Wallace de Lima Tavares

Entrevista

Wallace de Lima Tavares

Entrevista realizada no contexto do projeto “Memórias do Pronasci”, desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas, através da FGV Projetos, em convênio com o Ministério da Justiça, entre agosto de 2008 e setembro de 2009. O projeto resultou na formação de um banco com cerca de 25h de entrevistas e um livro sobre o tema. O principal objetivo é registrar a memória das políticas públicas no Brasil contemporâneo, tomando por base experiências inovadoras da gestão do Estado. Está norteado por duas clivagens: o processo político (governo, agentes de segurança pública e representantes da sociedade civil - quem concebeu e/ou recebeu o Pronasci) e o processo técnico (o trabalho realizado pelo Ministério da Justiça e o monitoramento da FGV - ressaltando as técnicas e soluções empregadas).
Forma de Consulta:
Entrevista publicada em livro.
Referência completa: Segurança e cidadania: memórias do Pronasci: depoimentos ao Cpdoc/FGV/ Marieta de Moraes Ferreira e Ângela Britto (Orgs.).- Rio de Janeiro:Editora FGV, 2010.516p.:il.

Tipo de entrevista: Temática
Entrevistador(es):
Marieta de Moraes Ferreira
Angela Britto da Cunha
Data: 4/3/2010
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 0h55min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: Wallace de Lima Tavares
Nascimento: 1/1/0001; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Graduação em Educação Física (não concluída).
Atividade: Na data da entrevista(04 de março de 2010): Soldado com atuação na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP´s) do Morro Dona Marta.

Equipe


Pesquisa e elaboração do roteiro: Marieta de Moraes Ferreira;Angela Britto da Cunha;

Transcrição: Lia Carneiro da Cunha;

Conferência da transcrição: Angela Britto da Cunha;

Técnico Gravação: Marcela Baptista Teixeira; Marco Dreer Buarque;

Sumário: Katherine Nunes de Azevedo;

Temas

Armamentos;
Assuntos familiares;
Atividade profissional;
Bolsas de estudo e de pesquisa;
Cidadania;
Corrupção e suborno;
Educação física;
Ensino a distância;
Ensino militar;
Estado e sociedade;
Estrutura social;
Estrutura urbana;
Favela;
Festa;
Formação acadêmica;
Formação escolar;
Formação profissional;
Infância;
Investimento público;
Justiça;
Mortalidade;
Narcotráfico;
Polícia;
População;
Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania;
Projetos sociais;
Rio de Janeiro (cidade);
Segurança pública;
Serviços públicos;
Sociedade civil;
Território;
Unidade de Polícia Pacificadora;

Sumário

Entrevista: 4/3/2010

Dia e local de nascimento; os primeiros estudos; trajetória acadêmica: o curso incompleto de Educação Física na Universidade Catello Branco; origens familiares; o sonho de ser policial desde infância; o concurso para Polícia Militar, em 2005 e a impossibilidade de ingressar devido a uma tatuagem; o ingresso na Polícia Militar em 2008 depois de ter ganhado na justiça; o trabalho na Unidade de Política Pacificadora – UPP localizada no morro Santa Marta no Rio de Janeiro (2008); o problema da corrupção na corporação; o diferencial feito pelos policiais que cumprem seus deveres na sociedade; o motivo pela escolha de trabalhar na Polícia Militar e não na Polícia Civil; comentários de como se deu a sua formação dentro da Divisão de Ensino e Instrução; explicações sobre a disciplina “polícia comunitária”; os órgãos responsáveis pela escolha dos policias na atuação na UPP; o uso de pessoas recém-formadas para ocupar as Unidades; a importância do curso Bolsa-Formação oferecido pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania-Pronasci; o recebimento da bolsa após o policial realizar pelo menos um curso à distância; o sorteio para que alguns policiais façam provas presenciais após o término dos cursos; os cursos mais procurados; a divisão de turnos no Santa Marta; a discussão para a mudança dos turnos com o Projeto Bolsa Olímpica; a hierarquia dentro da UPP; comentários sobre como se deu a entrada dos policiais no Santa Marta; o levantamento das pessoas que eram suspeitas na comunidade; a aproximação com as pessoas do local; a função do policial em detectar os problemas na estrutura do território: água, luz, esgoto; as melhorias feitas e a permanência das UPPs; o pedido de autorização à polícia para ocorrer festas na comunidade e a reação da população frente essa atitude; os pequenos delitos que ocorrem: brigas e agressão de rua; o envolvimento do policial com a comunidade; os momentos positivos e negativos do entrevistado no morro Santa Marta; a fuga e morte dos traficantes; a opinião do entrevistado no método de escolha do secretário de Segurança para instalação da UPP em determinado território; a dificuldade do policial na entrara no morro da Rocinha; o problema da concentração de armas no poder dos traficantes e da distribuição do tráfico na cidade do Rio de Janeiro; o investimento feito na segurança; o agradecimento ao Pronasci por oferecer incentivos e melhorias na vida do cidadão e do policial............................................................................pp.385-399.
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