Leonardo Gomes Zuma

Entrevista

Leonardo Gomes Zuma

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memórias do Pronasci”, desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas, através da FGV Projetos, em convênio com o Ministério da Justiça, entre agosto de 2008 e setembro de 2009. O projeto resultou na formação de um banco com cerca de 25h de entrevistas e um livro sobre o tema. O principal objetivo é registrar a memória das políticas públicas no Brasil contemporâneo, tomando por base experiências inovadoras da gestão do Estado. Está norteado por duas clivagens: o processo político (governo, agentes de segurança pública e representantes da sociedade civil - quem concebeu e/ou recebeu o Pronasci) e o processo técnico (o trabalho realizado pelo Ministério da Justiça e o monitoramento da FGV - ressaltando as técnicas e soluções empregadas).
Forma de Consulta:
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: Segurança e cidadania: memórias do Pronasci: depoimentos ao Cpdoc/FGV/ Marieta de Moraes Ferreira e Ângela Britto (Orgs.).- Rio de Janeiro:Editora FGV, 2010.516p.:il.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Marieta de Moraes Ferreira
Angela Britto da Cunha
Data: 4/3/2010
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 1h10min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Leonardo Gomes Zuma
Nascimento: 8/5/1977; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Graduação em Direito (não concluída).
Atividade: Capitão da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Coordenador das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP´s) da Zona Sul do Rio de Janeiro - na data da entrevista: 04 de março de 2010.

Equipe


Pesquisa e elaboração do roteiro: Angela Britto da Cunha;Marieta de Moraes Ferreira;

Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Conferência da transcrição: Angela Britto da Cunha;

Técnico Gravação: Marcela Baptista Teixeira; Marco Dreer Buarque;

Sumário: Katherine Nunes de Azevedo;

Temas

Armamentos;
Assuntos familiares;
Corrupção e suborno;
Direito;
Drogas;
Ensino a distância;
Estado e sociedade;
Estatística;
Favela;
Formação profissional;
Investimento público;
Mudança social;
Narcotráfico;
Polícia;
Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania;
Rio de Janeiro (cidade);
Segurança pública;
Território;
Unidade de Polícia Pacificadora;

Sumário

Entrevista: 4/3/2010

Local de nascimento; origens familiares; a formação para oficial da Polícia Militar, em 2000 e o trabalho em Barra do Piraí, no 10ª Batalhão; a experiência adquirida na Academia de Polícia Militar; o excesso de disciplina dentro da academia; a experiência de trabalhar com policiamento ostensivo; a forma de adquirir informantes para combater o tráfico; a ameaça de morte sofrida durante a operação; a importância do estudo do direito para a sua profissão; à volta ao Rio de Janeiro para comandar o Grupamento de Policiamento em Áreas Especiais (GPAE) no morro da providência (2007); o problema da corrupção entre os policiais do GPAE; lugares onde foi instalado o Grupamento; o GPAE: origens da Unidade de Política Pacificadora- UPP; o grande número de policiais especializados que trabalham na UPP; o trabalho como coordenador das UPPs da Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro; as redes sociais que funcionam junto ao tráfico de drogas; a complexidade da relação entre comunidade, tráfico e polícia; a idealização do traficante nas comunidades; a diminuição do tráfico e das trocas de tiros com a instalação das UPPs; os problemas do GPAE e a infraestrutura montada pela UPP com o apoio do Estado; as áreas da Zona Sul que estão instaladas a UPP; o trabalho de coordenação nas Unidades; o controle dos resultados das operações através de estatísticas; comentários sobre as pesquisas feitas no morro da Providência para a sua monografia; a importância de retomada do território a fim de diminuir o tráfico; o desconhecimento dos métodos adotados para a tomada de novas áreas que serão ocupadas pela UPP; o problema do tráfico no Complexo do Alemão; a sua ligação como tutor dos cursos de ensino a distância oferecido pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania-Pronasci; comentários sobre a qualidade do material feito para os cursos; a ausência de articulação entre o Pronasci e a UPP onde o entrevistado atua; a importância do investimento feito pelo Pronasci na qualificação do policial; o uso de armamentos não letais no enfrentamento; os resultados positivos obtidos nas comunidades ocupadas pela UPP; o método utilizado para a localização de armamentos enterrados; o papel da inteligência para monitorar os traficantes; a forma de evitar a corrupção nas Unidades Pacificadoras; o problema da indisciplina nos quartéis............pp.341-358.











Para enviar uma colaboração ou guardar este conteúdo em suas pesquisas clique aqui para fazer o login.

CPDOC | FGV • Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil
Praia de Botafogo, 190, Rio de Janeiro - RJ - 22253-900 • Tels. (21) 3799.5676 / 3799.5677
Horário da sala de consulta: de segunda a sexta, de 9h às 16h30
© Copyright Fundação Getulio Vargas 2009. Todos os direitos reservados