João Carlos Santos da Silva

Entrevista

João Carlos Santos da Silva

Entrevista realizada no contexto do projeto pessoal do pesquisador Bernardo Buarque de Hollanda intitulado "Torcidas organizadas: criando fontes", que tem como objetivo constituir um banco de entrevistas de história oral acerca das torcidas organizadas nos âmbitos nacional e internacional.
Forma de Consulta:

Tipo de entrevista: História de vida
Entrevistador(es):
Bernardo Buarque de Hollanda
Rosana da Câmara Teixeira
Jimmy Medeiros
Data: 13/12/2012
Local(ais):
Rio de Janeiro ; RJ ; Brasil

Duração: 2h10min

Dados biográficos do(s) entrevistado(s)

Nome completo: João Carlos Santos da Silva
Nascimento: 1/1/0001; Rio de Janeiro; RJ; Brasil;

Formação: Ensino superior completo.
Atividade: Empresário.

Equipe


Transcrição: Juliana Paula Lima de Mattos;

Técnico Gravação: Ítalo Rocha Viana;

Sumário: Luanna Gentil ;

Temas

Club de Regatas Vasco da Gama;
Clube de Regatas do Flamengo ;
Esportes;
Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã);
Eventos e comemorações esportivas;
Imprensa;
Mulher;
Política;
Rio de Janeiro (cidade);
Torcidas de futebol;

Sumário

Entrevista: 13/12/2012

A infância no Rio de Janeiro; o contato com o Maracanã desde a infância; o primeiro contato com o Flamengo; as influências para se tornar flamenguista; a trajetória escolar; a graduação em Jornalismo na Universidade Gama Filho; o trabalho na área de esportes; a primeira ida ao Maracanã; os problemas já enfrentados no Maracanã; as histórias vividas na arquibancada do Maracanã; as lembranças do futebol na década de 1970; o acompanhamento a distancia da Torcida JOVEM; a aproximação maior com a Torcida JOVEM em 1969; a divisão da Torcida JOVEM com a FLAMANTE; a relação da Torcida JOVEM com as outras torcidas organizadas; o contato com torcidas organizadas de times de outros estados; os problemas de organização dos estádios; a retirada das salas das torcidas do Maracanã; os problemas da criação de grupos de bairros; o contato com figuras consideradas históricas de torcida organizada; a atuação de mulheres na organização das torcidas; a atuação de pessoas com idades mais avançadas nas torcidas; a “geração de outro do Flamengo” na virada dos anos 1970 para 1980; o crescimento de componentes na Torcida JOVEM; o perfil do torcedor da JOVEM; as classes sociais presentes no estádio; o repertório musical; as lembranças das viagens e excursões; o conflito com as torcidas do Atlético Mineiro; os símbolos da época; o surgimento da Associação das Torcidas Organizadas do Rio de Janeiro (ASTORJ); o objetivo da ASTORJ; as reuniões entre torcidas; o Flamengo como time fechado; a tentativa de candidatura indicada pelas torcidas para a presidência do clube; a mudança do cenário entre as torcidas; os problemas com as concessões de ingressos; as pessoas importantes para a história das torcidas organizadas; o trabalho no Jornal Tijucão; o trabalho com rádio; a decisão de sair da liderança da Torcida JOVEM; o lema “Nada do Flamengo, tudo pelo Flamengo”; as perspectivas para o futuro das torcidas; as torcidas organizadas existentes; o papel da imprensa; memórias da juventude com a Torcida JOVEM; conclusões e agradecimentos.

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