Nelson Muniz Guimarães

Entrevista

Nelson Muniz Guimarães

Entrevista realizada no contexto do projeto "Pioneiros e Construtores da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN)", na vigência do convênio entre o CPDOC-FGV e a Fundação CSN. Esta entrevista subsidiou a elaboração do livro "CSN: UM SONHO feito de aço e ousadia." / Coordenadora: Regina da Luz Moreira; Entrevistadores: Ignez Cordeiro de Farias, Mário Grynszpan e Verena Alberti; Pesquisa Iconográfica: Adelina Novaes e Cruz. Rio de Janeiro: IARTE, 2000. A escolha do entrevistado se justificou pelo fato de ter trabalhado como engenheiro especializado em refratários na construção e manutenção dos altos-fornos. A esposa do entrevistado participou da gravação da entrevista. A parte final da entrevista foi gravada simultaneamente em vídeo.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Verena Alberti
Ignez Cordeiro de Farias
Data: 10/2/1999 a 10/2/1999
Local(ais):
Volta Redonda ; RJ ; Brasil

Duração: 2h50min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Nelson Muniz Guimarães
Nascimento: 9/5/1924; Barra do Piraí; RJ; Brasil;

Formação: Escola Nacional de Engenharia.
Atividade: Engenheiro da Companhia Siderúrgica Nacional desde 1954.

Equipe

Levantamento de dados: Ignez Cordeiro de Farias;Verena Alberti;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Ignez Cordeiro de Farias;Verena Alberti;

Conferência da transcrição: Ignez Cordeiro de Farias;

Copidesque: Verena Alberti;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Claudia Peçanha da Trindade;

Temas

Colégio Pedro II;
Companhia Siderúrgica Nacional;
Getúlio Vargas;
Indústria siderúrgica;
Nelson Muniz Guimarães;
Volta Redonda;

Sumário

Entrevista: 10/02/1999

Chegada ao Rio de Janeiro e ingresso no Colégio Pedro II; origens familiares: o pai como telégrafo e as andanças da família pelo interior do estado até o estabelecimento em Barra do Piraí; relato sobre a gripe espanhola no Brasil (1918); os motivos pela opção do curso de engenharia e entrada na Escola Nacional de Engenharia; comentários sobre a época em que o entrevistado morava na Baixada Fluminense e estudava no Colégio Pedro II; trabalho como calculista em construtoras no Rio de Janeiro; ingresso na Companhia Siderúrgica Nacional (1954); comentário sobre a cooperativa de estudantes na Escola Nacional de Engenharia; o trabalho como topógrafo; comentários sobre Getúlio Vargas e seu governo; na CSN trabalhando no Núcleo de Expansão da Usina - Central Termelétrica; comentário sobre Mauro Mariano da Silva; a passagem de chefe de obras civis para chefia geral de obras da Central Termelétrica; a incorporação do entrevistado nos quadros da CSN; breve comentário sobre a ordem de presidentes da CSN; participação no Grupo de Manutenção Refratária (GMA-R - 1955); o Curso de Formação de Mestres do Departamento de Refratário (DRE - 1961); comentário sobre a necessidade de se importar quase tudo no início da CSN e a dificuldade de se implantar uma indústria de material refratário no Brasil; comentário sobre as viagens de Edmundo Macedo Soares para obtenção de empréstimos objetivando a construção da CSN e as condições impostas pelos Estados Unidos; recapitulação dos passos do entrevistado dentro da CSN; comentários sobre a emancipação de Volta Redonda e a diferença entre cidade nova e cidade velha; os locais onde o entrevistado morou assim que chegou a CSN e sua rotina de trabalho; comentário sobre João Siqueira Lopes; participação no último plano de expansão - Plano D (1975); diferenças entre métodos de fabricação do aço; a diferença entre a atuação do entrevistado como engenheiro coordenador para os outros de mesma função; o convite para o cargo de superintendente geral da expansão; análise do caráter de economia mista da CSN e os problemas enfrentados por esse motivo; como Superintendente Geral de Construção (1976-1983); transferência para diretor técnico da CECISA - responsável pela construção de residências para o operariado - sem desvinculação da CSN (1983); os trabalhos após a aposentadoria; o piche em pó na fabricação de tijolos refratários e sua importância na siderurgia; comentários sobre avanços tecnológicos aliados ao desemprego crescente através da história; comentários sobre a família: esposa, filhos e netos; a importância da CSN para o Brasil e para a vida pessoal do entrevistado; breve comentário sobre a necessidade de se falar da história.
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