Dimas Floriani

Entrevista

Dimas Floriani

Entrevista realizada no contexto do projeto “História Audiovisual das Ciências Sociais no Brasil”, desenvolvido com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq), entre dezembro de 2012 e dezembro de 2015, com o objetivo de constituir um acervo audiovisual de entrevistas com cientistas sociais brasileiros. Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Celso Castro
Thais Blank
Data: 5/5/2015
Local(ais):
Curitiba ; PR ; Brasil

Duração: 2h0min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Dimas Floriani
Formação: Graduação em Direito pela Universidade Federal do Paraná (1970 – interrompida); graduação em ciclo básico em Ciências Humanas (1970 – interrompida); graduação em Economia Política pela Universidad de Chile (1972 – interrompida); graduado em Ciências Políticas e Sociais na Université Catholique de Louvain (1974 – 1976); mestre em Ciência Política e Sociais na Université Catholique de Louvain (1976 – 1978); doutor pela Université Catholique de Louvain (1990 – 1991); pós-doutor pelo El Colegio de México (2002).
Atividade: Pesquisador no Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (1981 – 1988); professor titular da Universidade Federal do Paraná (1988 – Atual); coordenador da Casa Latino-americana Brasil (2012 – Atual); Universidad de los Lagos (2013 – Atual); membro do comitê assessor na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES (2013). *Entrevista realizada em 2015

Equipe


Transcrição: Liris Ramos de Souza;

Conferência da transcrição: Dirceu Salviano Marques Marroquim ;

Técnico Gravação: Thais Blank; Ninna Carneiro;

Temas

Abertura política;
Ação Social;
Alemanha;
Anos 1960;
Anos 1970;
Augusto Pinochet;
Bélgica;
Bibliografias;
Catolicismo;
Chile;
Ciência política;
Democracia;
Dimas Floriani;
Direito;
Ditadura;
Epistemologia;
Europa;
Exílio;
Família;
Filosofia;
Formação acadêmica;
Formação escolar;
Formação profissional;
História;
História da ciência;
Itália;
Literatura;
Marxismo;
Metodologia de pesquisa;
Militância política;
Panamá;
Partido dos Trabalhadores - PT;
Partido Social Democrático - PSD;
Partido Verde - PV;
Partidos políticos;
Perseguição política;
Política;
Regime militar;
Revolução Russa (1917);
Sociologia;
Universidade Federal do Paraná;

Sumário

Entrevista: 05.05.2015

Origens; a origem italiana da família; a educação primária no âmbito católico; as disputas políticas da região; a ligação politica do pai com o Partido Social Democrático (PSD); a educação na ordem dos Salesianos; a mudança de cidade para prosseguir os estudos; o trabalho como topógrafo na juventude; as complicações nos anos 1960; o golpe de 1964; as incertezas depois do golpe; a resistência passiva na juventude ante o golpe; a cassação da atividade política do pai; as origens da mãe; os dialetos italianos falados em casa; o autodidatismo; as dificuldades para manter os estudos; os empregos na adolescência; o contato com grupos de debate; o final dos anos 60; os grupos literários e filosóficos; a formação no marxismo; a entrada para a faculdade; a escolha por direito para se dedicar ao auxilio dos mais pobres; a ruptura com a tradição católica; a preocupação com as instituições; as problemáticas da repressão do regime à ação política; a atuação no Centro Acadêmico de Direito; a saída do curso; a rotina no início de carreira; as aulas de História e Filosofia ministradas; o retorno à Universidade Federal do Paraná (UFPR); o contato com membros de grupos de resistência ao regime; a decisão pelo exílio; o contato com grupos armados; o apoio a certos grupos do ponto de vista estratégico; a ida para o Chile; a rede de apoio no Chile; a dificuldade de ação política no Brasil pós-1969; conjecturas sobre a Revolução Russa de 1917; a preferencia por uma militância no Chile com ações sociais; as condições durante certo período; a participação na Universidade do Chile; a extensa participação nas atividades fora da Universidade; as relações com outros exilados; o golpe de Augusto Pinochet no Chile em 1973; o encontro com a futura esposa; o dia do golpe no Chile e as dificuldade enfrentadas; a ida para o Panamá; as intenções de ruma à Alemanha; a ida para a Europa; os ocasos que o fizeram ir para a Bélgica; as referências da futura esposa e a possível separação; as coincidências para o estabelecimento na Bélgica; a graduação e mestrado na Universidade Católica de Louvain; as diferenças das vertentes marxistas; as teorias para o estudo sobre Brasil durante a graduação e mestrado; o retorno ao Brasil; as discussões sobre transição democrática; o contato com o Brasil da Bélgica; as figuras de resistência no Brasil durante a ditadura; o reencontro com a família; a volta para Curitiba e a entrada no mundo acadêmico e profissional brasileiro; o período no Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES); a entrada para a UFPR no campo da Ciência Política; a formação sociológica do período; o processo de abertura política; a ambientação política na abertura; a formação do Partido dos Trabalhadores (PT); as dificuldades na sociedade paranaense de se formar um partido como o PT; a Sociologia Ambiental; a cooperação na formação do Partido Verde (PV); a posterior filiação ao PT; a evolução dos estudos no campo da Sociologia Ambiental; a ideologia e a Sociologia Ambiental; autores utilizados para basear o trabalho; a problematização de certos conceitos; a critica aos métodos acadêmicos tanto especializados quanto cosmopolitas demais; as teorias sobre ciência epistemologicamente; a Filosofia e a Ciência; os debates acerca da História da Ciência; o diálogo com outras Universidades; a aposentadoria e o prosseguimento na pós-graduação; os livros de maior impacto na formação profissional e pessoal.
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