Odilon Baptista

Entrevista

Odilon Baptista

Entrevista realizada no contexto da pesquisa "Trajetória e desempenho das elites políticas brasileiras", parte integrante do projeto institucional do Programa de História Oral do CPDOC, em vigência desde a sua criação em 1975. Trechos da entrevista foram publicados no livro GETÚLIO: uma história oral. / Valentina da Rocha Lima (Coordenação) ; Dora Rocha...[et al]. Rio de Janeiro: Record, 1986. 321. il. A escolha do entrevistado se justificou, entre outras coisas, por ser filho do ex-prefeito Pedro Ernesto.
Forma de Consulta:
Entrevista datilografada disponível na Sala de Consulta do CPDOC.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Lucia Hippolito
Paulo César Farah
Data: 14/4/1978 a 5/9/1978
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 2h35min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Odilon Duarte Baptista
Nascimento: 26/6/1910; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Graduado em Medicina (1932).
Atividade: Chefe de serviço na Organização de Assistência Médica dos Empregados Municipais;trabalhou na Salpêtrière (Paris).

Equipe

Levantamento de dados: Lucia Hippolito;Paulo César Farah;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Lucia Hippolito;Paulo César Farah;

Conferência da transcrição: Sônia Benevides;

Copidesque: Lucia Hippolito;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Sônia Benevides;

Temas

Aliança Nacional Libertadora (1935);
Anísio Teixeira;
Clube 3 de Outubro (1931-1935);
Filinto Müller;
Góes Monteiro;
Integralismo;
Luís Carlos Prestes;
Medicina;
Odilon Batista;
Pedro Ernesto;
Revolta de 1922, RJ;
Revolta de 1924, RS;
Revolta de 1926;
Revolução Constitucionalista (1932);
Revolução de 1930;
Rio de Janeiro (DF);
Tenentismo;

Sumário

1a Entrevista: origem familiar de Pedro Ernesto; parentesco com o ministro André Cavalcanti e com famílias tradicionais em Pernambuco; as dificuldades financeiras do pai; vida de estudante pobre de medicina na Bahia e no Rio; a ligação com o médico Augusto do Amaral Peixoto; a formação em cirurgia e a tese sobre psiquiatria; participação nas campanhas de vacinação contra varíola e febre amarela nas favelas; estágios na Santa Casa, no Hospício e na Farmácia Castor; a primeira Casa de Saúde Pedro Ernesto na Rua do Riachuelo em 1918; contatos com os tenentes em 1922; demissão da policlínica de Botafogo; o depósito de armas na Casa de Saúde Pedro Ernesto em 1924; doação do terreno e a construção da nova Casa de Saúde; equipe médica; a primeira prisão em 1924; chefe civil dos tenentes de 1926 a 1930; defecção de Luís Carlos Prestes em 1930; ponto de ligação entre mineiros e gaúchos nas vésperas da Revolução; chefe do corpo de saúde revolucionário em Minas; diretor da Assistência Hospitalar..................................................................................................................................1 a 23

2a Entrevista: interventor no Distrito Federal substituindo Adolfo Bergamini; fundação do Clube 3 de outubro; o empastelamento do Diário Carioca; o Clube 3 de outubro e a indicação dos interventores; perfil de Maurício de Lacerda; posição do general Góis Monteiro frente à Revolução de 32; aviso do general Manuel Rabelo sobre o movimento; divergências entre Góis e Pedro Ernesto desde 30; Congresso Nacional Revolucionário e Miguel Costa; denúncia do integralismo; prisão de Pedro Ernesto em 1936; contato com Luís Carlos Prestes; Filinto Müller; a popularidade de Pedro Ernesto; sua obra administrativa; Anísio Teixeira; a rede hospitalar; a Guarda Municipal; o Partido Autonomista e a cisão com os tenentes; posição de Pedro Ernesto quanto à Aliança Nacional Libertadora; episódio da formatura de Odilon Batista; processo e absolvição de Pedro Ernesto; a manifestação popular no dia em que foi libertado; confinamento em Campanha (MG); o abandono da vida política; apelo à Frente de União Nacional em 1942; sua herança - realizações profissionais e administrativas........................23 a 55
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