Mário Penna Bhering

Entrevista

Mário Penna Bhering

Entrevista realizada no contexto do projeto "Memória do setor de energia elétrica: fase pré-operacional da Eletrobrás (1953 a 1962)", na vigência do convênio entre o CPDOC-FGV e o Centro da Memória da Eletricidade no Brasil (1987-88). Informações sobre o acervo produzido no contexto deste projeto podem ser obtidas em "Programa de História Oral da Memória da Eletricidade: catálogo de depoimentos" (Rio de Janeiro, Centro da Memória da Eletricidade no Brasil, 1990). A escolha do entrevistado se justificou por ser engenheiro ligado ao setor de energia elétrica e ex-presidente da Eletrobrás e da Cemig.
Forma de Consulta:
Entrevista datilografada disponível na Sala de Consulta do CPDOC.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Ignez Cordeiro de Farias
Eduardo Raposo
Data: 6/7/1988 a 14/7/1988
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 2h10min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Mário Penna Bhering
Nascimento: 24/5/1922; Belo Horizonte; MG; Brasil;

Formação: Escola de Engenharia de Belo Horizonte e conclusão do curso na Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil (1945); curso de extensão na Allis Chalmers (Milwaukee, EUA).
Atividade: Representante da Allis Chalmers no Brasil; vice-presidente da Cemig (1955-66); presidente da Cemig (1966-67, 1983-85); presidente da Eletrobrás (1967-75 e 1985-90).

Equipe

Levantamento de dados: Ignez Cordeiro de Farias;Eduardo Raposo;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Ignez Cordeiro de Farias;Eduardo Raposo;

Conferência da transcrição: Dora Rocha;

Copidesque: Dora Rocha;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Ignez Cordeiro de Farias;

Temas

Eletrobrás;
Empresas estatais;
Empresas estrangeiras;
Energia elétrica;
Juscelino Kubitschek;
Lucas Lopes;
Mário Bering;
Minas Gerais;
Política energética;
Privatização;

Sumário

1a Entrevista: data e local de nascimento; os pais; formação e especialização em engenharia civil, mecânica e hidráulica; ingresso na Cemig; grupo de engenheiros organizadores da Cemig; atuação de paulistas, paranaenses e mineiros no setor de energia elétrica; empresas estrangeiras na construção de usinas e na geração de eletricidade; planejamento e organização do setor elétrico de Minas Gerais; Plano de Eletrificação de Minas Gerais (governo Mílton Campos); Juscelino Kubitschek, Lucas Lopes e a organização da Cemig; primeiros diretores da empresa; na Cemig, encarregado da área de suprimentos e negociações internacionais; recursos e financiamentos para o setor elétrico brasileiro, especialmente para a Cemig; interferência política no setor de energia; convivência entre empresas estaduais e federais ligadas à produção de energia; participação da Cemig no Plano Nacional de Eletrificação e relacionamento com a Assessoria Econômica do governo Vargas; reação das empresas de eletricidade e do BNDE ao projeto da Eletrobrás; mudanças no projeto original da Eletrobrás e o projeto aprovado; reação dos parlamentares ao projeto da Eletrobrás e conseqüente demora em sua tramitação no Congresso; crise na produção de energia elétrica (década de 50) e intervenção do Estado no setor; a questão tarifária e as crises na produção de energia; estatização, privatização e possibilidade de participação da iniciativa privada no setor de energia elétrica................................1 a 35

2a Entrevista: intervenção do Estado no setor de energia elétrica: regulamentação das concessões e das tarifas; inflação e conseqüente dificuldade de investir no setor; a questão do endividamento das empresas estatais na última década; interferência política no funcionamento das estatais; papel econômico-social das empresas de energia elétrica; eletrificação rural; implantação de empresas de alto consumo de energia e conseqüentes negociações com o governo e com a Eletrobrás para garantir o suprimento de energia; o setor de energia durante os governos militares e após a abertura; energia nuclear e a Nuclebrás; fontes, transmissão e distribuição de energia no Brasil; repercussões do Plano Cruzado na Eletrobrás; importância da Escola de Itajubá na formação de engenheiros eletricistas; militares nas estatais, especialmente nas áreas de informática e telecomunicações; a crise de energia e o Plano 2010; a opinião pública em relação ao setor de energia elétrica.........................................35 a 66



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