Sandoval Carneiro Junior

Entrevista

Sandoval Carneiro Junior

Entrevista realizada no contexto do projeto "Visões sobre a Capes: 50 anos de história", desenvolvido pelo CPDOC em convênio com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) entre abril e dezembro de 2001. O projeto resultou na publicação do livro Capes, 50 anos: depoimentos ao CPDOC/FGV. (Orgs. Marieta de Moraes Ferreira e Regina da Luz Moreira. Brasília, CAPES, 2002). Esta entrevista pode ser encontrada na Estante virtual: clique aqui. A escolha do entrevistado se justificou por ter sido o primeiro Presidente da Fundação Capes (1991-1992).
Forma de Consulta:
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: CAPES, 50 anos: depoimentos ao CPDOC/FGV/ Organizadoras: Marieta de Moraes Ferreira & Regina da Luz Moreira. Brasília,DF.: CAPES, 2002. 343p.il.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Marieta de Moraes Ferreira
Regina da Luz Moreira
Data: 11/10/2001
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 1h25min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Sandoval Carneiro Júnior
Nascimento: 1/1/0001; João Pessoa; PB; Brasil;

Formação:
Atividade: Professor adjunto na COPPE, onde exerceu sucessivamente as funções de coordenador do programa de engenharia elétrica (1976-78); subdiretor (1978-81); diretor (1982-85); presidente do conselho deliberativo (1992-93) e coordenador do programa de engenharia elétrica (1993 e 1999). Professor visitante do departamento de engenharia elétrica da Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá), entre 1987 e 1988 e em 1994. Diretor geral da Capes (1991-92). Membro do corpo de assessores científicos da Capes, FAPERJ, FAPESP, FINEP e CNPq.

Equipe

Levantamento de dados: Regina da Luz Moreira;
Pesquisa e elaboração do roteiro: Marieta de Moraes Ferreira;Regina da Luz Moreira;

Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Técnico Gravação: Clodomir Oliveira Gomes;

Sumário: Regina da Luz Moreira;

Temas

Administração federal;
Bolsas de estudo e de pesquisa;
Brasília;
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior;
Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia;
Engenharia;
Ensino público;
Estados Unidos da América;
José Goldemberg;
Minas Gerais;
Pernambuco;
Professores estrangeiros;
Rio Grande do Norte;
São Paulo;

Sumário

Origens (nascimento no RN; pai de MG); Recife, Ouro Preto e São Paulo; o vestibular para a PUC-SP; a FEI-Faculdade de Engenharia Industrial; ida para a Coppe; a situação da pós-graduação (na época) e a pós na Coppe; professores estrangeiros; experiência como auxiliar de ensino no próprio mestrado; o crescimento da Coppe nos anos 70; as bolsas da Capes e do CNPq; aulas de Engenharia Eletrotécnica; questões da Coppe atual; [digressões]; indicação para a direção da Capes, como representante da engenharia; o convite para uma transição até a aprovação dos novos estatutos; a chegada a Brasília; a extinção da Capes e a atuação de Eunice R. Durham; a criação da taxa de bancada como uma forma de burlar a administração federal; o quadro encontrado ao tomar posse; a preocupação com os estatutos e com a capacitação dos funcionários; o início do trabalho de informatização com o Antônio Mac Dowell Figueiredo, da Coppe; o perfil dos funcionários (a equipe que veste a camisa); as linhas mestras do estatuto (preocupação com a manutenção da agilidade e da participação da comunidade acadêmica); a estrutura do novo CTC; as discussões em torno dos estatutos; Ângela Santana; o plano de carreiras; os bolsistas no exterior da Capes e do CNPq; a diferença entre o sistema inglês e o norte-americano; as relações da Capes com as outras agências de financiamento; as necessidades de balizamento nos critérios de concessão de bolsas; as diferenças regionais e o ensino da pós-graduação; o apoio ao estudante do Norte e Nordeste no estudo nos Centros mais desenvolvidos; a situação nos EUA; a experiência com a FAPEMA (Maranhão); a situação das FAPE'S; a pós-graduação lato senso e o mestrado profissionalizante; o Parecer Sucupira (engessando a pós-graduação, apesar dos pontos positivos); o mestrado profissional e suas vantagens; a rigidez do sistema de pós-graduação; a Conferência Nacional de Ciência & Tecnologia (2001); os fundos setoriais de financiamento e as possíveis ameaças à existência da Capes; o portal de periódicos da Capes [interrupção; troca de fita]; o concurso para a nova logomarca e a rejeição de Eunice Durham; a preocupação com o bolsista no exterior e a proposta de um "cartão de crédito" da agência; o papel da SESu; a busca por um novo prédio para a Fundação Capes; a recusa do ministro José Goldemberg; a avaliação e as mudanças de critério implantadas pela atual administração; a inserção internacional como critério definidor do conceito 6 e 7; "avaliar pra quê?"; a participação hoje dos comitês assessores; a formação dos comitês assessores e seus representantes no CTC; o papel da Capes no desenvolvimento da pós-graduação e os desafios presentes; o papel do ensino público neste quadro.
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