Jonas Eduardo Américo (Edú)

Entrevista

Jonas Eduardo Américo (Edú)

Entrevista realizada no contexto do projeto “Futebol, Memória e Patrimônio: projeto de constituição de um acervo de entrevistas em História Oral”, desenvolvido entre dezembro de 2010 e dezembro de 2012, em convênio com o Museu do Futebol e com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O projeto tem como objetivos a constituição de um banco de depoimentos (registrados em áudio e vídeo), além da produção de um DVD a partir do material gravado com jogadores de futebol que participaram da seleção brasileira entre 1954 e 2010. Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Fernando Henrique Neves Herculiani
Clarissa Batalha da Silva Alves
José Carlos Asberg
Data: 22/9/2011
Local(ais):
Santos ; SP ; Brasil

Duração: 3h8min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Jonas Eduardo Américo
Nascimento: 6/8/1949; Jaú; SP; Brasil;

Formação:
Atividade: Foi jogador de futebol, jogando pelo Santos-FC, entre 1966 e 1978; pelo Tampa Bay, em 1980 e pelo Nacional em 1981. Jogou pela Seleção Brasileira entre 1966 e 1976.

Equipe

Levantamento de dados: Fernando Henrique Neves Herculiani;Theo Di Pierro Ortega;Marcos Longo Conde;Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro;Bernardo Borges Buarque de Hollanda;Daniela Alfonsi;Clarissa Batalha da Silva Alves;Bruno Romano Rodrigues;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Fernando Henrique Neves Herculiani;Theo Di Pierro Ortega;Marcos Longo Conde;Bernardo Borges Buarque de Hollanda;Daniela Alfonsi;Clarissa Batalha da Silva Alves;Bruno Romano Rodrigues;

Transcrição: Fernanda de Souza Antunes;

Conferência da transcrição: Maíra Poleto Mielli;

Técnico Gravação: Marco Dreer Buarque; Bernardo de Paola Bortolotti Faria;

Sumário: Mila Henriques Lo Bianco;

Temas

Amarildo Tavares da Silveira ;
Copa do Mundo;
Edson Arantes do Nascimento (Pelé);
Emílio Garrastazu Médici;
Esportes;
Família;
Formação profissional;
Governo Emílio Médici (1969-1974);
Imprensa;
Infância;
Itália;
João Saldanha;
Mario Jorge Lobo Zagallo;
Política;
Regime militar;
Santos Futebol Clube;
São Paulo;
Sociedade Esportiva Palmeiras ;

Sumário

Entrevista:22/09/2011
Infância em Jaú, São Paulo; condições financeiras da família; profissão dos pais; trajetória do pai no time Esporte Clube XV de Novembro de Jaú; receio da mãe com a carreira futebolística; destaque no futsal das olimpíadas estudantis; conciliação do futebol com os estudos; hábito de assistir jogos de futebol; vitória no campeonato infantil de Jaú; ingresso no time do Associação Atlética Palmeiras - Jaú; convite de Edson Arantes do Nascimento (Pelé) para treinar no Santos Futebol Clube; primeiro encontro com Pelé; primeiro treino no infantil do Santos; mudança para cidade de Santos em 1965; lembranças do seu treino no infantil do Guarani Futebol Clube; contratação no Santos na categoria de aspirantes; partida vitoriosa contra o Guarani em Campinas; convocação para a seleção brasileira infantil em 1965; retorno ao time do Santos na categoria profissional; comentários sobre a contratação como ponta-esquerda pelo Santos; aquisições com o primeiro salário no Santos; admiração por Pelé e Manuel Francisco dos Santos (Garrincha); a importância dos primeiros jogos pelo Santos; novas oportunidades a partir do trabalho na seleção juvenil; assédio e consequente deslumbramento com o sucesso; relevância dos jogadores Mauro Ramos de Oliveira e Olavo Martins de Oliveira em sua carreira; excursão do Santos para Munique em 1967; agilidade como driblador; aprendizado e aprimoramento de técnicas com os filmes sobre Garrincha; comentários sobre os treinamentos; surpresa com a convocação para a Seleção Brasileira em 1966; escalação de 45 jogadores e a formação de diferentes times nos treinamentos; disputa com os demais pontas-esquerdas para composição do time da Copa do Mundo de 1966; convocação para a Copa junto com Ademir de Barros (Paraná) e Amarildo Tavares da Silveira; falta de articulação para o entrosamento do grupo; cãibras e febre em jogo na Suécia; jogador mais jovem com a camisa da Seleção na Copa; treinos e jogos amistosos na Suécia; corte de jogadores relevantes; impossibilidade de substituição; expectativa dos jogadores quanto aos anúncios de cortes; complicações da estreia da Seleção; derrotas contra a Hungria e Portugal; a escolha por Paraná para substituição de Jair Ventura Filho (Jairzinho) na ponta-esquerda; vontade de jogar acima de qualquer preocupação; entrevistas para a imprensa no retorno ao Brasil; frustração pela eliminação do Brasil na primeira fase da Copa de 1966; vitória do Santos no Torneio Quadrangular em Nova York em 1967; vitória do seu primeiro Campeonato Paulista de Futebol em 1967; campeão da Recopa e do Campeonato Paulista de 1968; participação no Torneio Roberto Gomes Pedrosa; retorno à Seleção em 1968 e a conquista da Copa Rio Branco; agressividade do time uruguaio em campo; estilo de jogo peculiar como ponta-esquerda; consagração de melhor ponta-esquerda do mundo em 1968; convocação para a Seleção em 1969; relação com o técnico João Saldanha; forma de trabalho de João Saldanha; escalação do time; substituição de Saldanha por Mário Jorge Lobo Zagallo; ressentimentos com Zagallo; obstinação do time pela vitória da Copa do Mundo de 1970; mudança na preparação física dos jogadores; motivações políticas nos cortes e nas convocações dos jogadores; razões da queda do técnico João Saldanha; relação do governo Emílio Garrastazu Médici com a Seleção brasileira; jogos contra a Tchecoslováquia e a Inglaterra; observações sobre os capitães da Seleção; primeiro jogo em uma Copa do Mundo; partida disputada contra o time do Peru; o jogo contra o Uruguai; apoio da torcida mexicana; disputas nos treinos com vista à escalação; clima entre os jogadores da Seleção brasileira; os apelidos para cada jogador; Hércules Brito Ruas (Brito) como o maior destaque da Seleção na Copa de 70; final contra a Itália; comemorações no retorno ao Brasil; melhoria nas condições de trabalho no Santos; conquista do Campeonato Paulista em 1973; disputa de pênaltis contra o Associação Portuguesa de Desportos; equívoco da divisão do titulo; convocação da Seleção em 1974 por Zagallo; treinos coletivos no Estádio Mário Filho (Maracanã); escalação para uma partida sem condições físicas; participação em jogos desfavoráveis e a não escalação para jogos importantes; jogo contra a Tchecoslováquia; bom desempenho no jogo contra a Romênia; afinidade em campo com Francisco das Chagas Marinho (Marinho Chagas); saída na partida contra Haiti; não escalação para o jogo contra a Alemanha Oriental; partida contra o Zaire; derrota para a Holanda e para a Polônia; saída do Santos; campeão paulista em 1977 pelo Sport Club Corinthians Paulista; preferência pelo ambiente no Santos do que no Corinthians; permanência das amizades no Santos; temporadas no Sport Club Internacional, New York Cosmos e Tigres de la Universidad Autónoma de Nuevo León; contrato de um ano com o Nacional Futebol Clube de Manaus; conquista do tri-campeão da seleção brasileira de másteres, edição organizada pela Rede Bandeirantes de Televisão; percepção do momento ideal para encerramento da carreira como jogador profissional; trabalho com escolhinhas de futebol em São Paulo e na Praia Grande; satisfação com a vida dedicada ao futebol; respeito aos diferentes treinadores; clima das concentrações do Santos; recordações dos gols mais relevantes da carreira; acompanhamento do futebol após o fim da carreira; comparações com o futebol brasileiro atual; receio quanto à organização da Copa do Mundo de 2014.
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