Jorge Oscar de Mello Flores I

Entrevista

Jorge Oscar de Mello Flores I

Entrevista realizada no contexto da pesquisa "Trajetória e Desempenho das Elites Políticas Brasileiras", parte integrante do projeto institucional do Programa de História Oral do CPDOC, em vigência desde sua criação, em 1975. Publicada no livro NA periferia da história: Jorge de Mello Flôres, depoimento prestado ao CPDOC / Organizadoras Maria Celina D`Araujo, Ignez Cordeiro de Farias e Lucia Hippolito. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getulio Vargas , 1998. 303p. il. A entrevista foi utilizada no livro Jango: as múltiplas faces/ Angela de Castro Gomes, Jorge Ferreira. - Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007. 272p.:il. A escolha do entrevistado se justificou, entre outros, por sua atuação no Instituto de Pesquisas Especiais para a Sociedade (IPES), e por ter sido presidente da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Além disso, o entrevistado atuou na conspiração contra João Goulart.
Forma de Consulta:
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: NA periferia da história: Jorge de Mello Flôres, depoimento prestado ao CPDOC / Organizadoras Maria Celina D`Araujo, Ignez Cordeiro de Farias e Lucia Hippolito. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getulio Vargas , 1998. 303p. il. Jango: as múltiplas faces/ Angela de Castro Gomes, Jorge Ferreira. - Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007. 272p.:il.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Ignez Cordeiro de Farias
Maria Celina D`Araujo
José Luciano de Mattos Dias
Data: 25/2/1992 a 22/5/1992
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 27h0min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Jorge Oscar de Mello Flôres
Nascimento: 6/5/1912; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Falecimento: 31/7/2000; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Doutorado em Ciências Físicas e Matemáticas na Escola Politécnica (atual Universidade Federal do Rio de Janeiro); faculdade de Engenharia Geográfica e Civil na Escola Politécnica.
Atividade: Executivo de diversas empresas brasileiras; presidente do Sindicato das Seguradoras do Estado do Paraná; membro-fundador e presidente da Fundação Getúlio Vargas (1992-2000).

Equipe

Levantamento de dados: Ignez Cordeiro de Farias;Maria Celina D'Araújo;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Ignez Cordeiro de Farias;Maria Celina D'Araújo;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Temas

Jorge Oscar de Melo Flores;
Política;

Sumário

la Entrevista: origem familiar; politização da família e ligações com Eduardo Gomes; influência da família em sua formação; primeiros estudos no colégio Andrews e entrada para a Politécnica do Rio de Janeiro (1927); formação religiosa; comentários sobre os Guinle; início da carreira profissional como professor de hidráulica e na Divisão de Águas do Ministério da Agricultura (1933/45); considerações sobre a Politécnica e a Escola Técnica do Exército; comentários sobre o Estado Novo; avaliador de instituições de previdência e do IAPI (1940/48); ligações com a família Cantanhede; na Coordenação da Mobilização Econômica (1942); no Departamento Administrativo do Serviço Público, DASP (1943/55); importância do CPOR em suas relações; membro da Comissão de Mobilização de Energia Elétrica do Ministério da Guerra (1943); na Comissão Organizadora da Fundação Getúlio Vargas, FGV (1944); lei 200 ( governo Castelo Branco); coordenador dos estudos para a mensagem de Dutra ao Congresso (1947); problemas do governo José Linhares e DASP..................................................................................................................01a 39

2a Entrevista: comentários sobre o curso de engenharia na Politécnica do Rio de Janeiro; dificuldades enfrentadas pelos engenheiros brasileiros na década de 30 e a regulamentação da profissão; criação do Conselho Nacional de Águas e Energia Elétrica; engenheiro da Divisão de Águas do Departamento Nacional da Produção Mineral do Ministério da Agricultura (1933/45) e diretor da Divisão Técnica do Conselho Nacional de Águas e Energia Elétrica; reformas administrativas do governo Vargas e o DASP; comentários sobre a Comissão de Planejamento Econômico (1945); questão tarifária no setor de energia elétrica; comentários sobre a importância da engenharia em relação a outras carreiras.............................................................................................................39 a 65

3a Entrevista: reforma administrativa do primeiro governo Vargas e o Plano de Obras e Equipamentos; diretor da Divisão de Edifícios Públicos do DASP (1944/45); o setor de energia elétrica e a Divisão de Águas do DNPM; comentários sobre a indicação de nomes para o ministério do governo Castelo Branco; a questão da constituição de autarquias e empresas públicas; Companhia Vale do Rio Doce; censura à imprensa durante o Estado Novo; o engenheiro na política e na administração pública; mudanças ocorridas no DASP (governo José Linhares) e sua desmontagem durante o governo Dutra; na Comissão de Planejamento Econômico e na Sub-comissão de Finanças (1945); na Comissão de Controle de Tarifas (1946); planejamento econômico; engenheiros dos ministérios da Agricultura e da Viação e Obras Públicas na administração do país; membro da Comissão Reorganizadora da Fundação da Casa Popular (1946) e considerações sobre política habitacional; tensões entre o Ministério da Fazenda e o DASP em relação ao orçamento; política econômica no Estado Novo...................................................................................................................65 a 99

4a Entrevista: considerações sobre lideranças civis e militares no Estado Novo; no Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura IBECC (1946/62); na Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT (1947/49); produção intelectual do entrevistado; carreira como professor de hidráulica; considerações sobre a questão de energia elétrica no Brasil; comentários sobre o Plano Salte..................................................................................................................99 a 129

5a Entrevista: perito da União (1948/53); ingresso na iniciativa privada ( Sul América, Banco Lar Brasileiro e FGV); ministério do governo Dutra................................................................................................................129 a 144

6a Entrevista: membro da Comissão Executiva da Indústria e Material Elétrico do Ministério da Fazenda (1952/53); criação da Mecânica Pesada (1955); política econômica do segundo governo Vargas; regulamentação das companhias de seguro; criação da Sociedade Civil de Planejamento e Consultas Técnicas, Consultec (1959); considerações sobre a campanha do petróleo, criação da Petrobrás e a questão da energia; tentativa de estatização das companhias de seguro (governo Kubitschek); preocupações do entrevistado com as instituições políticas; comentários sobre seus contatos com líderes políticos....................................................................145 a 180

7a Entrevista: membro do Comitê Nacional Brasileiro da Conferência Mundial de Energia (1950/52); diretor da Instituição Larragoiti (1951/65); considerações sobre órgãos de classe e sua atuação em sindicatos patronais; comentários sobre a política econômica do governo Café Filho; considerações sobre empresários e financiamento de campanhas eleitorais; San Thiago Dantas; criação da Mecânica Pesada (1955)............................................................................................................180 a 204

8a Entrevista: associações de classe empresariais; no Conselho das Classes Produtoras, CONCLAP (1959/62); IBAD e IPÊS; comentários sobre a reação dos empresários ao comunismo; nacionalismo; considerações sobre partidos políticos e parlamentarismo; o IPÊS como formador de opinião pública...........................................................................................................204 a 230

9a Entrevista: comentários sobre o comunismo na Escola de Engenharia durante a década de 60; participação estudantil no movimento de 1964; idéia e organização do IPÊS; considerações sobre diretoria e membros do IPÊS; atuação do IPÊS no Rio e em São Paulo; trabalho junto aos congressistas; Consultec; a revista Análise e Perspectiva Econômica, APEC............................................................................................................231 a 271

10a Entrevista: formação religiosa; casamento; governo Kubitschek; relação empresários/governo; na Associação Internacional de Pesquisas Hidráulicas (1957/91); política tarifária de energia elétrica; governo Jânio Quadros; renúncia e solução parlamentarista; no Conselho Superior de Previdência Social (1961/63); no Conselho Consultivo e como diretor da APEC; preocupação político-ideológica no IPÊS; governo Castelo Branco; governo João Goulart.........................................................................................................271 a 300

11a Entrevista: contatos com lideranças sindicais no governo Goulart; comentários sobre a desarticulação do governo Goulart e a conspiração par o golpe de 1964; eleição de Negrão de Lima (1965); criação do Conselho de Segurança e do INI; organização da Consultec....................................................................................................300 a 330

12a Entrevista: reforma administrativa (1967); empresas públicas e empresas de economia mista; reforma financeira de Roberto Campos e Gouveia de Bulhões; Fundação Delmiro Gouveia; na Associação de Exportadores Brasileiros (1970/85)....................................................................................................330 a 360

13a Entrevista: governo Geisel; perfil de Geisel; a questão dos contratos de risco; problemas na área militar durante o governo Geisel; pacote de abril de 1977; fusão Rio de Janeiro e Guanabara; afastamento do general Golbery no governo Figueiredo; tentativa de pacto social no governo Figueiredo....................................................................................................360 a 378

14a Entrevista: Conselho Orientador do IPÊS; membro do Conselho Interamericano de Comércio e Produção (1965/66); atividades culturais e sociais do entrevistado e a colaboração do empresariado brasileiro; comentários sobre o Museu de Arte Moderna (MAM); considerações sobre a Ação Comunitária do Brasil-Rio de Janeiro; Centro de Integração Empresa-Escola...........................................................................................................378 a 400

15a Entrevista: atividades empresariais do entrevistado; membro do Conselho Consultivo da Ciguine, Indústrias Químicas dos Nordeste (1968/69) e da Algimar S.A., Indústria de Alginatos (1969/76); União Brasileira de Empresários; apoio dos empresários a candidatos ao Congresso; Constituinte de 1986; considerações sobre lideranças empresariais no Brasil; Federação das Câmaras do Comércio Exterior; 3a e 4a Conferência das Classes Produtoras....................................................................................................400 a 422

16a Entrevista: Fundação Getúlio Vargas: criação, verbas e organização; considerações sobre regulamentação de concessão de serviços públicos; trajetória do entrevistado na FGV; publicações da FGV; censos de economia, administração e outros órgãos da FGV; colégio de Friburgo; Instituto Liberal; considerações sobre liberalismo....................................................................................................423 a 457

17a Entrevista: considerações sobre a Petrobrás; trajetória do entrevistado na FGV; a questão da complementação de aposentadoria; escolas técnicas da FGV; considerações sobre membros do Conselho Diretor e do Conselho Curador da FGV; diretor da Molas Ineden.............................................................................................................457 a 480

18a Entrevista: partidos políticos brasileiros; considerações sobre democracia; na Comissão Mista Permanente de Política Habitacional do BNH (1979/86) e considerações sobre política habitacional no Brasil; Associação de Assistência ao Adolescente; Convergência Democrática do Rio de Janeiro, Radicalização Democrática de Brasília e as eleições de 1989................................................................................................................480 a 502

19a Entrevista: índices econômicos da FGV e Carta do IBRE; comentários sobre o Plano K de Paulo Rabelo de Castro; a questão do déficit público; tecnocratas no Brasil..............................................................................................................502 a 516
20a Entrevista: Reis Veloso no Ministério do Planejamento; a questão do petróleo e o Pró-álcool; comentários sobre o convênio IAA e FGV; fusão dos ministérios da Previdência e do Trabalho no governo Collor; ministério e assessorias do governo Collor; relações da FGV com o governo federal; ligações de João Goulart com o comunismo; governos pós-64; abertura política durante o governo Geisel; afastamento de Golbery do governo............................................................................................................516 a 537
21a Entrevista: considerações sobre a Rio-92; comentários sobre a FGV; desemprego e questão salarial no país; considerações sobre economia informal, submersa e criminosa; empresários e política; a questão da exploração e desenvolvimento da Amazônia; possibilidades de privatização da Petrobrás; dolarização da economia........................................................................................................537 a 552

22a Entrevista: assessorando Golbery durante o governo Geisel; considerações sobre IPÊS e ISEB; Assis Chateaubriand e Roberto Marinho..........................................................................................................553 a 562
Sumário de Escuta


1ª Entrevista: 25.02.1992

Fitas 1-A a 3-A: Origem familiar; politização da família e ligações com Eduardo Gomes; influência da família em sua formação; primeiros estudos no colégio Andrews e entrada para a Politécnica do Rio de Janeiro (1927); formação religiosa; comentários sobre os Guinle; início da carreira profissional como professor de hidráulica e na Divisão de Águas do Ministério da Agricultura (1933/45); considerações sobre a Politécnica e a Escola Técnica do Exército; comentários sobre o Estado Novo; avaliador de instituições de previdência e do IAPI (1940/48); ligações com a família Cantanhede; na Coordenação da Mobilização Econômica (1942); no Departamento Administrativo do Serviço Público, DASP (1943/55); importância do CPOR em suas relações; membro da Comissão de Mobilização de Energia Elétrica do Ministério da Guerra (1943); na Comissão Organizadora da Fundação Getúlio Vargas, FGV (1944); lei 200 (governo Castelo Branco); coordenador dos estudos para a mensagem de Dutra ao Congresso (1947); problemas do governo José Linhares e DASP


2ª Entrevista: 28.02.1992

Fitas 3-A a 4-A: Comentários sobre o curso de engenharia na Politécnica do Rio de Janeiro; dificuldades enfrentadas pelos engenheiros brasileiros na década de 30 e a regulamentação da profissão; criação do Conselho Nacional de Águas e Energia Elétrica; engenheiro da Divisão de Águas do Departamento Nacional da Produção Mineral do Ministério da Agricultura (1933/45) e diretor da Divisão Técnica do Conselho Nacional de Águas e Energia Elétrica; reformas administrativas do governo Vargas e o DASP; comentários sobre a Comissão de Planejamento Econômico (1945); questão tarifária no setor de energia elétrica; comentários sobre a importância da engenharia em relação a outras carreiras.


3ª Entrevista: 06.03.1992

Fitas 4-A a 6-A: Reforma administrativa do primeiro governo Vargas e o Plano de Obras e Equipamentos; diretor da Divisão de Edifícios Públicos do DASP (1944/45); o setor de energia elétrica e a Divisão de Águas do DNPM; comentários sobre a indicação de nomes para o ministério do governo Castelo Branco; a questão da constituição de autarquias e empresas públicas; Companhia Vale do Rio Doce; censura à imprensa durante o Estado Novo; o engenheiro na política e na administração pública; mudanças ocorridas no DASP (governo José Linhares) e sua desmontagem durante o governo Dutra; na Comissão de Planejamento Econômico e na Sub-comissão de Finanças (1945); na Comissão de Controle de Tarifas (1946); planejamento econômico; engenheiros dos ministérios da Agricultura e da Viação e Obras Públicas na administração do país; membro da Comissão Reorganizadora da Fundação da Casa Popular (1946) e considerações sobre política habitacional; tensões entre o Ministério da Fazenda e o DASP em relação ao orçamento; política econômica no Estado Novo.

4ª Entrevista: 10.03.1992

Fitas 6-A a 7-B: Considerações sobre lideranças civis e militares no Estado Novo; no Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura IBECC (1946/62); na Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT (1947/49); produção intelectual do entrevistado; carreira como professor de hidráulica; considerações sobre a questão de energia elétrica no Brasil; comentários sobre o Plano Salte.


5ª Entrevista: 13.03.1992

Fitas 7-B a 8-A: Perito da União (1948/53); ingresso na iniciativa privada ( Sul América, Banco Lar Brasileiro e FGV); ministério do governo Dutra.


6ª Entrevista: 17.03.1992

Fitas 8-A a 9-B: Membro da Comissão Executiva da Indústria e Material Elétrico do Ministério da Fazenda (1952/53); criação da Mecânica Pesada (1955); política econômica do segundo governo Vargas; regulamentação das companhias de seguro; criação da Sociedade Civil de Planejamento e Consultas Técnicas, Consultec (1959); considerações sobre a campanha do petróleo, criação da Petrobrás e a questão da energia; tentativa de estatização das companhias de seguro (governo Kubitschek); preocupações do entrevistado com as instituições políticas; comentários sobre seus contatos com líderes políticos.


7ª Entrevista: 20.03.1992

Fitas 10-A a 11-A: Membro do Comitê Nacional Brasileiro da Conferência Mundial de Energia (1950/52); diretor da Instituição Larragoiti (1951/65); considerações sobre órgãos de classe e sua atuação em sindicatos patronais; comentários sobre a política econômica do governo Café Filho; considerações sobre empresários e financiamento de campanhas eleitorais; San Thiago Dantas; criação da Mecânica Pesada (1955).


8ª Entrevista: 24.03.1992

Fitas 11-A a 12-A: Associações de classe empresariais; no Conselho das Classes Produtoras, CONCLAP (1959/62); IBAD e IPÊS; comentários sobre a reação dos empresários ao comunismo; nacionalismo; considerações sobre partidos políticos e parlamentarismo; o IPÊS como formador de opinião pública.


9ª Entrevista: 27.03.1992

Fitas 12-A a 13-A: Comentários sobre o comunismo na Escola de Engenharia durante a década de 60; participação estudantil no movimento de 1964; idéia e organização do IPÊS; considerações sobre diretoria e membros do IPÊS; atuação do IPÊS no Rio e em São Paulo; trabalho junto aos congressistas; Consultec; a revista Análise e Perspectiva Econômica, APEC.


10ª Entrevista: 31.03.1992

Fitas 14-A a 15-A: Formação religiosa; casamento; governo Kubitschek; relação empresários/governo; na Associação Internacional de Pesquisas Hidráulicas (1957/91); política tarifária de energia elétrica; governo Jânio Quadros; renúncia e solução parlamentarista; no Conselho Superior de Previdência Social (1961/63); no Conselho Consultivo e como diretor da APEC; preocupação político-ideológica no IPÊS; governo Castelo Branco; governo João Goulart.


11ª Entrevista: 03.04.1992

Fitas 15-A a 16-A: Contatos com lideranças sindicais no governo Goulart; comentários sobre a desarticulação do governo Goulart e a conspiração paro golpe de 1964; eleição de Negrão de Lima (1965); criação do Conselho de Segurança e do INI; organização da Consultec.


12ª Entrevista: 07.04.1992

Fitas 16-B a 17-B: Reforma administrativa (1967); empresas públicas e empresas de economia mista; reforma financeira de Roberto Campos e Gouveia de Bulhões; Fundação Delmiro Gouveia; na Associação de Exportadores Brasileiros (1970/85).


13ª Entrevista: 10.04.1992

Fitas 18-A a 18-B: Governo Geisel; perfil de Geisel; a questão dos contratos de risco; problemas na área militar durante o governo Geisel; pacote de abril de 1977; fusão Rio de Janeiro e Guanabara; afastamento do general Golbery no governo Figueiredo; tentativa de pacto social no governo Figueiredo.


14ª Entrevista: 14.02.1992

Fitas 18-B a 19-B: Conselho Orientador do IPÊS; membro do Conselho Interamericano de Comércio e Produção (1965/66); atividades culturais e sociais do entrevistado e a colaboração do empresariado brasileiro; comentários sobre o Museu de Arte Moderna (MAM); considerações sobre a Ação Comunitária do Brasil-Rio de Janeiro; Centro de Integração Empresa-Escola.





15ª Entrevista: 24.04.1992

Fitas 19-B a 20-B: Atividades empresariais do entrevistado; membro do Conselho Consultivo da Ciguine, Indústrias Químicas dos Nordeste (1968/69) e da Algimar S.A., Indústria de Alginatos (1969/76); União Brasileira de Empresários; apoio dos empresários a candidatos ao Congresso; Constituinte de 1986; considerações sobre lideranças empresariais no Brasil; Federação das Câmaras do Comércio Exterior; 3a e 4a Conferência das Classes Produtoras.


16ª Entrevista: 28.04.1992

Fitas 20-B a 22-B: Fundação Getúlio Vargas: criação, verbas e organização; considerações sobre regulamentação de concessão de serviços públicos; trajetória do entrevistado na FGV; publicações da FGV; censos de economia, administração e outros órgãos da FGV; colégio de Friburgo; Instituto Liberal; considerações sobre liberalismo.


17ª Entrevista: 05.05.1992

Fitas 22-B a 23-B: Considerações sobre a Petrobrás; trajetória do entrevistado na FGV; a questão da complementação de aposentadoria; escolas técnicas da FGV; considerações sobre membros do Conselho Diretor e do Conselho Curador da FGV; diretor da Molas Ineden.


18ª Entrevista: 08.05.1992

Fitas 23-B a 24-B: Partidos políticos brasileiros; considerações sobre democracia; na Comissão Mista Permanente de Política Habitacional do BNH (1979/86) e considerações sobre política habitacional no Brasil; Associação de Assistência ao Adolescente; Convergência Democrática do Rio de Janeiro, Radicalização Democrática de Brasília e as eleições de 1989.


19ª Entrevista: 12.05.1992

Fitas 24-B a 25-B: Índices econômicos da FGV e Carta do IBRE; comentários sobre o Plano K de Paulo Rabelo de Castro; a questão do déficit público; tecnocratas no Brasil.


20ª Entrevista: 15.05.1992

Fitas 25-B a 26-B: Reis Veloso no Ministério do Planejamento; a questão do petróleo e o Pró-álcool; comentários sobre o convênio IAA e FGV; fusão dos ministérios da Previdência e do Trabalho no governo Collor; ministério e assessorias do governo Collor; relações da FGV com o governo federal; ligações de João Goulart com o comunismo; governos pós-64; abertura política durante o governo Geisel; afastamento de Golbery do governo.
21ª Entrevista: 19.05.1992

Fitas 26-B a 27-A: Considerações sobre a Rio-92; comentários sobre a FGV; desemprego e questão salarial no país; considerações sobre economia informal, submersa e criminosa; empresários e política; a questão da exploração e desenvolvimento da Amazônia; possibilidades de privatização da Petrobrás; dolarização da economia.


22ª Entrevista: 22.05.1992

Fita 27-B: Assessorando Golbery durante o governo Geisel; considerações sobre IPÊS e ISEB; Assis Chateaubriand e Roberto Marinho.
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