Edgar Mário Berger

Entrevista

Edgar Mário Berger

Entrevista realizada no contexto do projeto "Golden Cross Assistência Internacional de Saúde: projeto de realização e editoração de entrevistas", desenvolvido em convênio com a Golden Cross Seguradora S.A., no ano de 1995. Um dos objetivos do projeto era a publicação de um livro de entrevistas que, por decisão da empresa, não se concretizou. O entrevistado era vice-presidente do Sistema Golden Cross à época da entrevista.
Forma de Consulta:
Entrevista em áudio disponível na Sala de Consulta do CPDOC.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Ignez Cordeiro de Farias
Luciana Quillet Heymann
Data: 17/5/1995 a 26/5/1995
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 7h2min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Edgar Mário Berger
Nascimento: 28/4/1927; São Paulo; SP; Brasil;

Formação: Faculdade de Medicina na Escola Federal do Paraná.
Atividade: Vice-presidente da Golden Cross.

Equipe

Levantamento de dados: Ignez Cordeiro de Farias;Luciana Quillet Heymann;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Ignez Cordeiro de Farias;Luciana Quillet Heymann;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Regina Santiago;

Temas

Bolsas de estudo e de pesquisa;
Doenças;
Edgar Mário Berger;
Educação;
Empresas privadas;
Estados Unidos da América;
Igrejas protestantes;
Instituições de saúde;
Medicina;
Milton Soldani Afonso;
Previdência social;
Privatização;
Saúde pública;
Seguros;

Sumário

1a entrevista: 17/05/1995

Fita 1-A: Dados biográficos do entrevistado e sua ascendência alemã; breve biografia dos pais; comentários sobre os adventistas do sétimo dia nas colônias alemãs no Sul do Brasil; ida do pai para a Bahia como pastor; sua morte em 1939 e as dificuldades enfrentadas pela família; primeiros estudos na Bahia e no Colégio Adventista de Santo Amaro, SP; na Escola Federal de Medicina, Curitiba (1946-51); bolsa de estudos e estágio de cirurgia na Europa e nos Estados Unidos (1952-53); informações sobre os irmãos; reflexão do entrevistado sobre sua infância; formação religiosa: influência do pai e do Colégio Adventista; escolha da profissão; comentários sobre seu trabalho enquanto estudante de medicina; influência do professor Basílio Vicente de Castro em sua formação; estágios no pronto-socorro do Hospital da Cruz Vermelha e no Hospital Militar; reflexão sobre a importância do estudo para superação da condição de pobreza; interesse do entrevistado pela cirurgia cardíaca, experiência na Europa: choques e afinidades culturais, cotidiano em Londres, aprendizado da língua inglesa; comparação entre a prática da medicina no Brasil e na Inglaterra; comentários sobre a socialização da medicina inglesa e a importância dos hospitais públicos.

Fita 1-B: Comentários sobre o sistema de saúde inglês; comparação entre os ensinos de medicina inglês e brasileiro; detalhes sobre a bolsa de estudos cedida pelo governo do Paraná; temporada na Suécia; contato com sua futura esposa e casamento; nos Estados Unidos ainda com a bolsa de estudos; retorno ao Brasil, dificuldades no início da carreira, apoio financeiro da família da esposa; comparação de políticas de saúde e padrões de medicina entre Inglaterra, Suécia e Estados Unidos; trajetória profissional em Curitiba: Hospital Nossa Senhora das Graças e clínica própria; vinda para o Rio de Janeiro a convite da igreja adventista para ser diretor do Hospital Silvestre (1956); dificuldades à frente do hospital; interesse pelo seguro de saúde; pesquisa sobre planos de saúde nos Estados Unidos; dificuldades de aceitação do plano de saúde no Hospital Silvestre; contato com a Caixa Econômica Federal para fornecimento de assistência médica a funcionários; condições para elaboração de estatísticas.

Fita 2-A: Processo de implantação do plano de saúde no Hospital Silvestre; comentários sobre Milton Soldani Affonso e o board do Hospital Silvestre, todos ligados à igreja adventista; infra-estrutura do hospital, funcionamento administrativo, estrutura médica; funcionamento do plano de saúde do Hospital Silvestre; repercussão do primeiro transplante de pâncreas feito no Brasil no Hospital Silvestre; opção do entrevistado pela parte administrativa; panorama sobre a importância e o tratamento dado à enfermagem no Hospital Silvestre e no Brasil; comparação entre o atendimento dos hospitais de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Fita 2-B: Panorama acerca dos hospitais do Rio de Janeiro; dificuldades enfrentadas pelos hospitais universitários do Rio de Janeiro; convênio entre o Hospital Silvestre e o INPS para cirurgias cardíacas; público alvo dos planos de saúde; comentários sobre o encarecimento e sofisticação da medicina e importância de uma medicina generalista; novos nichos de mercado para planos de saúde; descompromisso do governo brasileiro com a saúde pública: arrecadação de impostos e sua aplicação; falência da Previdência pública; comparação com a tributação de renda na Suécia.

Fita 3-A: A falta de confiança da sociedade no governo e a mentalidade em relação a doações no Brasil; comentário sobre a administração do Hospital Albert Einstein e a legislação reguladora da filantropia; a proposta do então ministro Adib Jatene de reverter o IPMF para a área de saúde; comparação entre investimentos governamentais em saúde no Brasil e na Noruega; a proposta de cobertura, pelas seguradoras, de atendimentos realizados na rede pública.

2ª entrevista: 22/05/95

Fita 3-A (continuação): Venda do Hospital São Lucas à Golden Cross iniciando sua rede própria de hospitais; ida do entrevistado para Belém, PA (1976); interesse do entrevistado por plantações de borracha: incentivos do governo e posterior fracasso da empreitada; comentário sobre a resistência da igreja adventista em tornar o plano de saúde do Hospital Silvestre nacional; funcionamento do plano de saúde para apenas um hospital: Hospital Silvestre e Beneficência Portuguesa; criação da Senasa e da Golden Cross para levar à frente o plano de saúde nacional

Fita 3-B: Comentários sobre os diferentes tipos de planos de saúde; adaptação do plano de saúde do Hospital Silvestre pelo grupo Interclínica; medicina de grupo e planos de saúde para empresas; a falta de legislação sobre assistência médica que protegesse o consumidor; comentário sobre a legislação do gênero nos Estados Unidos; incorporação de outras empresas de assistência pela Golden Cross; tentativas de regulamentação da medicina de grupo e resistência da esquerda; a privatização da medicina no Brasil; comentário sobre a dilapidação das reservas do INPS com a construção de Brasília e a ausência da contribuição governamental para a arrecadação tripartite; diferenças entre hospitais públicos e particulares quanto ao número de médicos por paciente; exemplo do Hospital da Lagoa; comentários sobre a abertura do setor de saúde ao capital estrangeiro; encarecimento da medicina nos Estados Unidos e utilização de procedimentos desnecessários; necessidade do retorno à medicina generalista; diferença em relação ao sistema médico do Canadá; o exagero em processos por erro médico nos Estados Unidos e os custos decorrentes.

Fita 4-A: Comentários sobre processos por negligência médica; comparação entre Brasil e Estados Unidos quanto à punição de médicos negligentes; corporativismo da classe médica no Brasil; mística criada em torno do médico no Brasil; diferenças entre Estados Unidos e Brasil quanto à informação ao paciente sobre os procedimentos médicos; falta de legislação a respeito no Brasil; exigência de autorização para procedimentos invasivos no Hospital São Lucas; necessidade dos médicos de acúmulo de empregos e impacto sobre a qualidade do atendimento; posição de obreiro na igreja; pouca diferença entre salários de obreiros em diversas funções; proposta da implantação de um plano de saúde nacional e recusa da igreja; autorização para participação do entrevistado no plano de saúde nacional; proposta de sociedade a Milton Soldani Affonso para formação da Senasa (1963); lançamento do plano de saúde nacional; dissolução amistosa da sociedade e manutenção da Senasa; permanência no Hospital Silvestre até 1970; dedicação exclusiva à Senasa a partir de 1970; formação do capital da Senasa a partir do pagamento adiantado dos segurados; início da oposição da classe médica às seguradoras de saúde e apoio às cooperativas médicas; compra do Hospital Samaritano (1971), independente da Senasa; compra pela Senasa do Hospital São Lucas (1972); atraso dos pagamentos aos médicos para cobrir os custos da reforma do Hospital São Lucas; formação da Golden Cross por Milton Affonso e ex-funcionários da Senasa; vantagem da Golden em relação à Senasa por pagar os médicos em dia; perda de clientes da Senasa para a Golden; dissolução da sociedade da Senasa e compra do Hospital São Lucas pela Golden; processo de compra do Hospital Samaritano: descontentamento de alguns médicos com a igreja à frente do Hospital Silvestre e reunião de um grupo para compra do Samaritano; compra do Hospital Pio XII para atendimento dos segurados da Ebam (subsidiária da Senasa, vendia planos para empresas); tentativa de lançamento de um plano de saúde do Samaritano nos moldes do Silvestre; saída do entrevistado do Samaritano em 1973 e abandono do projeto de plano de saúde; dificuldades da administração hospitalar; influência de modelos estrangeiros de administração hospitalar; importância de treinamento dos empregados de hospitais; importância de um bom relacionamento entre administrador e corpo clínico.

Fita 4-B: Importância da atuação do corpo clínico para a qualidade do hospital; dificuldade atual de uma atuação efetiva do corpo clínico no sentido de policiar os médicos, punindo e evitando erros; público alvo da Senasa; histórico do Hospital dos Bancários: construção pela Sul América, tentativa de compra pela igreja adventista, compra pelo instituto de previdência dos bancários; dificuldade dos hospitais públicos em atender a demanda de pacientes e restrições da classe média alta em recorrer a hospitais públicos como fatores para a criação dos seguros de saúde; unificação da Previdência e estabelecimento de convênios com hospitais particulares; subsídios da Caixa Econômica para construção de hospitais; o decreto-lei para regulamentação dos seguros de saúde, proposto pelo Instituto de Resseguros do Brasil em 1973, jamais foi regulamentado; oposição das seguradoras ao seguro de saúde; comentário sobre a grande adesão da comunidade judaica aos planos da Senasa: falta de uma mentalidade de seguros ao brasileiro; comentário sobre as falhas da legislação sobre a construção de hospitais; apoio de autoridades para modificação da legislação; apoio de políticos como Ademar de Barros como propaganda da Senasa; doação de títulos remidos do Hospital Silvestre para a Globo; venda de títulos remidos para acumular capital; problemas devido à falta de especificação de prazo dos títulos remidos; a compra do Hospital São Lucas pela Golden não incluindo as responsabilidades com os segurados; desativação da Senasa e renegociação dos títulos remidos; cobertura pessoal do entrevistado aos segurados que não renegociaram seus contratos remido; dificuldades de segurados de outras empresas que vão à falência; venda pela Senasa de títulos do Silvestre; diferenciação entre os planos com e sem livre escolha de atendimento; tentativa de criar resseguros da Senasa em diversos hospitais no Brasil; atuação de Hugo Rezende como vendedor de planos da Senasa e da Golden Cross; esclarecimento sobre o Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Social, para construção de hospitais; ataques sofridos pela Golden e defesa através da incorporação de militares aos quadros; avaliação da história da Golden Cross em fases: aventura, militarização, adeventização; doação da Golden para a igreja adventista.

Fita 5-A: Presidência do pastor Holtert Schimidt durante a fase de adventização da Golden; a cautela administrativa da igreja adventista em oposição ao arrojo de Milton Soldani; quarta fase do desenvolvimento da Golden: a fase de profissionalização da empresa; o processo sucessório de Milton Soldani Affonso na diretoria da empresa; aspectos positivos e negativos remanescentes das quatro fases de desenvolvimento; entrada do entrevistado na Golden em 1983,na fase de controle da igreja adventista; retorno de Milton Soldani à administração proposto pela igreja adventista e início da profissionalização; carisma de Milton Soldani e identificação entre sua imagem e a Golden; comentários sobre a sucessão de Milton Soldani e a formação de uma empresa familiar; importância do profissionalismo para a empresa; importância de figuras carismáticas para grandes empresas; resistência de Milton Soldani em autopromover-se; sua percepção de conjunto da empresa; metas da fase atual da Golden; importância e dificuldades da descentralização e da delegação de funções; afastamento gradativo de Milton Soldani e sucessão de Paulo César Affonso.

3a entrevista: 26/05/1995

Fita 5-A(continuação): Incorporação à Golden, em 1983, como gerente regional no Rio, responsável pela parte de seguros; tradição da Golden de terceirização do setor de vendas; tentativa do entrevistado em empreendimento particular no Amazonas e retorno em busca de trabalho; incorporação à Golden como gerente e transferência para a Superintendência Técnica, em 1984; reestruturação do relacionamento com a classe médica e restauração dos controles; organização de informações como avaliações dos atendimentos e procedimentos; tentativa de combate aos gastos desnecessários; importância dos dados estatísticos para a constituição de seguros de saúde; não cobertura de tratamentos de casos crônicos pela impossibilidade de prever os custos; discussão sobre os custos desses tratamentos e seu pagamento pela sociedade; encarecimento dos planos à medida em que aumenta a cobertura.

Fita 5-B: Possibilidade de maior cobertura em planos de grandes grupos pela previsão estatística de gastos; a inclusão de aspectos emocionais nas discussões de cobertura de doenças como AIDS; inviabilidade de criação de um "plano compreensivo" que cubra todas as doenças; resolução do Conselho de Medicina do Rio de Janeiro obrigando as seguradoras a cobrirem todas as doenças inclusive a AIDS e o clamor social que gera este tipo de iniciativa; cobertura da Golden a pacientes de AIDS para atendimento ambulatorial e na fase aguda da doença; dificuldade de cobertura de AIDS em plano de saúde por tratar-se de uma doença quase epidêmica; comentários sobre a falta de apoio ao aidético por parte da família e da sociedade; criação de mecanismos para diminuir o risco para a empresa seguradora: o exame prévio e prazos de carência mais longos; incompatibilidade entre abordagem emocional e discussão de seguros; necessidade de discussão sobre outras doenças e procedimentos como transplantes; cobertura de exames endoscópicos e pequenas cirurgias; incentivo ao médico para esgotamento dos procedimentos mais baratos; comentários sobre procedimentos pouco invasivos realizados ambulatorialmente; falta de treinamento médico para novas tecnologias; reembolso a médicos não credenciados de acordo com a tabela da Golden; ausência de cobertura a doenças epidêmicas como dengue; preocupação com o Ebola; comentários sobre a venda do plano internacional da Golden para a Bradesco Seguros; a agressividade em vendas da Golden Cross e a dificuldade em manter os associados; tentativa atual de conter a rotatividade de associados; discrepância entre expectativas do comprador do plano e a realidade do associado como fator de rotatividade.

Fita 6-A: Problemas devido a diferenças entre volume de vendas e capacidade de atendimento dos planos; maior lealdade do usuário de plano de livre escolha; importância dos planos de empresa (Plano Dame) no volume de vendas da Golden; subsídio do governo para os planos de empresa (governo Figueiredo) e incremento nas vendas; tendência de grandes empresas a desenvolverem planos próprios; análise dos motivos que levam empresas a desenvolverem planos próprios e papel das empresas seguradoras; importância da permanência do associado por um longo período para cobertura dos custos com vendas e propaganda; abandono do propósito inicial do período de carência de criar um fundo de reserva; aumento no nível de exigência do usuário; a questão da tabela de pagamento de médicos: greves de médicos credenciados; exigências da Golden Cross para credenciamento de médicos; desenvolvimento da carreira de um médico: importância do atendimento em plano de saúde para consolidação de clientela particular; aumento da média de permanência de médicos credenciados à Golden devido à crise econômica; boa medicina: cura rápida, baixos custos e paciente satisfeito; perigos de gratificar médicos por redução de custos para a seguradora; dificuldade em avaliar a satisfação do paciente com o médico que o atende.

Fita 6-B: necessidade de revisão da tabela de honorários médicos; incorporação de fatores técnicos para o cálculo dos honorários médicos no lugar dos lobbies das sociedades médicas; injustiças na composição da tabela; redefinição do perfil do associado à Golden: incorporação de classes mais baixas devido aos planos de empresas; problemas com os planos que prevêem internação em enfermaria; redução do número de contratos individuais em função dos planos de empresas; ausência de informações sobre acúmulo de mais de um plano por indivíduo; desenvolvimento de planos populares com características específicas; criação de planos regionais para competir com empresas regionais; estudos de expectativas por região para desenvolvimento de produtos com mais aceitação; coberturas específicas em algumas regiões (como a malária em Rondônia).

Fita 07-A: Compra de seguradora como garantia num eventual processo de regulamentação dos planos de saúde; transferência de planos para a seguradora; dificuldades na transição para a seguradora; polêmica sobre a regulamentação dos planos de saúde e o papel da Susep; divisão de clientes entre seguradora e plano de saúde; aliança entre a Golden e a seguradora Roma; trajetória do entrevistado na Golden; lançamento da Golden Ticket (empresa de vale-refeição) por Paulo César Affonso e posterior incorporação à Golden Cross como subsidiária; organização administrativa do Sistema Golden Cross; controle da Golden AIS sobre as subsidiárias; empresas lucrativas e empresas filantrópicas; funcionamento à parte da Unisa com a Golden como mantenedora; processo de incorporação da Unisa, sob intervenção federal, pela Golden; vantagens sociais da manutenção de uma universidade: visibilidade, fornecimento de mão-de-obra; processo de incorporação da Amico pela Golden; problemas gerados pela competição predatória; diferenças entre o plano de saúde típico e a medicina de grupo praticada pela Amico.

Fita 07-B: Cautela na incorporação de novas empresas ao sistema Golden Cross; incorporação do Igase ao sistema e transferência de propriedade dos hospitais da Golden para o Igase; comentários sobre o papel de um vice-presidente executivo dentro do Sistema Golden Cross; exigências do mercado e transformações necessárias para adaptação; combate à burocratização; comentários sobre o processo de modernização tecnológica e substituição de mão-de-obra; concentração da parte administrativa da Golden em apenas uma sede; dificuldades devido à acumulação dos processos de reengenharia e sucessão na Golden; avaliação das dificuldades de aceitação das mudanças em curso no Sistema; parte de promoção social sob responsabilidade de Neide Soldani; desafios da Golden Cross para o futuro: melhorias de relacionamento entre empresa, usuário e médico, entrada no mercado de previdência privada; previdência privada como fonte de crescimento econômico para o país; desafio da manutenção da unidade da empresa com os processos sucessórios.

Fita 08-A: Expansão de atuação para outros países.

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