Paulo Roberto Galvão Rocha

Entrevista

Paulo Roberto Galvão Rocha

Entrevista realizada no contexto do projeto Memórias dos fundadores do PT, através do convênio estabelecido entre o Centro Sérgio Buarque de Hollanda - Documentação e Memória Política, da Fundação Perseu Abramo, e o CPDOC, da Fundação Getulio Vargas, a partir de 01 de dezembro de 2004, com o objetivo de constituir acervo digital e de publicar um livro desses depoimentos editados.
Forma de Consulta:
Entrevista em texto disponível para download.
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: Muitos caminhos, uma estrela: memórias de militantes do PT/ organização Marieta de Moraes Ferreira, Alexandre Fortes. – São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2008.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Marieta de Moraes Ferreira
Alexandre Fortes
Data: 31/5/2006
Local(ais):
Belém ; PA ; Brasil

Duração: 1h19min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Paulo Roberto Galvão da Rocha
Nascimento: 1/4/1951; Curuçá; PA; Brasil;

Formação: Técnico em Artes Gráficas, ensino médio.
Atividade: Líder sindical, deputado federal (PT-PA).

Equipe

Levantamento de dados: Marieta de Moraes Ferreira;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Marieta de Moraes Ferreira;

Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Técnico Gravação: Marco Dreer Buarque;

Sumário: Lucas Andrade Sá Corrêa;

Temas

ABC Paulista;
Assuntos familiares;
Assuntos pessoais;
Atividade profissional;
Central Única dos Trabalhadores;
Comunidades eclesiais de base;
Crises políticas;
Formação profissional;
Governo Luiz Inácio Lula da Silva (2003 - 2010);
Igreja Católica;
Luiz Inácio Lula da Silva;
Movimento operário;
Pará;
Partido dos Trabalhadores - PT;
Política partidária;
Política sindical;
Repressão política;
Sindicalismo;
Sindicatos de trabalhadores;
Trajetória política;

Sumário

Entrevista: 31/05/2006

A origem da família e infância em Curaçá, interior do Pará; contato com o pároco da região, tornando-o sacristão; os estudos em um colégio de formação operário da ordem dos salesianos; a formação como técnico em artes gráficas; a ruptura com os padres salesianos e o trabalho em uma fábrica da maior gráfica do Estado, no período, a Grafisa; a mobilização para a construção de um sindicato dos gráficos, que se opunha ao sindicato então vigente; o reconhecimento do entrevistado, como uma liderança de oposição, articulada à movimento nacionais de oposição à estrutura sindical; a transformação do contexto das lutas sindicais com os Metalúrgicos de São Bernardo; a eleição ao sindicato em 1982; a volta à gráfica dos salesianos, onde atuou como gráfico e professor; comentários sobre a atuação da gráfica, como espaço de impressão para os movimentos de esquerda; a apreensão dos jornais e prisão do entrevistado, em um cerco da polícia à escola, em 1980; a saída do entrevistado da escola e o retorno à Grafisa; a eleição ao cargo de “vogal” dos operários gráficos; a eleição do entrevistado como Presidente Estadual da Central Única dos Trabalhadores (CUT), por três mandatos; comentários sobre a entrada do entrevistado no Partido dos Trabalhadores, ainda em 1980; as eleições de 1982, e a divisão no momento da escolha do candidato ao governo do Pará; importância do Pará na construção da CUT; a expansão da CUT em relação aos trabalhadores rurais, com o apoio das Comunidades Eclesiais de Base; comentários sobre tendências internas do PT; a atuação do entrevistado na direção nacional do PT, como coordenador da campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva, em 1989; menção à derrota de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 1989; o lançamento da candidatura do entrevistado para deputado estadual, em 1990; a eleição do entrevistado, em 1990, e as posteriores três reeleições; a atuação do entrevistado enquanto parlamentar, na Comissão Permanente do Trabalho, Administração e Serviço Público; a crise política e o endividamento do PT, expondo o nome do entrevistado; crítica ao modelo de campanha usado pelo PT, principalmente na campanha presidencial de 2002, quando Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito Presidente da República; comentários sobre o caso do “mensalão”; o papel do entrevistado na promoção da unidade partidária no Pará.
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