Irma Passoni

Entrevista

Irma Passoni

Entrevista realizada no contexto do projeto Memórias dos fundadores do PT, através do convênio estabelecido entre o Centro Sérgio Buarque de Hollanda - Documentação e Memória Política, da Fundação Perseu Abramo, e o CPDOC, da Fundação Getulio Vargas, a partir de 01 de dezembro de 2004, com o objetivo de constituir acervo digital e de publicar um livro desses depoimentos editados.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: Muitos caminhos, uma estrela: memórias de militantes do PT/ organização Marieta de Moraes Ferreira, Alexandre Fortes. – São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2008.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Marieta de Moraes Ferreira
Alexandre Fortes
Data: 28/8/2006
Local(ais):
São Paulo ; SP ; Brasil

Duração: 1h37min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Irma Rossetto Passoni
Nascimento: 5/4/1943; Concordia; SC; Brasil;

Formação: Pedagogia-supervisão, FAC. N. SRA. Medianeira, São Paulo, SP, 1971-1974; Administração escolar e treinamento de pessoal, FMU, São Paulo, SP.
Atividade: Professora, deputada estadual, deputada federal. Secretária da Comissão Executiva Estadual do PT, SP; secretária geral da Comissão Diretora Regional Provisória do PT, SP, 1980-1981; secretária do Diretório Regional do PT, 1981-1982; deputada estadual, 1979-1983.

Equipe

Levantamento de dados: Marieta de Moraes Ferreira;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Marieta de Moraes Ferreira;

Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Técnico Gravação: Marco Dreer Buarque;

Sumário: Katherine Nunes de Azevedo;

Temas

Assembleia Legislativa;
Câmara dos Deputados;
Catolicismo;
Ciência e tecnologia;
Diretas já (1984);
Ditadura;
Educação;
Educação popular;
Ensino religioso;
Estado e sociedade;
Família;
Fernando Henrique Cardoso;
Governo Luiz Inácio Lula da Silva (2003 - 2010);
Igreja;
Luiz Inácio Lula da Silva;
Migração;
Militância política;
Movimento Democrático Brasileiro;
Movimentos sociais;
Mulher;
Partido dos Trabalhadores - PT;
Pedagogia;
Preso político;
Propriedade rural;
Religião;
Santa Catarina;
São Paulo;
Sérgio Motta;
Sociedade civil;
Teologia da libertação;

Sumário

Entrevista: 28/08/2006

Origens familiares em Santa Catarina; a migração para São Paulo em 1959; o ensino religioso e as influências católicas; a visão da igreja como compromisso com a sociedade; a ligação à congregação do Instituto Beatíssima Virgem Maria no final dos anos 1960; a formação de dois anos de curso no Instituto Superior de Pastoral Catequética; a atuação como educadora religiosa e pedagoga; a participação em diversas ações práticas na resistência à ditadura; os acompanhamentos de presos políticos; a educação popular no método de Paulo Freire em um contexto ilegal; a implementação de um trabalho mais global nos anos 1970; o trabalho de base através da “Missão Conciliar” em periferias de São Paulo; a atuação na Pastoral Operária; a atuação como professora a título precário; a falta de infraestrutura do Estado para a educação; a atuação em movimentos sociais ligados à educação popular; a construção da Organização de Mulheres e o grupo “Clube das mães”; o início do Movimento Contra a Carestia; a introdução aos debates políticos dentro do Movimento; a indicação como candidata à deputada estadual pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB); a atuação na Assembleia Legislativa como forma de resistência à ditadura; São Paulo como elemento de grandes questionamentos, o começo da discussão sobre as “Diretas já”; o rompimento com o MDB e a participação na construção do Partido dos Trabalhadores (PT); a militância a partir dos documentos do Vaticano II (conhecido como Teologia da Libertação); a atuação como secretária de organização do PT; o trabalho de organizar as bases estaduais e nacionais do PT; a importância da militância das pessoas residentes de áreas rurais; a atuação como deputada federal e suas dificuldades; o espaço da mulher na Câmara Federal ; a participação nas campanha eleitorais do Luiz Inácio Lula da Silva; a necessidade de uma educação política mais participativa para os movimentos populares; a forte atuação nos debates e construções sobre Ciência e Tecnologia; o convite de Sérgio Mota, para assumir uma assessoria no Ministério de Comunicações; a desfiliação ao PT para atuar no ministério durante o governo de Fernando Henrique Cardoso; a saída do ministério e a volta para o PT; a criação de uma Comissão Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (CTIS) durante o governo Lula; a campanha para a candidatura como vereadora em 2006; formações populares a partir das metodologias de tecnologia social; a ciência e a tecnologia como necessidade para um desenvolvimento social.
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