando em Bajé no desempenho dessa missão, ouviu do piloto do pequeno avião que os Diários Associados haviam posto à sua disposição a informação de que ele transportara por diversas vezes para a fazenda de Santos Reis, perto de São Borja, caravanas de políticos em visita a Getúlio Vargas. Resolveu então tentar uma entrevista com o ex-presidente, que sistematicamente vinha evitando declarações aos jornais. Recebido por Vargas para uma conversa que durou 45 minutos, obteve permissão para publicar nos jornais da cadeia dos Diários Associados uma entrevista que modificaria substancialmente o panorama da sucessão presidencial de Eurico Dutra. Nela o ex-presidente afirmava: “Voltarei como líder de massas.” Apesar disso, mantendo-se numa posição pendente em relação a seus adversários, Vargas elogiou as qualidades do brigadeiro Eduardo Gomes e manifestou simpatias por alguns nomes do Partido Social Democrático (PSD) levados à sua apreciação, aguardando pacientemente uma definição mais clara do quadro sucessório.

Em maio de 1950, a convenção nacional da União Democrática Nacional (UDN) aprovou o nome de Eduardo Gomes como seu candidato à presidência da República, o mesmo com que fora derrotada em 1945. Três dias depois o diretório nacional do PSD, acolhendo proposição da seção gaúcha do partido, adotou a candidatura do deputado federal Cristiano Machado, da bancada mineira, decisão homologada pela convenção nacional realizada em 9 de junho. No período decorrido entre a indicação e a homologação de Cristiano pelo PSD, no dia 6 de junho, o diretório nacional do PTB apontou o nome de Vargas como candidato à presidência, indicação homologada pela convenção nacional do partido dez dias depois. Contando com o apoio de parte do Partido Social Progressista (PSP), nacionalmente chefiado pelo governador paulista Ademar de Barros, Vargas deu início à campanha eleitoral. O ex-presidente tinha contra si toda a grande imprensa do país, mas Chateaubriand, com o intuito de manter o prestígio informativo de seus jornais e emissoras de rádio, destacou Samuel Wainer para acompanhá-lo.

Consagrado nas urnas em 3 de outubro de 1950 e empossado em 31 de janeiro do ano seguinte, depois de vencida a tese inconstitucional da “maioria absoluta” invocada por adversários udenistas, Vargas sentiu a necessidade de romper o cerco que sofria por parte da imprensa. Na ocasião, haviam lutado contra sua candidatura e estavam se preparando para combater seu governo O Estado de S. Paulo, de Júlio de Mesquita Filho, O Globo, de Roberto Marinho, o Correio da Manhã, de Paulo Bittencourt, o Diário de Notícias, de Orlando Dantas, A Notícia, de Cândido Campos e a Tribuna da Imprensa, de Carlos Lacerda, todos eles simpáticos à candidatura udenista derrotada de Eduardo Gomes. Os Diários Associados e o Diário Carioca, fundado por José Eduardo de Macedo Soares e dirigido por Horácio de Carvalho Júnior, colocaram-se ao lado de Cristiano Machado, lançado pelo PSD e apoiado também pelo Partido Republicano (PR). Restaram ao lado de Vargas apenas O Radical, fundado por Rodolfo de Carvalho e dirigido por seu genro, George Galvão, e O Mundo, de Geraldo Rocha, ambos de pequena penetração. Foi diante dessa realidade que Vargas começou a pensar num jornal que, sem que fosse do governo, pudesse ser um defensor de suas iniciativas, pensando em Samuel Wainer para viabilizá-lo.

Wainer conseguiu então financiamentos concedidos pelo banqueiro Válter Moreira Sales, pelo empresário mineiro Euvaldo Lodi, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), e pelo industrial paulista Ricardo Jafet, na ocasião exercendo a presidência do Banco do Brasil. A partir daí adquiriu o parque gráfico da empresa Érica, assim como o prédio onde ele estava instalado. Oferecendo esses dois bens ao Banco do Brasil como garantia, conseguiu um empréstimo no valor de 26 milhões de cruzeiros para constituir a Empresa Editora Última Hora S.A., que seria a responsável pela edição do jornal do mesmo nome, cujo título foi adquirido ao diplomata Abelardo Roças.

 

O lançamento da Última Hora

A edição inicial do jornal circulou no dia 19 de junho de 1951 e já seis meses depois, com a introdução de novas técnicas de comunicação de massa e revolucionando os padrões da imprensa brasileira, a Última Hora era o vespertino de maior circulação no Rio de Janeiro. Com isso atraía publicidade de pequenas e médias empresas e de lojas comerciais que vendiam artigos de largo consumo popular, interessadas pela crescente propagação do veículo. A imprensa de oposição a Vargas, entretanto, fez desde o surgimento da Última Hora uma campanha de ataques sistemáticos ao jornal, acusando-o de favoritismo em função das transações que efetuara com o Banco do Brasil. Apesar disso, a 18 de março de 1952, com financiamento propiciado pelo conde Francisco Matarazzo — na época, em luta aberta contra Chateaubriand —, Wainer lançou com grande esquema promocional a edição paulista de seu jornal.

A campanha contra a Última Hora, liderada pela Tribuna da Imprensa, de Carlos Lacerda, aumentou de intensidade até que, em abril de 1953, a Câmara Federal aprovou proposição do deputado Armando Falcão, do PSD do Ceará, instituindo uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar o assunto. A CPI, presidida pelo deputado Carlos Castilho Cabral, do PSD paulista, era integrada ainda pelo petebista Anésio Frota Aguiar e pelos udenistas Aliomar Baleeiro e Guilherme Machado. Teoricamente, seu objetivo era investigar os negócios da imprensa escrita e falada com os estabelecimentos oficiais de crédito. No entanto, a CPI acabou tratando unicamente da Última Hora, apesar dos esforços do deputado Eusébio Rocha, do PTB de São Paulo, e do jornalista Rafael Correia de Oliveira, do Diário de Notícias, que tentaram sem êxito envolver os Diários Associados na devassa. Mesmo acossado pela CPI, Wainer seguiu ampliando sua rede e ainda em abril de 1953 lançou o semanário Flan, que em pouco tempo retirou da revista O Cruzeiro, da cadeia dos Diários Associados, a liderança entre as publicações periódicas editadas no país.

 

O crescimento da campanha contra Wainer

A campanha contra a Última Hora e seu fundador assumia cada vez maior agressividade. Encabeçando os ataques estava Carlos Lacerda, que ocupava diariamente horários nobres na Rádio Globo, cedida por Roberto Marinho, e na TV Tupi, colocada à sua disposição por Chateaubriand. Lacerda chegou a afirmar que Wainer em realidade era estrangeiro, o que por lei o impediria de possuir ou dirigir qualquer órgão de imprensa no país. Ainda segundo Lacerda, Wainer teria forjado uma certidão de nascimento que o dava como brasileiro, tendo incorrido assim em crime de falsidade ideológica.

A essa altura, não só o futuro da Última Hora estava em jogo, mas a própria sobrevivência do governo, acusado da prática de atos ilegítimos. A crise se acirrou e em junho de 1953, depondo perante a CPI, Wainer recusou-se a mencionar os nomes de seus financiadores. Em razão dessa negativa foi decretada a sua prisão, relaxada dias depois por força de um pedido de habeas-corpus. Em sua defesa Wainer escreveu o Livro branco da imprensa amarela, relatando suas operações financeiras com o Banco do Brasil, apontando os montantes das dívidas dos jornais que o acusavam e situando a origem da campanha contra a Última Hora nos escritórios Momsem, que, segundo afirmou, dedicaram-se à prática da advocacia internacional e eram dirigidos por Fernando Cícero Veloso, acionista da Tribuna da Imprensa e padrinho de um dos filhos de Lacerda. Nessa mesma ocasião transferiu a presidência de sua empresa jornalística a Luís Fernando Bocaiúva Cunha, que mais tarde se elegeria deputado federal pelo PTB fluminense em 1958 e em 1962, e exerceria o mandato até ser cassado em abril de 1964.

Em 18 de setembro de 1953 as conclusões da CPI foram publicadas no Diário do Congresso Nacional. De acordo com elas, Wainer teria obtido empréstimo favorecido no Banco do Brasil, além de haver incorrido em dumping e crime de falsidade ideológica. Foi então aberto processo judicial contra ele e alguns de seus companheiros de diretoria da Última Hora, processo este que não teve andamento pelo fato de seus adversários não terem desenvolvido maiores pressões nesse sentido, mais preocupados com a conspiração contra a permanência de Vargas no poder, já bastante adiantada no final de 1953 e início de 1954. Apesar da campanha, Última Hora continuou a circular normalmente no Rio e em São Paulo. A publicação de Flan, no entanto, foi suspensa.

No dia 23 de agosto de 1954, no auge da crise, que culminaria com o suicídio de Vargas, Wainer foi procurado pelo ex-ministro Danton Coelho e pelo filho do presidente da República, Manuel Antônio Vargas, com um pedido de Getúlio para que no dia seguinte a manchete da Última Hora exprimisse textualmente sua promessa: “Só morto sairei do Catete.” Foi com esta manchete que o jornal circulou no dia 24 de agosto. Wainer não previa, evidentemente, o suicídio de Vargas, expressando apenas, segundo as deduções de todos os que acompanharam os episódios finais da crise, uma determinação de resistência. Com a morte de Getúlio, entretanto, o impacto que a manchete teve sobre a opinião pública foi imenso. Na ocasião, a multidão exaltou-se e o país por pouco não foi conflagrado.

 

A oposição a Café Filho e o governo de Juscelino

Após a morte de Vargas, Wainer manteve a Última Hora numa linha de cerrada oposição ao governo do novo presidente, João Café Filho. Ao mesmo tempo, os adversários do jornal, liderados por Carlos Lacerda, exigiam o seu fechamento, acusando-o de vinculação com a imprensa comunista. Essa medida chegou a ser aventada pelo governo durante uma reunião presidida por Café Filho, da qual participaram os ministros militares — general Henrique Teixeira Lott, da Guerra, almirante Edmundo Jordão Amorim do Vale, da Marinha, e brigadeiro Eduardo Gomes, da Aeronáutica —, o general Juarez Távora, chefe do Gabinete Militar, e o jurista Miguel Seabra Fagundes, ministro da Justiça. A providência só não foi tomada por força da intervenção de Seabra Fagundes, que sustentou energicamente sua inconstitucionalidade. Apesar disso, durante aqueles dias Wainer chegou a ser detido por duas vezes.

Nas eleições de 1955, disputaram a presidência da República Juscelino Kubitschek, apoiado pelo PSD, pelo PTB e pelo PR, Juarez Távora, apoiado pela coligação da UDN com o Partido Libertador (PL), o Partido Democrata Cristão (PDC) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB), Ademar de Barros, lançado pelo PSP, e Plínio Salgado, pelo Partido de Representação Popular (PRP). A Última Hora, apesar de suas simpatias naturais por Juscelino, não chegou a tomar uma posição ostensiva de apoio a ele. Deu cobertura noticiosa a todos os candidatos, destacando repórteres especiais para acompanhamento e cobertura de todos os comícios. Depois da vitória de Juscelino Kubitschek, entretanto, diante das articulações político-militares para impedir sua posse, o jornal tomou uma posição aberta em favor da legalidade, vindo a dar apoio ao Movimento do 11 de Novembro de 1955, chefiado pelo general Lott, no sentido de assegurar a preservação da normalidade democrática.

No dia 23 de novembro de 1955 o Supremo Tribunal Federal (STF) rechaçou por unanimidade a acusação de falsidade ideológica que pesava sobre Wainer e pela qual havia sido anteriormente condenado a um ano de prisão pelo juiz Valporé Caiado de Castro. Com essa decisão do STF, Wainer ficou definitivamente absolvido.

O governo de Juscelino Kubitschek recebeu integral apoio da Última Hora, que defendeu com firmeza a construção de Brasília, uma das iniciativas mais contestadas pela oposição. Em 1959, Wainer reassumiu a direção do jornal, que no ano seguinte, iniciada a campanha eleitoral para a sucessão presidencial, deu apoio à chapa Lott-João Goulart, sustentada pela coligação PSD-PTB-PSB, sem entretanto envolver-se ostensivamente na campanha.

 

Os governos de Jânio e Goulart

Durante o governo de Jânio Quadros, que derrotou Lott no pleito de outubro de 1960 e tomou posse em janeiro de 1961, o jornal se solidarizou com algumas iniciativas governamentais, particularmente no campo da política externa, onde Jânio desenvolveu uma aproximação com os países socialistas, rompendo com a prática de um alinhamento automático com os Estados Unidos. Nessa época, o maior alvo dos ataques da Última Hora era o governador da Guanabara, Carlos Lacerda, eleito no mesmo pleito que consagrara Jânio. Para atacar o governo de Lacerda, Wainer, fixava-se na crise do abastecimento de água, na repressão policial encabeçada pelo secretário de Segurança, coronel Ardovino Barbosa, e nas atividades do coronel Américo Fontenele à frente do Departamento de Trânsito.

Após a renúncia de Jânio, em agosto de 1961, a Última Hora defendeu a posse do vice-presidente João Goulart, que na ocasião sofreu uma tentativa de veto por parte dos ministros militares — general Odílio Denis, da Guerra, almirante Sílvio Heck, da Marinha, e brigadeiro Gabriel Grün Moss, da Aeronáutica. Solucionada a crise com a adoção do parlamentarismo e a preservação da hierarquia constitucional no processo sucessório, durante o governo de Goulart a Última Hora manteve-se sempre ao lado do presidente, apoiando suas propostas de reformas de base e de restrições ao capital estrangeiro, mesmo depois do episódio da Revolta dos Marinheiros em março de 1964, quando toda a imprensa voltou-se contra ele.

Com o advento do movimento político-militar de 31 de março daquele ano, Wainer teve seu nome incluído na primeira lista de cassações de mandatos e suspensão de direitos políticos. Buscou, então, asilo na França, onde passou a cuidar de atividades relacionadas com produção cinematográfica, mantendo no entanto sua influência na orientação política da Última Hora. Regressou ao Brasil em 1967, reassumindo mais uma vez a direção do jornal que fundara. Em 1972 vendeu a Última Hora ao grupo da Construtora Metropolitana, que tinha à frente o empreiteiro Maurício Nunes de Alencar, o mesmo que em setembro de 1969 havia celebrado com Niomar Muniz Sodré Bittencourt um contrato de arrendamento por cinco anos do Correio da Manhã. Esse grupo transferiu mais tarde a Última Hora para Ari de Carvalho, um jornalista gaúcho radicado no Rio de Janeiro há vários anos.

Em 1974 Wainer foi editor de Domingo Ilustrado, lançamento semanal da Editora Bloch, que desapareceu depois de alguns meses de circulação. Depois disso voltou a trabalhar como editor da Última Hora, mas dessa vez como empregado. Em 1976 lançou na capital bandeirante o jornal Aqui São Paulo, de curta duração, passando depois para a Folha de S. Paulo e a Editora Três.

Faleceu em São Paulo no dia 2 de setembro de 1980.

Foi casado três vezes e do matrimônio com Danusa Leão teve três filhos.

Renato Lemos

 

 

FONTES: ARQ. DEP. PESQ. JORNAL DO BRASIL; COSTA, M. Cronologia; DULLES, J. Getúlio; Encic. Mirador; Folha de S. Paulo (21/8/77); Globo (3/9/80); Grande encic. Delta; Jornal do Brasil (7/4/74); MACEDO, R. Efemérides; NABUCO, C. Vida; Política; SILVA, H. 1954; Status (4/75 e 10/78).

 

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