Paulo Gilberto Fagundes Visentini

Entrevista

Paulo Gilberto Fagundes Visentini

Entrevista realizada no contexto do projeto “História Audiovisual das Ciências Sociais no Brasil”, desenvolvido com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq), entre dezembro de 2012 e dezembro de 2015, com o objetivo de constituir um acervo audiovisual de entrevistas com cientistas sociais brasileiros. Para ter acesso à transcrição e ao vídeo da entrevista clique aqui.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista em vídeo disponível na Sala de Consulta do CPDOC e trechos no portal.

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Celso Castro
Data: 20/8/2015
Local(ais):
Porto Alegre ; RS ; Brasil

Duração: 1h54min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Paulo Gilberto Fagundes Visentini
Formação: Graduação em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul –UFRGS (1980); mestrado em Ciência Política pela UFRGS (1983); doutorado em História Econômica pela Universidade de São Paulo – USP (1993); especialização em Estudos sobre Integração Européia pelo Instituto de Estudos de La Integracion Europea Del Colegio de Mexico e Ue (1995); pós-doutorado pela London School Of Economics And Political Science (1998).
Atividade: Professor na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS (1979-atual): professor na Universidade de São Paulo, USP (1996-1997); diretor do Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados da UFRGS (1998-2002); pesquisador da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS (1999-atual); pesquisador no Instituto Latino Americano de Estudos Avançados da UFRGS (1995-atual);membro da Cátedra Rui Barbosa de Estudos Brasileiros na Universidade de Leiden (1999/2009); membro de comitê assessor da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul – FAPERGS (2011-atual); conselheiro superior do Centro de Estudos Internacionais sobre Governo da UFRGS (2011-atual); pesquisador no Instituto Universitário de Lisboa (2012-atual); pesquisador Associado do Pôle de Recherche sur l'Afrique et le Monde Émergent em Université de Montreal (2013-atual); membro da Cátedra Rio Branco de Relações Internacionais na Universidade de Oxford (2014); pesquisador no International Institute for Asian Studies; pesquisador no Centro de Estudos Africanos (Leiden Univ, Holanda); coordenador do Núcleo Brasileiro de Estratégia e Relações Internacionais/NERINT; fundador do Centro Brasileiro de Estudos Africanos/CEBRAFRICA.

Equipe


Transcrição: Gabriela Franco Duarte;

Conferência da transcrição: Dirceu Salviano Marques Marroquim ;

Técnico Gravação: Ninna Carneiro;

Sumário: Luis Henrique dos Santos;

Temas

África;
Ásia;
Assuntos administrativos;
Atividade profissional;
Brasil;
Centros de pesquisa;
Ciência política;
Crise política;
Crises econômicas;
Economia;
Editoração;
Ensino fundamental;
Ensino médio;
Ensino primário;
Ensino público;
Ensino superior;
Europa;
Família;
Globalização;
Golpe de 1964;
História;
Infância;
Leonel Brizola;
Magistério;
Marxismo;
Ministério das Relações Exteriores;
Narrativa;
Oriente Médio;
Pensamento político;
Pesquisa científica e tecnológica;
Pós - graduação;
Relações internacionais;
Rio Grande do Sul;
Tolerância religiosa;
Universidade de São Paulo;
Universidade Federal do Rio Grande do Sul;
Viagens e visitas;

Sumário

Entrevista: 20 de agosto de 2015


A origem familiar; a educação modesta do pai; os primeiros estudos; as memórias de 1964; a liberdade religiosa e a influência dos pais na disciplina para estudar; as escolas implementadas pelo governo Leonel Brizola no Rio Grande do Sul; as diferentes narrativas do regime militar; a falta de participação política no ginásio; o real ponto de impacto do regime militar na sua própria experiência; a entrada no científico e a necessidade de trabalhar durante o dia; o vestibular; a entrada no curso de Economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul; as aulas à noite e o trabalho durante o dia; concomitância do curso de Economia e História; o entendimento das obras de Karl Marx; a saída do curso de Economia e a dedicação ao curso de História; o interesse por temas internacionais e a impossibilidade de adentrar às Relações Internacionais naquele momento; o ingresso no mestrado em Ciência Política; o afastamento da História; a orientação ideológica dos pais; a ida para a Universidade de São Paulo (USP) para o doutoramento; os contatos durante o doutorado; o estranhamento no departamento da UFRGS de seus estudos; a viagem a turismo em 1994; a recorrência de viagens tempos depois; as Relações Internacionais dentro da História; as escolhas para pensamento e estudo das primeiras décadas do século XX; as adaptações aos temas de pesquisa durante o mestrado e o doutorado; a ignorância do universo acadêmico brasileiro sobre diversos outros países; a transição para Relações Internacionais; os cargos administrativos no Departamento de História da UFRGS; a explosão do interesse nas Relações Internacionais; a criação do curso de Relações Interacionais na UFRGS; a projeção das Relações Internacionais na UFRGS; o desenvolvimento dos Núcleos de pesquisa e suas institucionalizações; o envolvimento de pesquisadores de diversas áreas; as publicações e o ensino de excelência no campo das Relações Internacionais; o gosto por estar também fora da academia; a docência em Universidades europeias; o principal interesse em estudos relacionados ao Oriente Médio, Ásia e África; as interações com o Itamaraty; as preocupações acerca da crise política e econômica mundial; a realidade de especialistas no Brasil; o mercado editorial em outros países; a riqueza de produção internacional nos diversos países visitados; as dificuldades nas universidades brasileiras; os alcances da UFRGS; as preocupações recorrentes com a globalização.
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