Luiz Fernando Corrêa

Entrevista

Luiz Fernando Corrêa

Entrevista realizada no contexto do projeto "Memórias do Pronasci", desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas, através da FGV Projetos, em convênio com o Ministério da Justiça, entre agosto de 2008 e setembro de 2009. O projeto resultou na formação de um banco com cerca de 25h de entrevistas e um livro sobre o tema. O principal objetivo é registrar a memória das políticas públicas no Brasil contemporâneo, tomando por base experiências inovadoras da gestão do Estado. Está norteado por duas clivagens: o processo político (governo, agentes de segurança pública e representantes da sociedade civil - quem concebeu e/ou recebeu o Pronasci) e o processo técnico (o trabalho realizado pelo Ministério da Justiça e o monitoramento da FGV - ressaltando as técnicas e soluções empregadas). A escolha do entrevistado se justificou sua atuação como Diretor geral da Polícia Federal.
Forma de Consulta:
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: "Segurança e cidadania: memórias do Pronasci: depoimentos ao Cpdoc/FGV". Marieta de Moraes Ferreira e Ângela Britto (Orgs.).Rio de Janeiro:Editora FGV, 2010.516p.:il.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Marieta de Moraes Ferreira
Angela Britto da Cunha
Data: 11/3/2009
Local(ais):
Brasília ; DF ; Brasil

Duração: 1h51min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Luiz Fernando Corrêa
Nascimento: 18/8/1958; Santa Maria; RS; Brasil;

Formação: Direito.
Atividade: Diretor geral da Polícia Federal.

Equipe

Levantamento de dados: Angela Britto da Cunha;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Marieta de Moraes Ferreira;Angela Britto da Cunha;

Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Conferência da transcrição: Angela Britto da Cunha;

Técnico Gravação: Angela Britto da Cunha;

Sumário: Lucas Andrade Sá Corrêa;

Temas

Atividade profissional;
Cidadania;
Corpo de bombeiros;
Drogas;
Exército;
Formação acadêmica;
Formação escolar;
Formação profissional;
Fundação Getulio Vargas;
Governo Fernando Henrique Cardoso (1999-2002);
Governo Luiz Inácio Lula da Silva (2003 - 2010);
Limites e fronteiras;
Márcio Thomas Bastos;
Ministério da Justiça;
Narcotráfico;
Polícia;
Polícia federal;
Política social;
Políticas públicas;
Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania;
Rio Grande do Sul;
Segurança pública;
Sistema prisional;
Tarso Genro;

Sumário

Entrevista: 11/3/2009

Os primeiros estudos no Colégio Estadual Manuel Ribas, na cidade natal do entrevistado, Santa Maria (RS); o ingresso na Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Santa Maria; os estudos nos Núcleos de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR) e os dois anos no exército; o concurso para a Polícia Federal; a atuação na Polícia Federal e a preparação para o concurso para delegado, através do curso da Faculdade de Direito, em Porto Alegre, e da Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul; o concurso para delegado, feito em 1993; a atuação e estudos na área de repressão às drogas; a nomeação do entrevistado para a Superintendência do Distrito Federal; a instalação da estrutura de inteligência, na Superintendência do Rio de Janeiro pelo entrevistado, em 2003, durante o Governo Lula; o convite do ministro da justiça Márcio Thomaz Bastos para o cargo de Secretário Nacional de Segurança Pública; as diferenças entre atuações e cargos técnicos e políticos; menção à criação do Fundo Nacional de Segurança Pública, criado no Governo Fernando Henrique Cardoso; a criação da Força Nacional de Segurança Pública e sua atuação durante os Jogos Pan-Americanos, de 2007; a importância da participação do Corpo de Bombeiros para a implementação dos programas de segurança durante os Jogos Pan-Americanos; as dificuldades de se formular uma política de segurança, pela carência de produção acadêmica sobre o tema; a importância de Tarso Genro, na concepção do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), e as conseqüências positivas geradas na produção acadêmica sobre segurança pública; o papel da polícia federal no Brasil, como liderança para a integração das demais polícias; a modernização da polícia federal, com a participação de setores da academia, como a Fundação Getúlio Vargas; a diferença de atribuições e estrutura entre a polícia federal, a militar e a civil; a passagem do entrevistado, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, para a diretoria da polícia federal; o papel da polícia federal dentro do Pronasci e a atuação em questões relacionadas às fronteiras do Brasil; o problema das penitenciárias no Brasil, e a opção por penas alternativas como solução; as novas atribuições da polícia federal, como braço operacional do governo federal, no Pronasci; o tratamento da questão ambiental pelo Pronasci, e o papel da polícia federal no declínio do desmatamento; a importância da identidade institucional na polícia federal; o Pronasci como política pública e as perspectivas para a mudança de gestão presidencial; menção à ocupação ao morro Santa Maria, e à necessidade de uma ocupação do Estado, além de uma ocupação policial. ...............................................................................pp.95-121.


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