Miriam Pillar Grossi

Entrevista

Miriam Pillar Grossi

Entrevista realizada no contexto do projeto “História Audiovisual das Ciências Sociais no Brasil”, desenvolvido com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq), entre dezembro de 2012 e dezembro de 2015, com o objetivo de constituir um acervo audiovisual de entrevistas com cientistas sociais brasileiros. clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Celso Castro
Data: 6/8/2014
Local(ais):
Natal ; RN ; Brasil

Duração: 1h45min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Miriam Pillar Grossi
Formação: Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1981); mestrado em Antropologie Sociale Et Culturelle – Universite de Paris V (René Descartes) (1983); doutorado em Antropologie Social, doutorado em Anthropologie Sociale et Culturelle - Universite de Paris V (1988); pós-doutorado no Laboratoire d´Anthropologie Sociale do Collège de France (1996/1998); pós doutorado na University of California-Berkeley (2009); pós doutorado na Ecole des Hautes Études en Sciences Sociales - EHESS (2009/2010.
Atividade: Professora Associada do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina; atuação nos programas de Pós-graduação em Antropologia Social e Interdisciplinar em Ciências Humanas e no curso de graduação em Ciências Sociais da UFSC; diretora da Associação Brasileira de Antropologia (2004/2006); representante da Área de Antropologia e da Grande área de Humanas no CTC da CAPES (triênio 2001/2004); presidente da Associação Brasileira de Antropologia (gestão 2004/2006); editora da Revista Estudos Feministas (1999/2001); coordenadora do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades; professora na Universidade Regional de Blumenau (1987/1989); professora na Universidade do Rio Grande do Sul (1980/1981).

Equipe


Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Conferência da transcrição: Natália Quinderé;

Técnico Gravação: Priscila Rodrigues Bittencourt; Ninna Carneiro;

Temas

Antropologia;
Ciências Sociais;
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior;
Ensino público;
Família;
Feminismo;
Formação acadêmica;
Formação profissional;
França;
Gênero;
Gilberto Velho;
Imprensa;
Intercâmbio científico e tecnológico;
Judaismo;
Magistério;
Metodologia de pesquisa;
Militância política;
Movimento estudantil;
Mulher;
Pesquisa científica e tecnológica;
Política;
Psicologia;
Regime militar;
Religião;
Sexualidade;
Teatro;
Universidade da Califórnia;
Universidade de Brasília;
Universidade Federal de Santa Catarina;
Violência;

Sumário

Entrevista: 6 de agosto de 2014

Origens: a militância da família; a primeira impressão sobre a cultura francesa; a conjuntura política militar e a atuação de seus pais nesse contexto; o surgimento da questão da violência em regimes ditatoriais ainda na infância; a volta para o Brasil em outro contexto político-educacional; a mudança para uma escola pública e o engajamento na criação do grêmio estudantil; a conexão com a cultura judaica no Colégio Israelita Brasileiro; as atividades culturais ligadas ao grêmio estudantil; a influência dos professores para a escolha das Ciências Sociais; a reprovação no psicotécnico do vestibular de Psicologia; a conciliação de dois cursos: Ciências Sociais e Direção Teatral; o retorno à França, a continuidade do curso de Teatro e o aprofundamento na Antropologia; o engajamento no movimento feminista francês; o primeiro contato com os estudos ligados à questão de gênero; o desligamento do curso de Direção Teatral; a conclusão do curso de Ciências Sociais e o doutorado na França; o trabalho de campo na linha da antropologia da alimentação; a escolha do orientador; a rotina dos estudos no doutorado francês e o grupo de estudos sobre identidades; as idas e vindas da França para o Brasil durante o doutorado; o contato com o professor Klaas Woortmann no mestrado em Santa Catarina; o trabalho de campo sobre a violência contra a mulher no SOS Porto Alegre; a experiência no convento de freiras e a nova pesquisa ligada à Fundação Carlos Chagas; a docência na área de metodologia em Blumenau; o encerramento da tese e a conclusão do doutorado; o encontro com Gilberto Velho no concurso para a UnB; a oportunidade de trabalho na UFSC; a consolidação profissional e pessoal em Santa Catarina; os laços da experiência como professora visitante da UnB em 95; o apoio à candidatura da mãe como deputada federal; o levantamento das questões de gênero na política; a reunião da ABA de 90; a edição do Antropodicas; a vice-coordenação do programa de pós-graduação em Antropologia; a nova relação com a Capes; a trajetória no campo de gênero; a criação do núcleo de estudos e pesquisa sobre gênero; o Instituto de Estudos de Gênero (IEG) e o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS); a Revista de Estudos Feministas; atividade social como intelectual pública e o diálogo midiático; a presidência na ABA em 2004; a importância do feminismo para o protagonismo político; a expansão da ABA para uma amplitude nacional; a discussão da Antropologia como parte ou independente das Ciências Sociais; a criação dos cursos de Antropologia e o novo projeto de carreira acadêmica; a experiência audiovisual; as relações de gênero e sexualidade como ponto central no campo de estudos: a violência, a religião, a ciência; a importância das aulas na graduação; os intercâmbios acadêmicos; a experiência na Universidade de da Califórnia; a conexão pessoal e profissional com Paris; o convênio com a ISCTE e a ligação no ICS; o intercâmbio estudantil da pós-graduação; as pesquisas do NIGS e a ação social nos diversos níveis pedagógicos; a tradição da antropologia brasileira como leitura influente.


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